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Drone do Hezbollah voou sobre a palestina

Al-Manar*    24.Jul.16

Poucos serão os que ainda se lembram de o Irão ter derrubado um drone norte-americano sobre território iraniano, já lá vão quase 4 anos.
Então, as autoridades iranianas não satisfizeram o pedido dos EUA de devolverem o drone e disseram que o iam estudar e melhorar.
Foi pelos vistos o que que fizeram com sucesso…

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Na morte de Romesh Chandra

Odiario.info associa-se às homenagens em memória de Romesh Chandra, incansável lutador pela Paz à qual dedicou toda a sua vida

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Marcelo elogia emprego de Durão…Porquê?

Pedro Tadeu*    22.Jul.16

Pedro TadeuNão importa aqui referir o que um outro Marcello, o Caetano, que durante os últimos seis anos do regime fascista esteve à frente do governo, disse sobre o carácter do pupilo e jovem amigo e por que razão lhe vedou o acesso a S. Bento; como pouco importa também o que Pinto Balsemão já disse sobre o carácter do Marcelo Rebelo de Sousa da direção do Expresso, quando Francisco Balsemão era Primeiro-ministro do governo AD, após a morte de Sá Carneiro.
Talvez haja até alguma coerência nos três Marcelos: o de Marcello, o de Pinto Balsemão e o que ocupa o cargo de presidente português.
É que o Goldman Sachs é talvez o mais importante elo do sistema do capital.
E com o patrão dos patrões não se brinca…

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Os indignados

Anabela Fino*    22.Jul.16

Anabela FinoNestes tempos de derrocada, provocada pela crise estrutural do sistema do capital, começa a viver-se o tempo do salve-se quem puder.
Neste texto, Anabela Fino, num ápice, desmonta a fingida indignação que alguns políticos europeus papagueiam sobre a contratação de Durão Barroso pelo Goldman Sachs.
Em «Os Indignados» também se comprova que entre o banco [Goldman Sachs] e a União Europeia há muito está presente uma velha «transumância» em constante renovação.

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Desconstruindo a russofobia

Catherine Brown*    20.Jul.16

“A Russofobia é composta de ignorância, falha de cepticismo e raciocínio, orgulho, hipocrisia, condescendência e grosseria, tudo colocado ao serviço do complexo militar-industruial e da NATO: apoia uma Guerra Fria de um só lado, contra um país que só agora começa a erguer-se depois da queda, está mais interessada em melhorar as condições de vida do seu povo, não quer a guerra e não deseja ser nosso inimigo a menos que tenha de defender-se. “

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Nápoles
Poder popular e anti-máfia social

Davide Angelilli*    19.Jul.16

Os napolitanos estão a viver uma experiência de controlo popular sobre os órgãos de administração local da sua cidade. Do trabalho destas Brigadas de Controlo Popular já resultou a eleição, em 19 de junho passado, de Luigi De Magistris.
«A ideia nasceu de uma dupla necessidade. A primeira, e talvez a mais óbvia para quem vê de fora, foi a necessidade de controlar o processo eleitoral para evitar e denunciar fraudes. Especialmente no sul de Itália, e sobretudo para a eleição das administrações locais, há mecanismos sujos, compra-e-venda de votos, clientelismo… A nossa função foi a de impedir tudo isso e, parcialmente, conseguimo-lo. A segunda ideia foi construir um papel de protagonista para o povo. O processo eleitoral é o que, entre todas as atividades políticas, mais fomenta a delegação do poder. Isto é, de quatro em quatro anos, preenches um papelote e tudo acaba aí. Nós pensamos de forma diferente. Pensamos que o povo tem de ser protagonista da política».

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As nove vidas de Erdogan
E o golpe de Gulen

M K Bhadrakumar*    18.Jul.16

M. K. Bhadrakumar é um experiente e bem informado analista de política internacional:
«Agora, a tentativa de golpe na Turquia ocorre na sequência da reaproximação turco-russa e de sinais nascentes de uma mudança nas políticas intervencionistas de Erdogan na Síria. Naturalmente, a Turquia é um “estado chave” nas estratégias regionais dos EUA e a reaproximação turco-russa chega no momento mais inoportuno para Washington».
Por outro lado, «Gulen obteve a permissão de residência nos EUA (”green card”), aparentemente por recomendação de altos responsáveis da CIA. Desde então tem vivido isolado na Pensilvânia e nunca saiu dos EUA em visita ao exterior».

