Artículos de: Diciembre, 2013

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Bases militares na América Latina e Caribe

FARC-EP    30.Dic.13    Outros autores

Há 36 bases militares norte-americanas disseminadas por todo o continente. Só na Colômbia há doze, escrevem as FARC em novo comunicado

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Obama e o secretismo dos ataques com aviões não tripulados

Amy Goodman*    29.Dic.13    Outros autores

Apesar das cínicas garantias de Obama, os ataques com drones continuam a vitimar milhares de civis, numa das mais sistemáticas operações de terrorismo de Estado que o imperialismo juntou até agora ao seu infindável rol de crimes.

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Guarani e Kaiowá, do Yvy Katu, resistem à ordem de despejo

“Decidimos resistir à ação de despejo e seremos mortos pela arma de fogo dos homens brancos ou policiais. Não há dúvida. Não iremos recuar nem um passo para trás, vamos resistir por questão de honra e profundo respeito aos nossos ancestrais”, diz a carta, em nome de 5 mil índios.

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O que está em jogo com o tratado nuclear do Irão

Sara Flounders    27.Dic.13    Outros autores

A hostilidade dos Estados Unidos e as sanções impostas começaram muito antes de o Irão reactivar o seu programa de energia nuclear. Tiveram início logo após o derrubamento revolucionário da brutal monarquia imposta pelos Estados Unidos em 1979.
Desde então a estratégia dos Estados Unidos tem sido desestabilizar o estado iraniano e sabotar a sua economia com o fim de dominar mais uma vez os ricos recursos do país. Washington utilizou a sabotagem económica e industrial, assassínios de líderes políticos e cientistas e cerco militar. Wall Street apoderou-se de milhares de milhões de activos iranianos, que somam agora mais de $100 mil milhões de dólares em fundos congelados.
É esse o contexto deste acordo, desigual, mas que permite alguma descompressão sobre os constrangimentos de toda a ordem que o imperialismo tem imposto.

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O povo resiste na Guiné-Bissau*

Carlos Lopes Pereira    26.Dic.13    Colaboradores

Carlos Lopes PereiraDesde o golpe que derrubou o primeiro-ministro Carlos Gomes Júnior, líder do PAIGC e vencedor da primeira volta das eleições presidenciais, as forças armadas da Guiné-Bissau e os seus chefes impuseram um presidente da República de «transição» e um governo de fachada, financiado pela Cedeao. A cúpula militar guineense é acusada de saquear os cofres do depauperado Estado, de estar envolvida em toda a espécie de negociatas e de relacionar-se com traficantes de droga, de armas e, ultimamente, de redes de imigração ilegal. Mas o povo resiste, como demonstra a Greve-Geral de cinco dias que decorreu na passada semana.

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1914-2014*

Jorge Cadima    24.Dic.13    Outros autores

Jorge CadimaPassam em 2014 cem anos sobre o início de uma das grandes tragédias humanas, a I Guerra Mundial. Desencadeada pelas grandes potências europeias, custou milhões de vidas e deixou um colossal rasto de destruição. A memória dos povos deve manter bem viva essa tragédia, porque a classe dominante não só já a repetiu como permanece capaz de voltar a repeti-la.

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