Artículos de: Septiembre, 2011

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Discurso de Mahmoud Ahmadinejad [*] na 65ª sessão da Assembleia-Geral da ONU

Mahmoud Ahmadinejad    30.Sep.11    Outros autores

Mahmoud AhmadinejadOs grandes meios de comunicação social mundial seguem a prática de silenciar, deturpar e caricaturar as posições políticas de todos os que não se encontrem inteiramente submetidos à engrenagem imperialista dominante. Publicando o recente discurso do Mahmoud Ahmadinejad na ONU, o diário.info (acompanhando outros meios de informação que prezam a liberdade) cumpre a indispensável tarefa de romper essa teia de desinformação.

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Com o dedo no gatilho*

Filipe Diniz    28.Sep.11    Colaboradores

O discurso da direita insiste em que “temos vivido acima dos próprios meios”. Não é certamente aos trabalhadores e ao povo que tal diagnóstico se aplica. Do que se trata é simplesmente do país mais desigual da UE, cuja desigualdade a política de direita acha que chegou a altura de institucionalizar.

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Nota dos Editores

A matança Líbia

Os Editores    26.Sep.11    Editores
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Aprofunda-se a crise para os trabalhadores - É tempo de dar resposta

Fred Goldstein    26.Sep.11    Outros autores

Fred GoldsteinNos EUA o peso da crise capitalista recai sobre os trabalhadores de forma cada vez mais dura: o desemprego aumenta, a produção foi reorganizada em termos que aumentam exponencialmente a força de trabalho inactiva. Sem uma intervenção governamental do mesmo tipo da que foi realizada no período da Grande Depressão, a massa dos desempregados e dos pobres não cessará de aumentar. Mas a solução real é a ruptura com o sistema da exploração capitalista.

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O pequeno dicionário crítico - 29 - Quem são os amigos do povo

Vaz de Carvalho    25.Sep.11    Outros autores

Os dois principais partidos da “troika” nacional da política de direita, PS e PSD, apresentavam-se em 1974 como defensores do socialismo e até como marxistas. Porque escolheram Soares e Sá Carneiro esse embuste? A resposta é simples: o povo português incluindo largas camadas da classe média compreendiam que a alternativa ao fascismo no nosso país só podia ser o socialismo. O capitalismo tentaria “mudar alguma coisa para que ficasse tudo na mesma”. Como foi salientado então: a recuperação capitalista em Portugal representaria o subdesenvolvimento económico, social e político. Foi esta a realidade para onde nos encaminharam - sempre mentindo.

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O anticomunismo, arma estratégica da ideologia burguesa*

Manuel Gusmão    24.Sep.11    Colaboradores

 Manuel GusmãoSendo social e colectivamente produzida, a ideologia burguesa funciona como uma banca onde se vão buscar estruturas pré-fabricadas de sentidos que asseguram aos indivíduos uma estruturação e uma afirmação de si próprio como sujeito. Podemos dizer que o indivíduo abstracto burguês é um produto das relações de produção capitalistas e da ideologia burguesa que se apresenta como um pensamento que seria uma função de tal sujeito. Ou seja, a ideologia burguesa constitui um sujeito ilusoriamente criador de um pensamento, que é de facto fabricado algures.
O anticomunismo é uma das formações da ideologia burguesa de conteúdo mais virulento e agressivo.

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