Artículos de: Octubre, 2013

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Novo jogo, nova obsessão, novo inimigo – agora é a China

John Pilger    31.Oct.13    Outros autores

Para Obama há uma causa premente – a China. A África é a história de êxito da China. Onde os americanos trazem drones, os chineses constroem estradas, pontes e barragens. O que os chineses querem é recursos, especialmente combustíveis fósseis. O bombardeamento da Líbia pela NATO expulsou 30 mil trabalhadores chineses da indústria petrolífera. Mais do que o jihadismo ou o Irão, a China é agora a obsessão de Washington na África e para além dela.

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A unidade combativa dos trabalhadores trava despedimentos dos “5” do Sindicato dos Transportes Escolares (School Bus Union)

Joseph Piette    30.Oct.13    Outros autores

Ontem, 28 de Outubro, terão tido início os processos disciplinares visando o despedimento de 5 sindicalistas em Boston. É um processo de arbitrariedade patronal como tantos outros. Mas o ser corrente não significa que possa ser banalizado. Cada episódio da luta de classes e de resistência dos trabalhadores contra a repressão patronal diz-nos respeito a todos, onde quer que estejamos. As transnacionais têm tentáculos em todo o lado, como neste caso que vai de Boston à Colômbia. Acompanhamos solidariamente este processo.

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O Estado e a violência

Mauro Iasi    29.Oct.13    Outros autores

Na abstração dos direitos somos todos somos iguais. Na particularidade viva da sociedade burguesa somos pobres, pretos, favelados, facilmente identificados para receber práticas discriminatórias em nome da ordem a ser mantida.

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Metamorfose da “doutrina Obama”

Manlio Dinucci    28.Oct.13    Outros autores

O “democrata” Obama, que se apresentou como uma «pomba» – laureado inclusivamente com o Premio Nobel da Paz– prossegue agora fundamentalmente a estratégia do republicano Bush, o «falcão», de aberto apoio à intervenção armada onde quer que seja. O imperialismo está revestido da sacrossanta “responsabilidade de proteger”.

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Data, projecto e futuro*

Correia da Fonseca    26.Oct.13    Colaboradores

Por muito que os porta-vozes da ideologia dominante o queiram remeter para um passado que desejam remoto, o 25 de Abril não é apenas uma data, é um projecto político que visa uma profunda transformação social. E há sucessivas gerações de Abril que lhe dão presente e futuro.

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Passos Coelho, personagem das contra-utopias

“Ao escutar-lhe o discurso de Rei Ubu, conclui que a oposição não deveria tomá-lo a sério nos debates. Admito que seria mais útil confrontá-lo com a sua dimensão de personagem kafkiana.”

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