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Entrevista com Jorge Zabalza, histórico ex dirigente Tupamaro do Uruguai“Se a Frente Ampla com Mujica já está à direita, o que vem agora com Tabaré vai ser pior”.

No Uruguai, como em outros lados, governantes com um discurso de esquerda governam à direita. E, como diz Zabalza, “o que realmente determina na América Latina é o tema do imperialismo”. Num quadro de intensificação da ofensiva imperialista contra os processos progressistas ali em curso, parte determinante da definição da correlação de forças está nos povos destes países. Porque estes governos já se sabe para que lado cairão.

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NATO treina terroristas para desestabilizar a Ucrânia
Entrevista com Michel Chossudovsky [*]
:: Colaboradores :: 22.Abr.14

Acumulam-se os indícios de que a ingerência imperialista na Ucrânia se apoia crescentemente na utilização de mercenários contratados a empresas privadas de segurança, como a Greystone Ltd. As tarefas de que estão incumbidos não são de segurança, mas de preparar uma escalada de desestabilização e terrorismo.

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El Salvador: De fantasmas a pactos de nação e vice-versa
Joel Arriola
:: Outros autores :: 21.Abr.14

A situação política pós-eleitoral em El Salvador é equívoca. Sob a designação de “pacto de nação” é aberta a porta a que os sectores oligárquicos mais retrógrados mantenham o seu poder e participem de forma determinante na “governabilidade” do país.

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Stedile: “o neodesenvolvimentismo chegou ao seu limite”
Léa Maria Aarão Reis
:: Outros autores :: 20.Abr.14

João Pedro Stédile não hesita em dizer: “Perdeu-se a oportunidade histórica de fazer a chamada reforma agrária clássica no Brasil.” Para ele, o importante agora é a luta resultante da aliança entre os trabalhadores do campo e os da cidade - os que farão a reforma agrária popular.

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O trunfo de «Marianne»
Março de 2014, 70.o aniversário do programa do CNR
Annie Lacroix-Riz* e Georges Gastaud**
:: Outros autores :: 19.Abr.14

Um texto que fala da situação em França e da necessidade de uma perspectiva popular e combativa para a superar. Mas é necessário deixar claro que odiario.info não se revê em apelos ao boicote eleitoral como os que este texto veicula. Nas próximas eleições europeias nenhum voto democrático e progressista deve alhear-se do que nesse dia é indispensável afirmar: a rejeição e condenação das troikas nacional e estrangeira e das suas políticas de desastre nacional.

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Sobre “A Via Chinesa”, de Michel Aglietta e Guo BaiQue modelo económico para a China?
Tony ANDREANI* e Rémy HERRERA**  
:: Outros autores :: 18.Abr.14

Uma importante reflexão sobre a complexa realidade económica, social e política da República Popular da China. Realidade que, se abordada com seriedade (ou seja, fundamentalmente segundo os critérios do marxismo), terá de excluir tanto preconceitos, estereótipos e esquematismos como os conselhos dos que gostariam de a ver dominada pelos oligopólios internacionais.

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DocumentoDeclaração da Missão Diplomática da Palestina
Acerca da condição dos Prisioneiros Palestinos
Missão Diplomática Palestina
:: Outros autores :: 17.Abr.14
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Joseph Stiglitz, prémio Nobel de Economia, diz que o “sonho americano” é um mito
EFE
:: Outros autores :: 17.Abr.14

A crise geral do capitalismo tem levado a que até alguns dos seus epígonos – como é o caso de Stiglitz – se manifestem críticos em relação a aspectos concretos do funcionamento do sistema. O problema com que se deparam é procurarem soluções dentro do próprio sistema, onde elas nem existem nem podem existir. É interessante ver uma personalidade com esta projecção fazer o elogio do planeamento urbano enquanto responsabilidade do Estado. Mas, tratando-se de um ideólogo burguês, não compreende que os interesses que o Estado defende não são senão os interesses da classe dominante.

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Kennedy discutiu o derrube de Goulart dois anos antes do golpe de 1964 no Brasil
David Brooks*
:: Outros autores :: 16.Abr.14

Documentos desclassificados que acrescentam novos dados à longa história da ingerência imperialista. Historial que de Truman a Kennedy, de Bush a Obama, acumula os mais hediondos crimes contra os povos de todo o mundo. Neste caso com a particularidade de destacar de novo o papel da sinistra figura de Vernon Walters, com quem a Revolução de Abril teve também que se defrontar.

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Incógnitas da Ucrânia*
Luís Carapinha
:: Outros autores :: 15.Abr.14

A preocupação imperialista é agora levar o golpe até ao fim e segurar o poder fantoche em Kiev. Tanto mais que a pesada factura económica (e social) está em cima da mesa e a operação de resgate do FMI em andamento.

