ST Louis, como matar a cotovia

António Santos*    24.Sep.17

O texto de António Santos que hoje publicamos o que nunca e demais repetir: a luta contra o racismo é uma das formas assumida pela luta de classes; os tribunais são um dos principais instrumentos de repressão do Estado ao serviço da classe dominante.
De facto, «onde não há justiça não pode haver paz», e não é pela submissão mas pela luta constante e crescente que os povos conquistarão a justiça e a paz.

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Lições da experiência Chilena (1970-1973)

Poder Popular*    23.Sep.17

«Com a vitória das forças de esquerda reunidas em torno da Unidade Popular nas eleições de 1970, o governo de Allende (Partido Socialista em aliança com o Partido Comunista), mesmo com minoria no Congresso, partiu de imediato para ações de amplo alcance popular».
Em 11 de setembro de 1973, o golpe fascista arquitetado, incentivado, apoiado e financiado pelo governo norte-americano através dos seus diversos organismos, veio comprovar que o capital imperialista tolera a democracia representativa apenas e enquanto esta servir os seus interesses de classe. «Os poucos que tentaram [resistir] foram massacrados. A tradição democrática chilena foi quebrada…». Cinquenta mil trabalhadores foram ceifados, o Congresso encerrado, os mais elementares direitos e liberdades suprimidos — o sonho da via parlamentar para o socialismo esbarrou na realidade.
Com a publicação deste texto homenageamos os lutadores da libertadora do Chile e relembramos as lições da experiência chilena.

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O Capital - 150 anos de actualidade na luta de classes

Pável Blanco Cabrera*    22.Sep.17

Este texto comemora a data da 1ª edição de O Capital: 11 de setembro de 1867.
O autor, Pável Blanco Cabrera, mostra neste curto e brilhante texto, como «Marx vai desmontando o modo de produção capitalista e demonstra com clareza e evidências de sobra que a transformação de dinheiro em capital tem como base a exploração do trabalho».

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O discurso de Trump

Paul Craig Roberts*    21.Sep.17

«Pergunto-me [diz o autor] se quem quer que tenha escrito este deplorável discurso tinha a intenção de embaraçar Trump e inadvertidamente embaraçou também os EUA, ou se o (ou os) que o escreveram estão de tal modo imbuídos da arrogância e da presunção dos tempos que correm que simplesmente foram incapazes de se dar conta das extraordinárias contradições que emergiram de forma flagrante ao longo de todo o discurso.»

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O caminho da fome

Gustavo Noronha*    20.Sep.17

«…o ajuste liberal introduzido por Dilma e Levy em 2015 já comprometiam significativamente o orçamento das políticas públicas voltadas para o campo e a floresta, os números do fanatismo ultraliberal do atual governo mostram o trailer de um filme de terror».

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Quem governa os EUA?
A elite do poder no tempo de Trump

James Petras*    19.Sep.17

«Os estadounidenses têm muito que aprender e desaprender. A nossa vantagem estratégica pode residir no facto de a vida política nos Estados Unidos não poder piorar – realmente batemos no fundo e, salvo uma guerra nuclear, só podemos olhar para cima».

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Falsa questão

João Ramos de Almeida*    17.Sep.17

«Defender, pois, uma atomização da negociação laboral representa, sim, um desequilíbrio brutal na relação já de si desequilibrada entre o lado empresarial e o dos trabalhadores, que terá expectáveis consequências sociais gravosas, fruto de um esmagamento das remunerações e condições de trabalho, fortemente pressionados por um nível elevado de desemprego. Baixas remunerações aumentam a emigração jovem, que aumenta o envelhecimento da população, que desequilibra as contas públicas»…

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A dissertação de EVO sobre a verdade

Carlos A. Villalba*    15.Sep.17

“Só entre o ano de 1503 e 1660 chegaram a S. Lucas de Barrameda 185 mil kilos de ouro e 16 milhões de kilos de prata provenientes da América». Que «devem ser considerados como o primeiro de muitos outros empréstimos amigáveis da América, destinados ao desenvolvimento da Europa”.

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Cristiano Ronaldo, a mulher não é uma fábrica

Kajsa Ekis Ekmans*    14.Sep.17

O texto que hoje publicamos é uma justa e fortíssima denúncia das barrigas de aluguer, que começa na coisificação da mulher em máquina de fazer crianças e acaba na violação dos mais elementares direitos da criança.
Normalmente, fala-se deste contrato de compra e venda «como um modo de ter filhos e não como uma maneira de os perder» quando é isso que na realidade acontece.

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A Revolução também foi Feminista

Flávia Biroli*    13.Sep.17

«As confluências entre o horizonte socialista das transformações e a busca da emancipação das mulheres, neles presentes, ainda servem para lembrar eventuais desavisados que revoluções engajam mulheres e homens e que transformações sociais profundas não existem sem que se coloque em xeque a conformação de diferentes dimensões da vida».

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Dez anos depois do começo da grande recessão

Michael Roberts*    12.Sep.17

Dez anos depois do rebentar da crise que originou a Grande Depressão em que ainda estamos mergulhados, acumulam-se indícios de a tímida recuperação que se verifica, dará lugar, mais cedo que tarde, a um novo período depressivo.

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Altice - Tudo bons rapazes

O Tornado*    11.Sep.17

Com 16 anos de vida, o conglomerado de empresas e dívidas que dá pelo nome de Altice, entrou em Portugal apadrinhada pelo ex-ministro Pires de Lima (os bons espíritos sempre se encontram…) em 2012, com um daqueles negócios apenas ao alcance dos prestidigitadores de dinheiro.
Os 5 anos da Altice em Portugal são uma pequena antecipação da barbárie a que estas e outras personificações do capital nos pretendem conduzir.

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