Novidades
Activamente em guerras coloniais
Miguel Urbano Rodrigues
:: Colaboradores :: 02.Set.10
Neste artigo Miguel Urbano Rodrigues denuncia o discurso hipócrita que pretende justificar guerras de agressão imperiais como as do Iraque e do Afeganistão, sublinhando que traz à memória o discurso do fascismo em defesa da guerra colonial. Acusa o governo do PS de participar activamente na guerra do Afeganistão e apela ao povo para que exija nas ruas a retirada das tropas portuguesas que ali são cúmplices da estratégia criminosa do imperialismo norte-americano.Mas continuais desempregados
Michael Moore*
:: Outros autores :: 01.Set.10
Apesar do exemplo tolo (apresentar Portugal como país que prepara o futuro!…), este texto de Michael Moore, em linguagem simples e despretensiosa, mostra-nos como a classe trabalhadora e a restante população não monopolista nada pode esperar das medidas que o poder impõe aos governos para a saída da crise.Correia da Fonseca*
:: Colaboradores :: 31.Ago.10
Reduzir o fecho de 700 escolas ao diminuto número de alunos que nelas estudam, aprendem e brincam é ver o mundo com entreolhos, apetrecho muito útil para que as bestas não se distraiam com a paisagem circundante.
A verdade é que a escola vai atrás das pessoas que partiram «da farmácia, da estação dos Correios, das carreiras de autocarros que sejam mais frequentes que uma passagem de manhã e uma outra em sentido inverso já por alturas do sol-posto»…
É a desertificação do interior com todo um cortejo de problemas políticos que o poder não resolve, não quer resolver, por não estar interessado nisso: aquelas terras não são rentáveis…Anabela Fino*
:: Outros autores :: 30.Ago.10

E a dependência de Obama
Os Editores
:: Editores :: 29.Ago.10
Brayan Brenes*
:: Outros autores :: 29.Ago.10
Com um sorriso nos lábios e um estar de simpática descontracção, Barack Obama não só continuou e incentivou as guerras do Iraque e Afeganistão, como levou a guerra ao Paquistão e procura desesperadamente recuperar a América Latina como «pátio das traseiras» dos Estados Unidos.
Neste texto, Bryan Brenes descreve-nos a ocupação militar da Costa Rica, acordada com o governo servil da presidente Chincilla, aprovada em votação do Congresso costarricense e os caminhos para a recuperação da soberania nacional.Filipe Diniz
:: Outros autores :: 28.Ago.10

Francisco Lopes*
:: Outros autores :: 27.Ago.10
Publicamos hoje o discurso de apresentação da candidatura à Presidência da República de Francisco Lopes, candidato apoiado pelo Partido Comunista PortuguêsSecretariado do Estado-Maior Central das FARC
:: Outros autores :: 26.Ago.10
Enquanto o governo do narcotraficante de turno na presidência da Colômbia, Juan Manuel Santos fecha as portas ao diálogo, as FARC tentam abrir todas as portas ao diálogo.
Em Carta Aberta enviada à União das Nações do Sul, UNASUR, as FARC-EP mostram-se dispostas a ir a uma Assembleia daquela organização expor a sua vontade de encontrar uma solução política negociada para uma paz com justiça social na Colômbia, logo que os presidentes dos países membros daquela organização o entenderem.“A sul da fronteira”
Roberto Navarrete*
:: Outros autores :: 25.Ago.10
O novo documentário de Oliver Stone, “A sul da fronteira”, narra o aparecimento de uma série de governos progressistas na América Latina, a sua busca de transformação social e política no continente e a crescente independência de Washington.
Embora não se possa meter tudo no mesmo saco, como Oliver Stone faz com a promoção dos governos Kirchner a progressistas, quer o filme “A Sul da Fronteira” quer esta entrevista são contributos para romper o cerco da central de desinformação comandada por Washington.Objectivo Irão
Michel Chossudovsky*
:: Colaboradores :: 24.Ago.10
Neste artigo Michel Chossudovsky alerta para o perigo de um ataque iminente ao Irão pelos EUA e pelo estado neofascista de Israel. A concentração de poderosas forças aeronavais no Golfo seria o prólogo de bombardeamentos devastadores de objectivos estratégicos, de acordo com planos há muito elaborados.
