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Intervenção na abertura do Fórum Social Mundial

«Para sairmos desta caminhada vertiginosa para o abismo, é necessário evitar que o mercado substitua a política»

António Avelãs Nunes    12.Feb.18

Avelãs Nunes“Neste tempo de crise estrutural do capitalismo os trabalhadores do Brasil, da América Latina, da Europa, dos EUA e de todos os continentes hão-de compreender a urgência de transformar o mundo, começando por mudar as políticas levadas a cabo nas últimas três ou quatro décadas pelo estado capitalista.”

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Desenvolvimentos na África Austral*

Carlos Lopes Pereira    08.Ene.18

Na África Austral estão em curso desenvolvimentos em alguns países onde se vivem velhos problemas e se colocam novos desafios. Na África do Sul, o ANC elegeu um novo líder, Cyril Ramaphosa, com a tarefa de unir o partido, salvaguardar a aliança com o Partido Comunista Sul-africano e a COSATU e ganhar em 2019 a presidência da República. No Zimbabwe, afastado Robert Mugabe, o novo presidente do país e da ZANU-PF, Emmerson Mnangagwa, procura revitalizar a economia e reconquistar a confiança popular. Em Angola, o presidente João Lourenço iniciou o mandato e quer, com o MPLA, «melhorar o que está bem e corrigir o que está mal». Em Moçambique, o governo da FRELIMO trabalha para consolidar a paz e o desenvolvimento.

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América Latina: o pêndulo desloca-se para a direita

James Petras    27.Dic.17

Um importante ponto de situação da evolução política na América Latina. Obviamente controverso, como seria inevitável face a um conjunto tão complexo de processos, tendências, comportamentos das classes em confronto e sua expressão no plano social e político, activa intervenção e ingerência imperialista. Um interessante confronto, também, com a entrevista da embaixadora Claudia Salerno Caldera que publicámos em 23.12.2017

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Drones assassinos na guerra do Sahel*

Carlos Lopes Pereira    26.Dic.17

Os «robots assassinos» vêm oficialmente juntar-se às tropas especiais já no terreno. Com a justificação do «combate ao terrorismo», o imperialismo estado-unidense e aliados alargam a intervenção militar em África – do Sahel à Somália, da Nigéria aos Grandes Lagos –, com o propósito de controlar e explorar os recursos do continente.

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A ficção mais cruel dos nossos dias

José Goulão    04.Dic.17

José GoulãoOs exemplos da cumplicidade entre os operacionais da «guerra contra o terrorismo» e os terroristas abundam. Quando as tropas sírias e os seus aliados russos libertaram Deir ez-Zor encontraram um gigantesco arsenal do Daesh – camuflado e em abrigos subterrâneos – constituído essencialmente por armamento, munições, tanques e viaturas de transporte de fabrico norte-americano e dos seus aliados, desde as mais relevantes potências da NATO a Israel. E, agora que em alguns casos protegem a sua retirada, assumem até o risco de importar terroristas para os seus próprios países.

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Prémios*

Filipe Diniz    09.Nov.17

A atribuição pelo Parlamento Europeu do prémio Sakharov à «oposição democrática» venezuelana já foi devidamente denunciada por aquilo que verdadeiramente representa: uma provocação ao governo bolivariano, um encorajamento a gente que, apoiada pelo imperialismo, procura afundar o país na violência e no caos. Não é excepção. O historial do prémio Sakharov, criado em 1988, é em boa parte dos casos elucidativo da hipocrisia da maioria do PE no que diz espeito a “democracia” e “direitos humanos.”

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Estaline e Hitler: irmãos gémeos ou inimigos mortais?

Domenico Losurdo*    12.Oct.17

A reaccionária teoria do “totalitarismo” procura associar Hitler e Stáline e, em termos gerais, comunismo e fascismo. Este lúcido texto demonstra não só falsidade histórica da assimilação entre essas duas figuras como as reais afinidades entre as concepções do nazismo e as das outras potências coloniais, e as doutrinas racistas – nomeadamente da “supremacia branca,” ainda com tão forte expressão nos EUA dos dias de hoje. Nenhuma falsificação histórica ou teórica pode ocultar que é à URSS que se deve, no fundamental, a derrota do nazi-fascismo.

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