Artículos de: Febrero, 2017

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Madrid: Crónica da concentração de repúdio pelo ataque do governo fascista de Kiev contra a resistência no Donbass

.    28.Feb.17    Outros autores

Em Madrid, duas iniciativas afirmaram o repúdio popular pelos fascistas instalados no governo em Kiev: uma concentração denunciando os criminosos bombardeamentos de que a população civil do Donbass vem sendo alvo, e a rejeição, por parte dos adeptos do Rayo Vallecano, da contratação de um futebolista ucraniano amplamente conhecido pelas suas simpatias nazis.

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Um Estado*

Jorge Cadima    27.Feb.17    Outros autores

Há aspectos em que a política de Trump difere da dos seus antecessores apenas pela boçalidade com que exprime o que outros evitavam dizer. É o caso dos direitos do povo palestino, de cuja nação, no quadro da solução «dois estados» propugnada pela ONU, Trump se demarcou. O sionismo aplaude este encorajamento à sua política de anexação e genocídio. E o secretário-geral da ONU, Guterres, convidou para vice secretária-geral a mulher que era ministra da justiça de Israel na altura do massacre de Gaza em 2014.

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A redução do défice em 2016 foi conseguida à custa da Segurança Social, da Função Pública, do Investimento Público e da contenção da despesa do SNS.

Os Editores    25.Feb.17    Outros autores

O governo vangloria-se de uma redução do défice ainda superior ao que a troika exigiria. Não há razão para festejar, se essa redução é obtida à custa de um elevado excedente obtido na Segurança Social - nomeadamente com a diminuição do número de beneficiários de prestações sociais de combate à pobreza - e na Administração Local, e do congelamento das remunerações e das carreiras dos trabalhadores Função Pública. Ao mesmo tempo os juros e encargos com a divida pública foram, em 2016, 2,1 vezes superiores a todo o investimento.

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As ligações de Trump com o passado e a ressurreição da esquerda

James Petras    24.Feb.17    Destaques

Um dos aspectos mais significativos do momento actual é a evidência da agudização de fracturas internas nas principais potências imperialistas, nomeadamente nos EUA e na UE. Num quadro em que emergem novos perigos, emergem e tomam a iniciativa também forças sãs, populares e democráticas. A classe dominante gerou um mundo desumano e insuportável, cujos principais dirigentes são figuras repelentes. A luta de classes intensifica-se.

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A voz incómoda*

Correia da Fonseca    23.Feb.17    Colaboradores

Num programa da televisão pública, a apresentadora interrompe o secretário-geral da CGTP, que denunciava com números e factos as consequências da legislação laboral imposta pelas troikas, e que o actual governo não quer rever. É assim o pluralismo do sistema: os representantes da classe dominante têm todo o tempo e todos os espaços que quiserem. Para os trabalhadores, o pouquíssimo tempo disponível ainda é reduzido. A razão é fácil de entender: o público de um grande meio e comunicação de massa é constituído maioritariamente por explorados, não por exploradores. Mas é o discurso dos exploradores o que lhe é impingido.

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