“…Os países industrializados ou não dispõem de [dessas] fontes de energia ou neles estas já se encontram em avançada fase de esgotamento (casos dos EUA e do Reino Unido), então o capitalismo internacional, que anteriormente colhia as rendas a montante, à boca da mina ou do poço, nos países produtores e através das corporações transnacionais, procura agora extrair as rendas a jusante do ciclo de vida dos combustíveis fósseis, no consumo final, na forma de «taxas de carbono» ou outras.
Para que esta estratégia passe desapercebida nos seus intentos, importa não admitir a escassez dos recursos fósseis ao nível da sua extracção, mas sim fazer valer o constrangimento ao nível da sua utilização final – as emissões de CO2. (…) E como táctica esquemática, dividir as pessoas que tenham opinião entre optimistas e pessimistas (quanto aos recursos), ou entre cépticos e crentes (quanto às emissões); tudo matéria de opinião; sobre que os políticos decidem a favor dos poderes económicos.
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«Grandes têm sido os desafios e perigos desde o triunfo da revolução»
É compulsivo o conflito de José Sócrates e do seu governo com a verdade, recorrendo amiúde para a sua resolução à meia verdade publicitária e á ocultação de factos.
É o que se passa com o número de desempregados existente no país, como o demonstra Eugénio Rosa no texto que hoje publicamos
O conhecimento do passado e a memória são elementos indispensáveis à compreensão do presente e à projecção do futuro…
Maria e José na Palestina em 2010
Neste conto de Natal de James Petras, a alegoria ao nascimento de Jesus mostra-nos a persistência secular da injustiça e aponta-nos a necessidade de lutar por um mundo moderno.
Teoria e História
Neste texto, Mauro Iasi apresenta-nos o último livro de Virgínia Fontes, O Brasil e o capital-imperialismo. Teoria e história, uma reflexão profunda sobre “as formas contemporâneas do modo de produção capitalista, o sistema internacional da dominação do capital, a dinâmica da luta de classes atual, as manifestações do inconformismo e do amoldamento da classe trabalhadora, a questão da democracia.”
Há várias maneiras de assassinar um jornalista, mas a mais eficaz é impedi-lo de fazer jornalismo ao arrepio da estupidificante norma em vigor nos media de referência.