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Actualidade do Manifesto Comunista
Miguel Urbano Rodrigues
:: Colaboradores :: 14.Abr.14

Talvez com uma única excepção, burguesias arrogantes controlam os governos europeus. Os políticos que as representam são neoliberais, social-democratas domesticados, ou saudosistas do fascismo. Neste contexto histórico tão sombrio, ao reler o Manifesto Comunista, concluí que não perdeu actualidade.

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Cabeças coroadas*
Filipe Diniz
:: Colaboradores :: 13.Abr.14

Em menos de duas semanas, Obama e Isabel II foram de visita ao Papa Francisco. Tratando-se de um Papa a cuja eleição não serão estranhas as preocupações face aos processos progressistas em curso na América Latina, e estando em curso uma violenta contra-ofensiva imperialista, talvez se possam adivinhar alguns temas comuns. Mesmo que a rainha só tenha interesse nas Malvinas, de cujo território é nominalmente proprietária.

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Eleições e incertezas na Guiné-Bissau*
Carlos Lopes Pereira
:: Colaboradores :: 11.Abr.14

Carlos Lopes PereiraDesde há dois anos que a Guiné-Bissau vive de facto sob ditadura militar, com um presidente da república «de transição», guardado por tropas da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (Cedeao), e um governo de fachada, inoperante. Neste cenário, não é de estranhar que as eleições tenham sido impostas pelas Nações Unidas e sejam acompanhadas também por outras organizações internacionais. Sejam quais forem os resultados saídos das urnas, os novos governantes não terão tarefa fácil.

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O meu país não é deste Presidente, nem deste Governo
Alexandra Lucas Coelho
:: Outros autores :: 10.Abr.14

Publicamos o discurso de Alexandra Lucas Coelho na cerimónia de entrega do prémio APE pelo seu romance E a Noite Roda. Para além de um belo texto sobre a escrita literária, é também uma vigorosa e indignada denúncia das políticas e dos medíocres personagens políticos que hoje mais directamente protagonizam o encaminhamento do país para o desastre.

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Vasco Gonçalves
O mais insigne capitão de Abril e timoneiro da revolução
M. Duran Clemente*
:: Outros autores :: 09.Abr.14

A acção do MFA, sendo o resultado duma experiência de organização e unidade de jovens capitães que emerge, se consolida e se organiza, é com as armas nas mãos do povo-soldado que faz o 25 de Abril e no seu desenvolvimento cresce a aliança Povo-MFA. A partir dessa alvorada luminosa, do “Renascer da Esperança”, Vasco Gonçalves, na missão que lhe é incumbida, é quem melhor interioriza o Programa do MFA.

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Entrevista com João Ferreira, cabeça de lista da CDU às eleições para o Parlamento Europeu“Esta União Europeia é irreformável”

O candidato da CDU explica como Portugal deve preparar a saída do euro Esse cenário central no
seu discurso depende de uma condição
um Governo patriótico e de esquerda. Mas não basta uma maioria de esquerda não há possibilidade de alternativa tendo o PS votações de 30 ou 40%”.

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Princípios de propaganda*
Filipe Diniz
:: Colaboradores :: 07.Abr.14

A máquina propagandística do governo PSD-CDS funciona a todo o vapor. Não há trafulhice ou processo de desinformação que não adopte. Mas tem às vezes falhas consideráveis, e tem sobretudo a teimosa realidade a desmenti-la todos os dias.

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Nota dos EditoresVento de golpe na Venezuela
Os Editores
:: Editores :: 05.Abr.14
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10 factos chocantes sobre os EUA*
António Santos
:: Outros autores :: 05.Abr.14

Os EUA são hoje a potência imperialista hegemónica. E quanto melhor os povos de todo o mundo conheçam a potência que, queiram ou não e estejam onde estiverem, afecta de algum modo as suas vidas, melhores condições terão para lhe fazer frente. E não pode existir luta progressista que não seja firmemente anti-imperialista.

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A pantomina triunfalista de Ollie Rehn e a tragédia da Grande Depressão espanhola: o desemprego cresce 26%.
William K. Black*
:: Outros autores :: 04.Abr.14

O falcão “austeritário” Rehn entende que os governos não podem incorrer em défices, sob pena de consequências terríveis. Haveria quatro problemas insuperáveis se Rehn definisse os governos deste modo. Primeiro, foi a crise que causou os défices orçamentários, e não os défices os causaram a crise. Segundo, as nações da UE incorrem tipicamente em défices. Terceiro, não é por ai que vem mal ao mundo. Mas o quarto erro é o pior. Não há nada moralmente superior numa nação que disponha de superavit orçamentário.