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União Africana: pandemia e conflitos*

Carlos Lopes Pereira    13.Feb.21

A recente 34ª Cimeira da União Africana fez o ponto dos sérios problemas com que o continente se defronta: crise sanitária (às debilidades dos serviços de saúde em vários países junta-se a prioridade das grandes farmacêuticas em fornecer vacinas a quem mais pague); persistentes conflitos armados; recuperação económica.

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Entrevista com Nines Maestro, dirigente de Red Roja e especialista em Saúde Pública

“A vacina da Pfizer ainda está a ser testada, o anúncio da empresa é pura propaganda”

-    26.Nov.20

Já se sabia que a pandemia iria ser uma tragédia para muitos e um grande negócio para outros. As grandes multinacionais farmacêuticas estão na primeira linha: ainda não produziram nenhuma, mas lucram milhões nas Bolsas de cada vez que anunciam uma vacina. Vários governos e a UE participam na encenação. Quanto às vacinas que já existem, silêncio.

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A que ruptura nos convoca a crise actual do capitalismo?

Rémy Herrera [*]    13.Nov.20

«O que estou a dizer é que não haverá saída para o problema sanitário com pessoas que destroem o hospital público; nem saída para o problema financeiro com bancos que continuam a especular. Não haverá solução para o problema ambiental com ecologistas uns mais neoliberais do que outros, tal como não houve solução para os problemas sociais com os social-liberais do PS. E acrescentarei que tão pouco haverá saída para o terrorismo religioso com os mercadores do templo que enfraqueceram a educação nacional e a laicidade, vendendo-a ao sector privado, que além disso é confessional.»

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A vacina russa contra a COVID 19, sobre os ombros da URSS

«Se escrevo este artigo é porque creio que ninguém está a falar do óbvio: as equipas científicas russas foram capazes de criar a vacina porque ainda existe uma poderosa estrutura estatal de laboratórios de investigação que foi desenvolvida pela União Soviética.»

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Da Líbia ao Mali, as mesmas guerras*

Carlos Lopes Pereira    08.Ago.20

Após a agressão norte-americana e dos seus aliados, e com a destruição do Estado unitário, a Líbia está dividida entre duas administrações rivais, uma controlando zonas do Oeste, outra com influência no Leste do país, cada uma delas apoiada por milícias armadas e por governos estrangeiros. Para os EUA, a preocupação não são as desastrosas consequências da sua intervenção, mas que a “Corporação Nacional do Petróleo possa retomar a sua actividade vital.”

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As preocupantes previsões da CEPAL

Julio C. Gambina    05.Ago.20

O recente relatório da Comissão Económica para a América Latina e o Caribe aponta um quadro dramático: enorme queda do PIB, enorme aumento do desemprego e da pobreza. A recessão derivada do Covid19 junta-se aos desastrosos resultados das políticas neoliberais, nomeadamente as impostas pelo FMI, e também ao impacto da guerra aberta dos EUA contra qualquer política progressista no continente.

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Após o vírus, nem peste nem cólera
Detenhamos a marcha do capital para o neofascismo!

Rémy Herrera    15.Jul.20

Em França o governo Macron e os interesses que representa reagiram à pandemia com escandalosa desumanidade. Foi o país em que mais claramente foi assumida a orientação de deixar morrer uma parte dos contaminados, num sistema de saúde profundamente fragilizado por décadas de desinvestimento. Assumiram a pandemia como oportunidade para ir mais longe na destruição de direitos cívicos e laborais. E preparam o quadro das eleições presidenciais de 2022 de tal forma que os franceses tenham de optar entre a peste e a cólera: entre Macron ou LePen.

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