Especialistas do Pentágono têm afirmado, porém, que a utilização de armas convencionais no bombardeamento das instalações nucleares subterrâneas de Natanz seria ineficaz pelo que sugerem o recurso a armas atómicas tácticas.
Os próprios dirigentes iranianos duvidam que Obama assuma a responsabilidade de repetir Hiroshima, desencadeando uma tragédia que provocaria a condenação dos EUA pela Humanidade.Falam em proteges os pobres
Mas governam para os ricos
Jorge Lopez Ave*
:: Colaboradores :: 23.Ago.10
Não perdeu actualidade a análise de Ángeles Maestro ao longo desta entrevista. Por isso a publicamos hoje, apesar dos nove meses passados desde a sua publicação.Os Editores
:: Colaboradores :: 22.Ago.10
“Ora, ao contrário do que a RTP a cada passo parece supor, é um equívoco acreditar que as ignorâncias, a incultura em permanente ofensiva, a mixordice musical ou qualquer outra, são baratas: o País paga-as duramente ao longo dos tempos e em diversas moedas.”Filipe Diniz
:: Outros autores :: 21.Ago.10
A realidade já não é escondida atrás dos incendiários presos:
“dos primeiros 25 fogos registados [este Verão], 20 situavam-se em Portugal, 1 em Espanha, 4 em Itália”.
Para além deste dado estatístico, há uma “correlação que existe entre a dimensão e o número de fogos e a evolução territorial, o abandono e a crescente desertificação humana de manchas cada vez mais alargadas do território nacional.”Telesur*
:: Outros autores :: 20.Ago.10
Sendo positiva a sentença do Tribunal Constitucional da Colômbia invalida o acordo entre Uribe e Obama para a instalação de sete bases militares ianques naquele país, ela não pode levar à subestimação da estratégia dos EUA, defendeu Carolus Wimmer, vice-presidente do Parlamento latino-americano.Eugénio Rosa*
:: Outros autores :: 19.Ago.10
Depois da fusão ideológica do PS com a direita e da sua rendição incondicional ao neoliberalismo, todo o dinheiro é pouco para ajudar o grande capital: para que a banca pague 4,3% de IRC (como sucedeu em 2009) é preciso retirar direitos e subsídios aos que deles precisam.
Qualquer pessoa percebe isto, que o dinheiro não é elástico, não é senhores economistas do sistema?E a volta do neoliberalismo
Nilton Viana*
:: Outros autores :: 18.Ago.10
Em entrevista a Brasil de Fato, José Pedro Stédile afirma que “a sociedade brasileira não é democrática. Nós nos iludimos com as liberdades democráticas de manifestação, que conquistamos contra a ditadura, que foram importantes. Mas a verdadeira democracia é garantir a cada e a todos cidadãos direitos e oportunidades iguais, de trabalho, renda, terra, educação, moradia e cultura. Por isso, mesmo quando elegemos governos com propostas progressistas, eles não têm força suficiente para alterar as leis do mercado e a natureza do Estado burguês”.Fernando Krakowiak*
:: Outros autores :: 17.Ago.10
As crises do capital são resolvidas com guerras e maior concentração e centralização do capital (são as janelas de oportunidade) e abatem-se sobre classe trabalhadora e os pequenos e médios empresários.
Neste texto de Fernando Krakowiak vemos como em plena crise a América Latina se está “convertendo na tábua de salvação das principais empresas espanholas”. São as janelas de oportunidade do sub-imperialismo espanhol.Comité Permanente para a Defesa dos Direitos Humanos (Colômbia)
:: Outros autores :: 14.Ago.10
Para os que tinham ilusões que a mensagem do Prémio Nobel da Literatura Gabriel Garcia Marquez amplamente divulgada na imprensa ajudou a criar, aí estão de regresso, menos de uma semana depois da posse de Juan Manuel Santos, os métodos dos governos da oligarquia colombiana.Azelea Robles*
:: Outros autores :: 14.Ago.10
Há algumas semanas foi descoberta na Colômbia de Uribe e Juan Manuel Santos uma fossa comum com 2.000 cadáveres por identificar, perto da cidade de Macarena.
Uribe e o seu ex-ministro da Defesa e actual presidente, Juan Manuel Santos, têm de explicar o monstruoso crime, que políticos e meios de comunicação de todo o mundo procuram, cumplicemente, silenciar.

