Artículos de: Abril, 2007

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A raiva de Chaplin

Dário Fo*    30.Abr.07    Outros autores

Dário Fo
“… Ninguém se preocupa em sublinhar a raiva de Chaplin contra a sociedade (…), nem sequer, e sobretudo, a raiva da sociedade contra Chaplin, uma sociedade já exacerbada e exageradamente desconfiada de qualquer coisa que cheirasse a «diferente».

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Banco de Portugal abandona indepêndencia

Eugénio Rosa*    29.Abr.07    Colaboradores

Banco de Portugal abandonou a independência e rigor técnico a que está obrigado e entrou na campanha para baixar salários e liberalizar despedimentos.

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O Pensamento múltiplo

Carlo Fabretti *    28.Abr.07    Outros autores

Carlo Fabretti

Chamar “pensamento único” ao discurso imposto pelo poder (isto é, a ideologia dominante) torna-se equívoco e contraditório. O facto desta denominação se ter tornado uma moda é um motivo mais para a contestar.

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Trafulhices

Pedro Guerreiro    27.Abr.07    Outros autores

“Um dos falsos argumentos utilizados para tentar (re)impor o conteúdo da rejeitada «constituição europeia» é a necessidade de uma pretensa «eficácia» no processo de tomada de decisão. Como anteriormente, a «eficácia» é usada com o intuito de ocultar a questão central do poder e controlo do processo de decisão ao nível da UE”

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Anotações acerca do capitalismo da Igreja

Jorge Messias*    26.Abr.07    Colaboradores

“…Com o aperfeiçoamento [dos] mecanismos financeiros, o Vaticano lançou uma outra poderosa estrutura prioritariamente virada para os problemas sociais e cujo fecho da abóbada é constituído pela chamada sociedade civil. Trata-se de fornecer ao capitalismo a religião e a caridade como canais de derivação da indignação popular e de ocupar, de forma indirecta, o espaço que em democracia pertence ao Estado. (…) Como se vê, capitalismo e religião são duas formas para o mesmo sapato”

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A Revolução de Abril 33 anos depois: balanços e perspectivas

João Aguiar *    25.Abr.07    Colaboradores

cravo

Em 25 de Abril de 1974 derrubou-se o regime fascista português. O fascismo existiu, torturou, matou e explorou o povo português e os povos das colónias durante 48 anos.

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