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Uma ilha Africana

Carlos Pereira*    17.Jul.16

A solidariedade internacionalista do povo cubano foi um exemplo único que superou toda e qualquer proporcionalidade que se queira encontrar.
Por isso, «as forças progressistas e os povos da África jamais esquecerão o contributo da Revolução Cubana para a libertação do continente e o sangue derramado pelos cubanos, muitos deles descendentes de escravos africanos levados à força, séculos antes, para o Caribe».

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Estranhos frutos
nas árvores do sul

António dos Santos*    16.Jul.16

Ninguém pode dizer que 5 os polícias abatidos em Dallas como vingança pelo abate à queima-roupa de 2 negros pela polícia, sem qualquer razão para puxarem da arma não são «uma questão de segurança nacional», como disse o presidente dos EUA. Mas então, como devia Barack Obama, talvez o presidente maior quantidade de sangue a sujar-lhe as mãos o facto de, só este ano, a polícia já ter abatido 388 pessoas, só em Chicago?
O abate de 5 polícias por um veterano de guerra dos EUA é «uma questão de segurança nacional», seguramente, «mas quem se pode surpreender quando um veterano de guerra volta para casa e traz a política externa e o terror com ele?»

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Sim à Paz! Não à NATO!
Protesto contra a cimeira da NATO de Varsóvia

CPPC    15.Jul.16

A Campanha “Sim à Paz! Não à NATO!”, promovida por 26 organizações portuguesas, levou às ruas de muitas cidades do nosso país a defesa da Paz e a denúncia dos propósito agressivos da NATO e da sua cimeira, realizada em Varsóvia nos passados dias 8 e 9 de Julho.

Ao longo do último mês e meio as organizações promotoras da campanha realizaram dezenas de iniciativas de sensibilização e debate, produziram e distribuíram materiais numa defesa comprometida e combativa da Paz como condição essencial ao desenvolvimento, ao progresso e à justiça.

A campanha culminou nos dias 8 e 9 de Julho com iniciativas em Lisboa, Porto, Coimbra e Faro.

Em Lisboa, no dia 8, activistas pela Paz percorreram as ruas, distribuindo documentos e gritando palavras de ordem como “Paz Sim, NATO não!”, “Mais saúde e educação! NATO não!” ou “NATO é agressão, dissolução é solução”, entre outras, num percurso que terminou no Largo Camões com a actuação do grupo Marfa e intervenções de João Barreiros pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional, Regina Marques pelo Movimento Democrático de Mulheres, José Oliveira pelo Movimento pelos Direritos do Povo Palestino e a Paz no Médio Oriente, David Frazier pela Associação de Estudantes da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Ilda Figueiredo pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação.

No Porto, na manhã do dia 9, na rua de Santa Catarina, a Campanha “Sim à Paz! Não à NATO!” realizou um Acto Público, com distribuição de documentos, que contou com a participação de muitos activistas da Paz, contou com intervenções, de Tiago Oliveira, coordenador da USP/CGTP e de Ilda Figueiredo, presidente da direcção do Conselho Português para a Paz e Cooperação.

Em Coimbra e em Faro realizaram-se, no dia 8, acções de contacto com a população com distribuição dos materiais produzidos pela Campanha.

Um pouco por todo o país a campanha “Sim à Paz! Não à NATO!” reafirmou a Paz como necessária ao desenvolvimento e ao progresso humanos e denunciou a NATO com os seus objectivos belicistas e o seu historial de agressão como contrária à segurança e aos interesses dos povos, denunciando que o aumento da tensão e de conflitos, de que a NATO e as potências que a compõem são as principais responsáveis, aumentam o risco de um conflito de grandes proporções que ameaçaria a própria humanidade.

Viva a Paz!

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