Neste artigo José Paulo Gascão não só arranca a máscara a Juan Manuel Santos como afirma que a assinatura da «Declaração de Princípios» entre Chávez e Juan Manuel Santos “é uma poderosa ajuda à campanha mediática em curso, de legitimação do criminoso regime colombiano”.
Neste artigo Miguel Urbano Rodrigues critica a hipocrisia dos grandes do capital ao prestarem homenagem ao actual presidente da Colômbia e lamenta a atitude assumida por Hugo Chávez em Santa Marta.
O presidente da Venezuela não foi coerente com a sua politica anti-imperialista. Durante anos sugeriu que às FARC fosse reconhecido o estatuto de organização beligerante; agora cede às pressões de um criminoso como Juan Manuel Santos que vê na guerrilha revolucionaria colombiana um grupo de terroristas.
Este importante texto de Domenico Losurdo é bastante mais do que um invulgarmente lúcido testemunho de diferentes aspectos do que pôde observar em recente viagem à China.
É uma profunda reflexão que, assente em sólido conhecimento da sua complexa realidade e evolução histórica e fundamentada no marxismo, desmonta e denúncia muitas das distorções e preconceitos que a ideologia dominante (incluindo a sua variante oportunista «de esquerda») todos os dias procura inculcar acerca da República Popular da China.
A História ensina-nos e hoje, a vida confirma-o uma vez mais: não há impérios eternos.
No entanto, é inevitável que a actual crise civilizacional “conduzirá ao desmoronar do capitalismo ou a uma era de barbárie”. Generalizar a compreensão do presente momento histórico por um sempre crescente número de pessoas é uma tarefa imperativa que nenhum revolucionário pode recusar.
Neste texto, Pedro Carvalho, amigo e colaborador de odiario.info, depois de analisar as medidas do PEC e considerar que “a luta dos trabalhadores por melhores salários e em defesa da produção nacional, não é só uma luta pela melhoria das condições de vida e pela criação de empregos, é uma condição sine qua non para a saída da crise e acabar com asfixia da dependência externa nacional, que condicionam a soberania e independência nacional. Não existe saída para a crise sem valorização do trabalho e da produção nacional”, conclui que “o PEC é uma «receita» para a recessão continuada da economia portuguesa, para uma cada vez mais injusta repartição e distribuição do rendimento nacional e para o alastramento da mancha de pobreza. O PEC e os orçamentos que lha dão suporte põem também em causa a coesão do território nacional, agravando as assimetrias regionais, entre o urbano e o rural, entre o interior e o litoral.
“Mais do que um dever, vetar a venda Vivo foi uma bravata – temperada pela não percepção de que em capitalismo o poder político está subordinado ao poder económico – que levou Sócrates a enfrentar os interesses imediatos do grupo BES. Mas em capitalismo, como claramente sentenciou um ex-presidente do Bundesbank, «os políticos devem acatar as decisões dos mercados».”
A leitura do fundamentado texto de Layla Anwar deixa o leitor como uma angústia revoltante e algumas interrogações:
Como é possível no século XXI tamanha barbárie?
O que significa direitos humanos para o poder nos EUA?
Como é possível os governos de todos e cada um dos nossos países colaboraram, e pior, terem relações de subordinação com tão desapiedados criminosos?
Cada vez é mais evidente por que razão os EUA não aceitaram para os cidadãos norte-americanos a territorialidade do Tribunal Penal Internacional.
“Nunca antes a humanidade dispôs de tanta informação; mas em época alguma esteve tão desinformada. Nesta era da informação instantânea, as forças do capital estão conscientes de que a transformação da mentira em verdade é cada vez mais imprescindível à sobrevivência do capitalismo.”
O título deste texto de John Pilger sugere-nos que a manipulação informativa a partir dos centros de decisão é encarada como um acto bélico, uma qualquer carga militar sobre o inimigo.
Por isso, “as campanhas coloniais são realmente «guerras de percepção», escreveu o actual comandante David Petraus, onde os media popularizam os termos e as condições. «Narrativa» é a palavra acreditada porque é pós-moderna e carente de contexto e verdade. A narrativa do Iraque é que a guerra está ganha, e a narrativa do Afeganistão é que esta é uma «guerra boa»”.






