Autor: “ Filipe Diniz ”

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Capital fictício, cidade fictícia*

Filipe Diniz    13.Ago.17    Colaboradores

A actual crise geral do capitalismo tem como uma das suas componentes o colapso de diversas bolhas imobiliárias e da engrenagem do crédito hipotecário a elas associado. O capital financeiro encontrara nesse sistema formas de exponenciar lucros a taxas muito superiores às possíveis na economia real. Economia especulativa, espaço privilegiado de circulação de capital fictício, converte os lugares materiais em que toca a habitação e a cidade em simulacros igualmente à beira do colapso.

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Um ministro invisível*

Filipe Diniz    09.Abr.17    Colaboradores

Se os que vivem do seu trabalho ou da sua pensão são as primeiras vítimas das políticas “de austeridade”, ao indigente sector da Cultura tem cabido o segundo lugar. O governo do PS devolveu à Cultura o estatuto de ministério. Mas os meios de que este ministério dispõe (orçamentais, humanos, técnicos) mantiveram-se ao nível da anterior secretaria de Estado. E nas políticas seguidas as diferenças são igualmente difíceis de encontrar.

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Descubra as diferenças*

Filipe Diniz    02.Abr.17    Colaboradores

Já foi amplamente feita a comparação entre os termos da cobertura mediática internacional às acções de guerra em Alepo, na Síria, e em Mossul, no Iraque. São um exemplo antológico de dualidade e manipulação. Mas não só os grandes media que assim se comportam. Uma ONG de projecção mundial que se reclama de independente não foge à mesma cartilha.

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Revolução*

Filipe Diniz    15.Feb.17    Colaboradores

A URSS já não existe. Mas esse facto não impede que o centenário da Revolução de Outubro cause um profundo mal-estar aos reaccionários de todos os matizes. Têm razão. Se a Comuna de Paris foi o primeiro «assalto aos céus», a Revolução de Outubro foi o segundo, e outros se lhe seguiram e seguirão. Tardará ainda, mas há-de chegar o dia em os céus sejam definitivamente conquistados.

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A “concertação social”*

Filipe Diniz    05.Feb.17    Colaboradores

O chumbo na Assembleia da República da redução da TSU – um brinde do governo ao patronato - foi uma grande notícia para os trabalhadores. E quem barafustou mais alto contra esse chumbo foi a UGT. Não é de admirar: onde a central amarela se sente à vontade é a entender-se com governos e patrões na “concertação social”.

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Janeiro de 1937*

Filipe Diniz    29.Ene.17    Colaboradores

No mês de Janeiro de 1937 concentraram-se decisões de vários países europeus e dos EUA que isolaram a Espanha republicana. Apenas lhe restou a longínqua URSS e a solidariedade internacionalista dos povos. A burguesia “democrática” traiu um povo em armas, cedeu perante a ameaça nazi-fascista, e capitularia pouco depois em Munique.

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Fidel*

Filipe Diniz    02.Dic.16    Colaboradores

Falando no encerramento do 1º Congresso do Partido Comunista Cubano, em 1975, o reiterar da tarefa de assegurar ao povo todos os meios para que assuma e conserve o poder. A comovente homenagem de Cuba inteira a Fidel é a imagem dessa ligação directa e indissolúvel entre o povo e o grande dirigente revolucionário.

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