Artículos de: Octubre, 2015

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EUA mandam tropas para os Camarões*

Carlos Lopes Pereira    30.Oct.15    Colaboradores

No quadro da sua estratégia de domínio global, e tal como procura fazer noutras partes do mundo o imperialismo, com os EUA à frente, tem reforçado continuamente a presença militar em África, visando facilitar a pilhagem das suas riquezas e, até, a sua recolonização. Sempre com o argumento do «combate ao terrorismo» e também à «pirataria», tropas dos EUA estão baseadas no Chade, no Níger, no Burkina Faso, no Sudão do Sul, na Etiópia ou no Uganda. Num eixo que cruza o continente de Oeste a Leste, do Golfo da Guiné ao de Áden.

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“A invasão do Iraque foi o pior crime deste século”

Noam Chomsky    29.Oct.15    Outros autores

A invasão do Iraque pelos EUA em 2003 é “o pior crime deste século”, assegurou o politólogo e filósofo Noam Chomsky em entrevista ao programa “The Empire Files”, conduzido por Abby Martin e transmitido por teleSUR inglês.
(Ver vídeo: https://www.youtube.com/watch?time_continue=9&v=mBZLnfKSa_k)
Chomsky condenou também o apoio dos políticos estado-unidenses ao emprego da força militar.

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“Despovoamento estratégico” da Síria, causa provável da crise dos refugiados na UE, diz Julian Assange

ThePressProject    28.Oct.15    Outros autores

A informação não é nova nem é surpreendente. Mas é útil juntá-la ao infindável rol dos crimes do imperialismo, para cujas ambições nenhuma tragédia humanitária é suficientemente grande.

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Aonde vamos

Oscar Ugarteche    27.Oct.15    Outros autores

O crescimento anémico da América Latina vai continuar, num mundo divorciado entre a austeridade em Brasil e México, que vai fazer tombar o crescimento de ambos os países e talvez também o seu índice de preços; a estagnação do G7 e o auge asiático. A tudo isto somado chama a srª Lagarde haver superado a crise, numa interessante inovação do uso da palavra “superar”. A crise não é um ponto mas um processo, e ainda aí continuamos.

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A “Objetividade” do jornalismo em Portugal, e a degradação dos serviços públicos que é urgente inverter

Eugénio Rosa    26.Oct.15    Outros autores

Jornalistas e comentadores destilam um discurso agressivo contra aquilo que designam por “esquerda radical”, e um anticomunismo primário e serôdio como há muito não se exprimia no país. Um presidente da República, salazarento e sem sentido de Estado, que divide os portugueses em bons e maus portugueses e que, se pudesse, substituiria a velha declaração salazarista que era obrigatória para ingressar no Estado - “activo repúdio do comunismo e de todas as ideias subversivas” - por uma outra com os seguintes dizeres: “activo repúdio das ideias contrárias ao euro, ao Tratado Orçamental, à União Europeia, e aos mercados”.
Perante o fogo de barragem reaccionário é essencial recordar o que aconteceu nestes últimos 4 anos, até para que a gigantesca operação de manipulação e de branqueamento do passado recente, que está em curso, não tenha êxito.

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O jogo da hipocrisia num sistema institucional apodrecido

O comportamento e as declarações do Presidente da Republica, dos principais dirigentes do PSD e do CDS e a histeria especulativa do sistema mediático caracterizam um jogo de hipocrisia degradante e desacreditam um sistema institucional apodrecido. Num tal quadro, a possibilidade de uma saída positiva não passa pelas instituições. Reside na intensificação da luta de massas.

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