:: Destaques

Odiario
Portugal 2013, o direito à rebelião
Miguel Urbano Rodrigues
03.Mai.13

O desemprego galopante, a miséria de centenas de milhares de famílias, numa sociedade onde a fome já é uma realidade, a convergência de uma multiplicidade de sofrimentos numa angústia colectiva anunciam a proximidade de uma situação de ruptura, num desembocar da indignação das massas.

Odiario
Nota dos Editores O despedimento que se impõe
Os Editores
02.Mai.13

Odiario
“Ostalgia” (1), horror global e renovação das lutas
Sobre a Revolução de Outubro de 1917
Jean Salem
21.Mar.13

“Podemos dizer que a questão do balanço do período histórico iniciado com a Revolução Soviética e com a chegada de Lenine ao poder continua a estar manifestamente em aberto. Podemos dizer que regressará em breve uma reabilitação mais que parcial de Outubro de 1917 e do “socialismo real” com a renovação das lutas e a restauração da esperança”.

Odiario
Nota dos Editores Chavez, o Bolivar do século XXI
Os Editores
05.Mar.13

Odiario
Nota dos Editores O Povo Unido
Os Editores
03.Mar.13

Odiario
Por que lutavam eles na defesa de Madrid em 1936?
Miguel Urbano Rodrigues
19.Fev.13

Brigadas internacionais18 de Julho de 1936 é a data do início da sublevação fascista em Espanha, do início da guerra civil. Recordá-la nos dias de hoje é também relembrar que as potências ocidentais que assumiram a posição de “não intervenção” (hoje empenhadas em agressões imperialistas em vários continentes) agiram como aliados objectivos da intervenção directa dos fascistas alemães e italianos. É, por outro lado, lembrar a heróica solidariedade combatente das Brigadas Internacionais. Recordar esses revolucionários maravilhosos é um dever numa época em que o fascismo levanta a cabeça na Europa, nos EUA, na América Latina. Nas planuras e montanhas da Espanha eles souberam lutar e morrer em defesa da Humanidade, de valores e ideais que conferem significado à vida.

Odiario
Cunhal e a luta em defesa do papel de vanguarda do PCP
José Paulo Netto*
23.Jan.13

José Paulo NettoPublicamos hoje o primeiro de um conjunto de artigos que se inserem na comemoração do centenário de Álvaro Cunhal. Em texto inédito, José Paulo Netto* estuda a trajectória do histórico dirigente revolucionário, a sua luta intransigente e permanente contra os desvios de direita e o oportunismo burguês no seio do movimento comunista e do próprio PCP, o seu papel central no desenvolvimento de uma teoria da revolução portuguesa.