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Reunião do Congresso Unitário Popular">

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Reunião do Congresso Unitário Popular


A Conferência sobre o Afeganistão que agora decorre em Londres tem como grande preocupação encontrar um calendário de «redução progressiva do envolvimento militar sem dar a impressão que se trata de uma simples estratégia de saída”» do atoleiro em que os imperialismos (e Obama pessoalmente) se meteram.
Rui Paz esclarece neste texto por que razão as potências imperialistas, coadjuvadas por países periféricos como Portugal, fazem a guerra do Afeganistão.

Embora só tenham lugar dentro de um ano, já se antevê que as próximas eleições presidenciais em Portugal darão lugar a mais uma gigantesca operação de mistificação.
Neste artigo, José Paulo Gascão desmonta a campanha em preparação de apresentar o candidato a candidato Manuel Alegre como o político de mãos limpas, de “causas”, e uma encarnação da consciência social e democrática do povo português e dos seus anseios de mudança.

O regime censório instaurado pelas centrais de desinformação tem-se revelado mais eficaz que o lápis azul da censura fascista e é consequência do domínio da comunicação social pelos grupos monopolistas. As novas leis de trabalho e a criação duma reserva de jornalistas desempregados e jovens à procura de primeiro emprego completam o quadro que proporciona aos profissionais da informação toda a liberdade de escreverem o que o patrão pensa…

Pese a dificuldade que muitas pessoas ainda têm de encarar a realidade, a verdade é que com Obama a política belicista dos EUA não só se manteve, como há já vários exemplos de ter recrudescido.
Agora procuram recolonizar o continente africano para o que precisam de aí instalar um exército de armamento sofisticado – AFRICOM

Por muito que custe a tantos milhões que no mundo confiaram, honesta e sinceramente, numa mudança, é cada vez mais evidente que a política externa de Obama é hoje mais agressiva que algum dia o foi a de George W Bush.
Agora, “de uma forma paralela à escalada da guerra no sul da Ásia (operações contra a insurgência no Afeganistão e ataques com mísseis lançados por [aviões telecomandados] drones no Paquistão, os EUA e os seus aliados na NATO têm preparado o trabalho preliminar para operações navais, aéreas e terrestres cada vez maiores no Corno de África e no Golfo de Áden”.

“Aquilo que parecia impossível há um ano está a acontecer: a política externa de Obama é mais agressiva e perigosa para a Ásia, África e América Latina do que a de George Bush. Mas essa realidade não se tornou ainda evidente para as grandes maiorias, influenciadas pela campanha de âmbito mundial que apresenta o presidente dos EUA como um político progressista e um defensor da paz.
Os actos desmentem-lhe, porém, as promessas e a oratória”.