
Publicamos hoje o comunicado do Estado-Maior Central das FARC-EP, de 28 de Fevereiro, onde anunciam a libertação unilateral de 4 congressistas que detinham como prisioneiros de guerra.
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Miguel Urbano Rodrigues escreve neste artigo sobre o Tribunal Internacional de Consciencia que se reuniu em Bruxelas na semana passada para julgar os crimes monstruosos cometidos pelo Estado neonazi de Israel durante a agressao ao povo do Líbano no verão de 2006.
“Os sonhos de democracia e de paz confundidos com o liberalismo à escala planetária, desmoronaram-se por sua vez. As promessas que podiam inspirar o devir duma livre circulação das pessoas, dos bens e das ideias, o fim da escassez, a partilha dos conhecimentos e o mútuo enriquecimento das culturas, revelaram-se o que de facto eram - abstracções idealizadas”. E para concretizar esses sonhos só há um caminho, partindo da “(…) experiência inesgotável da luta de classes”

Publicado em Londres em Fevereiro de 1848, o Manifesto do Partido Comunista é o primeiro documento programático do comunismo científico, uma exposição coerente da base doutrinária de Marx e Engels.
Com este artigo do nosso colaborador João Aguiar, Diário.info comemora a passagem do 160º aniversário da sua publicação.

No momento em que revolucionários marxistas comemoram em dezenas de países o 160º aniversario do Manifesto Comunista, Ana Saldanha,nossa colaboradora, escreveu para odiario.info o artigo que hoje publicamos.
“(…) Com a passagem do tempo e com a progressiva emancipação das ciências e a autonomização dos métodos laicos da investigação e do ensino, a Igreja foi perdendo grande parte da influência que ganhara nas áreas da política, da economia, da cultura e da educação, na vida social – em suma, na sociedade. Mas a hierarquia sempre teve em mente reocupar o ascendente perdido e ampliá-lo. O clero e as instituições confessionais religiosas ou laicas (a que recentemente se passou a chamar sociedade civil, com o sentido de Igreja) aguardaram pacientemente que estivessem reunidas condições para a grande contra-ofensiva.
“Nunca é demais relembrar que a secessão do Kosovo é parte integrante do grande plano imperialista de desmembramento da Jugoslávia. Um plano que teve o seu ponto mais crítico em Março de 1999 (…) e que passou pelo estabelecimento de toda uma máquina de instigação à violência étnica e de propaganda e fabricação de mentiras que visou diabolizar Slobodan Milosevic - assassinado na prisão quando as verdades reveladas pela sua defesa no Tribunal Penal Internacional para a Jugoslávia se tornaram insuportavelmente incómodas para as potências da NATO»



