Autor: “ Jorge Cadima*”

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Provocadores NATOs

Jorge Cadima*    18.Jun.16    Outros autores

Se está agora em curso as provocatórias manobras da NATO que «envolvem uma operação em tenaz, cercando o enclave russo de Kalininingrado», dentro de algumas semanas a aquele aliança militar responsável por milhões e milhões de mortes irá comemorar o 75º aniversário da invasão nazi da URSS com outra provocação: «blindados alemães irão atravessar [a polónia]de Oeste para Leste…».
«É tempo de dizer basta a esta máquina de guerra, agressão e provocação».
E também morte.

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Ilusões e luta

Jorge Cadima*    13.May.16    Outros autores

Jorge Cadima analisa, com exemplos da vida na Europa dos nossos dias, como a social-democracia e a esquerda que se diz radical aproveitam o descontentamento dos povos para, prometendo o fim da austeridade traem os povos que os elegem.
A sementeira de ilusões que fazem no campo fértil dos condenados da Terra é o seu contributo para a tentativa de salvação o sistema de exploração e os seus instrumentos de opressão.

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Obama e os direitos Humanos nos EUA

Jorge Cadima*    10.Abr.16    Outros autores

A primeira eleição de Barack Hussein Obama, o primeiro e até agora único presidente dos EUA preto, levou às lágrimas por todo o mundo, democratas e progressistas de diferentes opções partidárias.
A menos de um ano do fim do seu último mandato e apesar ridícula e descredibilizada atribuição do Prémio Nobel da Paz Obama é o principal responsável político pela ‘legitimação’ da tortura e da violação dos mais elementares direitos humanos.
Continua a sua cruzada de sempre, a defesa do imperialismo norte-americano, com as mesmas armas usadas há 8 anos para “roubar” a Hillary Clinton o apoio do lobby sionista norte-americano: um enorme domínio das técnicas e tecnologias da comunicação, com que esconde o seu cinismo sem limite.

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Tempos tempestuosos

Jorge Cadima*    19.Mar.16    Outros autores

«As causas de fundo das duas guerras mundiais no século XX estão de novo presentes, neste planeta hegemonizado pelo grande capital financeiro. Não é inevitável uma nova guerra mundial, que seria catastrófica na era nuclear. Nem é inevitável o desenlace do fascismo – sob velhas ou novas formas. Mas a tragédia só pode ser evitada se as grandes massas ganharem consciência da gravidade da situação e das suas causas. Essa é condição necessária para que a luta pela paz e contra os fautores da guerra imperialista e do fascismo possa atingir a força e a dimensão que os perigos do momento reclamam.»

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O Cessar-fogo na Síria

Jorge Cadima*    10.Mar.16    Outros autores

«Logo no dia seguinte à assinatura do acordo, o Wall Street Journal citou «um alto funcionário governamental» para afirmar que o ministro da Defesa Ashton Carter, o Chefe de Estado-Maior das Forças Armadas, General Joseph Dunford, e o director da CIA John Brennan formaram uma «aliança emergente de falcões face à Rússia, que evidencia discórdia no seio dos altos funcionários militares e diplomáticos»

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A Guerra do Golfo

Jorge Cadima*    21.Feb.16    Outros autores

“A heróica resistência dos povos evidenciou a rapacidade imperialista e a oposição à guerra do Vietname gerou um dos maiores movimentos mundiais de solidariedade, radicalizando parte importante do próprio povo norte-americano. A derrota dos EUA deixou marcas profundas e limitou durante alguns anos a ‘liberdade de agressão’ da maior potência imperialista (o ’síndroma do Vietname’)”.
Foi a guerra do Golfo que abriu as “portas à escalada das políticas imperialistas de guerra e agressão que ensanguentam o planeta há 25 anos. A destruição final da URSS, no Verão de 1991, libertou definitivamente as mãos ao imperialismo, que passou a agir de forma cada vez mais brutal e descarada”.

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Ano novo, crise nova

Jorge Cadima*    30.Ene.16    Outros autores

“Conscientes de que uma nova ronda de «austeridade» para os trabalhadores e povos e «maná do céu» para os multimilionários não é compatível com a democracia, as liberdades e a paz, sectores importantes da classe dominante preparam a via da repressão, do autoritarismo e da guerra. Para os trabalhadores e povos não há outra opção, senão preparar-se para o embate.”

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