Mais do que pela análise feita no texto, que não é nova nem aprofundada, a sua publicação é justificada por ser de quem é, um homem do establishment: nada mais nada menos que o antigo Secretário Adjunto do Tesouro, no governo de Reagan…
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“Bush é o principal responsável pelo trágico retrocesso das liberdades e garantias individuais nos Estados Unidos e no mundo nesta década; González será recordado como o executor chave desse retrocesso”.

Há muito que as burguesias nacionais subordinadas aos imperialismos norte-americano, europeu e japonês, aprenderam que, nesta fase, não é necessário recorrer à censura prévia para dominar os meios de comunicação social. Basta, por critérios ditos jornalísticos, desinformar e moldar as consciências. É a globalização imperialista da informação, contra a qual é cada vez mais necessário intensificar a luta: informando.
“Desde que a chanceler Ângela Merkel iniciou a governação em Berlim, e decidiu inaugurar a presidência alemã da UE visitando Bush e declarando que «os nossos sistemas económicos baseiam-se nos mesmo valores», os governos da União Europeia, de maioria socialista ou conservadora, alinham cada vez mais com os Estados Unidos”.
No momento presente são vários os países que apresentam, “de forma cada vez mais explícita, suas reivindicações expansionistas. No mesmo dia da crise da bolha imobiliária, a aviação russa sobrevoou a base militar americana de Guam, no Pacífico, pela primeira vez desde o fim da Guerra Fria. E na mesma semana, colocou uma bandeira russa de titânio no leito do mar do Ártico, num gesto simbólico de disputa territorial, energética e militar, com o Canadá, Noruega, Dinamarca e Estados Unidos”.
A população iemenita observa que os acordos com os EUA continuam no caminho de engordar os sectores mais corruptos do Estado, ao mesmo tempo que o desemprego aumenta e as legítimas expectativas das massas são frustradas.

Encurraladas, sem qualquer perspectiva de uma melhoria da situação no Iraque, os comandantes militares apenas têm uma dúvida: como retirar organizadamente de uma guerra que já está perdida.



