Artículos de: Marzo, 2012

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Colômbia procura paz e justiça:
O contexto internacional e nacional

James Petras    31.Mar.12    Colaboradores

James PetrasA democratização da Colômbia exige o crescimento de poderosos movimentos sociais independentes que representem todos os sectores populares da sociedade colombiana; é necessário que a investigação judicial e o julgamento do ex narco-presidente Álvaro Uribe e dos seus colaboradores mais próximos, por homicídios políticos, se alargue ao actual regime de Santos. O recente “acordo de comércio livre” entre Obama e Santos tem que ser repudiado porque é um obstáculo ao desenvolvimento interno e ao aprofundamento de relações económicas mais promissoras com a Venezuela e o resto da América Latina e a Ásia.

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O processo de concentração e centralização do capital

Pedro Carvalho*    30.Mar.12    Colaboradores


Apesar da passagem de quase um século mantêm-se com particular acuidade para qualquer caracterização dos traços do desenvolvimento do sistema capitalista na actualidade os traços fundamentais utilizados por Lénine para descrever a fase imperialista do capitalismo. Nomeadamente o grau de concentração da produção e do capital que teve como consequência o monopólio, o predomínio do capital financeiro no comando do processo de acumulação de capital – a existência de uma oligarquia financeira, a exportação de capitais como aspecto determinante para cumprir a vocação universal do capitalismo e «internacionalizar» o circuito do capital, a formação de organizações internacionais monopolistas e a partilha do mundo pelas principais potências imperialistas, com o recrudescer do (novo) colonialismo.

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Marx, 129 anos após a sua morte
Mais vivo e actual que nunca

Atilio A. Boron*    29.Mar.12    Outros autores

O mundo de hoje parece-se de forma surpreendente com o que Marx e o seu jovem amigo Engels previram num texto assombroso: O Manifesto Comunista. Este sórdido mundo de oligopólios rapaces e predatórios, de guerras de conquista, de degradação da natureza e saque dos bens comuns, de desintegração social, poder e tecnologia, de plutocracias travestidas para aparentarem ser democracias, de uniformidade cultural definida pelo “american way of life” é o mundo que todos os seus textos anteciparam. Por isso são muitos os que nos capitalismos desenvolvidos já se perguntam se o século XXI não será o século de Marx.

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EUA pressionam o Papa contra Cuba

David Brooks*    28.Mar.12    Outros autores

Embora irmanados nos fins, Vaticano e imperialismo norte-americano seguem por caminhos diferentes a sua cruzada contra Cuba.
A experiência política no caminho do retrocesso histórico adquirida pela Igreja durante o papado de João Paulo II, em grande parte do qual as linhas mestras eram já definidas pelo cardeal Ratzinger - o actual Papa - podem levar o Vaticano a não ceder a Washington e Miami. O que não significa que os seus objectivos sejam divergentes…

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Saudação e Solidariedade

Américo Nunes*    27.Mar.12    Outros autores

O que define uma greve como Greve Geral não é se todas as organizações convocam e aderem. É se quem convoca se dirige a todos os trabalhadores. A grande Greve Geral de 22 de Março não deixou de o ser por a UGT - que assinou o pacote de malfeitorias que o governo e a troika lhe puseram à frente - não aderir. E se agora a UGT vem tentar minimizar esta luta, esse ataque vem na sequência lógica dessa assinatura, não de qualquer desejo de intervir em defesa dos trabalhadores.

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Inviáveis soluções para as crises
David Harvey* alerta para incapacidade do capital em resolver seus problemas

“As crises podem ocorrer em qualquer sistema, já que não é possível imaginar uma sociedade onde tudo funcionaria perfeitamente. Mas em um sistema não-capitalista as crises seriam de outro tipo. Acho que estamos nessa encruzilhada histórica, onde não temos muita segurança do que seria possível. Então surge o debate sobre reforma ou revolução. Eu acredito que há reformas que levam à revolução.”

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A sangrenta estrada para Damasco:
A guerra da tripla aliança contra um Estado soberano

James Petras [*]    25.Mar.12    Colaboradores

James PetrasAssim como a “esquerda” e “progressistas” declararam o brutal ataque à Líbia ser a “luta revolucionária de democratas insurgentes” e a seguir afastaram-se, lavando as mãos da sangrenta consequência de violência étnica contra líbios negros, eles agora repetem os mesmos apelos à intervenção militar contra a Síria. Os mesmos liberais, progressistas, socialistas e marxistas que estão a apelar ao Ocidente para intervir na “crise humanitária” da Síria a partir dos seus cafés e gabinetes em Manhattan e Paris, perderão todo interesse na orgia sangrenta dos seus mercenários vitoriosos depois de Damasco, Alepo e outras cidades sírias terem sido bombardeadas pela NATO até à submissão.

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