Exige Condenação do Sionismo Fascista
O impacto internacional das grandes lutas dos comunistas gregos tem hoje uma importante consequência: é que ao contrário das teses dos que, não tendo força nos seus países, afirmam que a prioridade é para as lutas globais que depois teriam repercussão nacional o que se vê é que a luta de massas em cada país, se conduzida com uma firme perspectiva de classe, tem necessariamente uma poderosa componente internacionalista.
“… É pelo menos um pouco em termos de catástrofe simultaneamente temida e desejada que as estações tratam a crise e os seus efeitos presentes e futuros. O governo já uma ou outra vez fez sentir que não gosta disso, que assim os media lançam o óleo do pessimismo sobre a fogueira das realidades já em brasa, mas quem é que dá importância ao que o governo diz?”
A brutal e desumana ofensiva do grande capital terá hoje, 29 de Maio a primeira grande resposta da classe trabalhadora portuguesa.
“As medidas que o grande capital preconiza não são mais do que a imposição a essa maioria imensa dos interesses de uma insignificante minoria e da corte dos seus serventuários.”
O autor, José Paulo Gascão, depois de caracterizar a presente ofensiva de classe contra a classe trabalhadora, conclui:
“A luta será dura, longa, terá vitórias e algumas derrotas e não será exclusivamente em grandes manifestações de massas como a que se realiza dia 29 de Maio, nem só no Parlamento. Terá de ser uma luta diária, organizada, de classe, uma luta sem tréguas que passa também pelo esclarecimento do trabalhador e do vizinho que estão ao nosso lado.”
Quanto mais evidente se torna a fase senil do capitalismo, maior é a pressão e o recurso à mentira e à falsidade dos meios de comunicação do sistema contra Cuba e todos os que se opõem coerentemente ao sistema.