Autor: “ Filipe Diniz ”

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Revolução*

Filipe Diniz    15.Feb.17    Colaboradores

A URSS já não existe. Mas esse facto não impede que o centenário da Revolução de Outubro cause um profundo mal-estar aos reaccionários de todos os matizes. Têm razão. Se a Comuna de Paris foi o primeiro «assalto aos céus», a Revolução de Outubro foi o segundo, e outros se lhe seguiram e seguirão. Tardará ainda, mas há-de chegar o dia em os céus sejam definitivamente conquistados.

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A “concertação social”*

Filipe Diniz    05.Feb.17    Colaboradores

O chumbo na Assembleia da República da redução da TSU – um brinde do governo ao patronato - foi uma grande notícia para os trabalhadores. E quem barafustou mais alto contra esse chumbo foi a UGT. Não é de admirar: onde a central amarela se sente à vontade é a entender-se com governos e patrões na “concertação social”.

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Janeiro de 1937*

Filipe Diniz    29.Ene.17    Colaboradores

No mês de Janeiro de 1937 concentraram-se decisões de vários países europeus e dos EUA que isolaram a Espanha republicana. Apenas lhe restou a longínqua URSS e a solidariedade internacionalista dos povos. A burguesia “democrática” traiu um povo em armas, cedeu perante a ameaça nazi-fascista, e capitularia pouco depois em Munique.

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Fidel*

Filipe Diniz    02.Dic.16    Colaboradores

Falando no encerramento do 1º Congresso do Partido Comunista Cubano, em 1975, o reiterar da tarefa de assegurar ao povo todos os meios para que assuma e conserve o poder. A comovente homenagem de Cuba inteira a Fidel é a imagem dessa ligação directa e indissolúvel entre o povo e o grande dirigente revolucionário.

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Reescrever a História…

Filipe Diniz    28.Nov.16    Colaboradores

Já se adivinhava como a direita iria evocar a Revolução de Outubro de 1917: com a reescrita e a falsificação histórica. Nada de surpreendente. Os trabalhadores e os povos irão celebrá-la. O grande capital de hoje olhará para ela com os mesmos olhos e o mesmo temor com que a reacção mundial viu, há 100 anos, a eclosão revolucionária do árduo processo de construção de uma sociedade nova, liberta da exploração do homem pelo homem.

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Não andará tudo ligado?*

Filipe Diniz    19.Nov.16    Colaboradores

Um acontecimento recente preencheu páginas de jornais e horas de transmissões televisivas. Mas a nenhum jornalista de serviço ocorreu colocar um elemento de contexto: a desertificação humana das zonas em causa. Pode não ser notícia, mas é um dos mais nítidos traços da devastação causada por quatro décadas de política de direita.

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A Cultura no OE*

Filipe Diniz    28.Sep.16    Colaboradores

Os montantes destinados à Cultura no OE – e o destino que lhes é dado - dizem quase tudo sobre uma política cultural. O governo actual já vai em dois ministros, mas o discurso vem de trás: “fazer mais com menos”, “aumentar a execução orçamental”, “não é o ideal mas é o possível”, etc. etc. O peso da Cultura no OE foi em 2016 o mais baixo de sempre. Ou há em 2017 um claro sinal de mudança, ou a frustração de 2016 terá de converter-se num ainda maior movimento de Cultura em luta.

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