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Santiago Carrillo: oportunismo e revisionismo, subserviência perante o imperialismo

eldiario.es    22.Ene.17    Outros autores

O ex.secretário-geral do PCE encarregou-se, ele próprio, de não deixar dúvidas acerca do abandono de qualquer princípio ou de qualquer orientação revolucionária. O seu alinhamento com Mário Soares nos anos de fogo da revolução portuguesa é um lamentável testemunho disso mesmo. Documentos da CIA agora desclassificados apenas vêm confirmar que o oportunismo o levou a todas as cedências, tanto perante a grande burguesia espanhola como perante o imperialismo.

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As “Notícias falsas” do New York Times como armas de censura (II)

As famosas «fake news» são uma tentativa de catalogar como campanha pró-russa toda a expressão diferente da versão dos meios de comunicação corporativos.

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Entrevista a Noam Chomsky

Trump na Casa Branca.

«Um dos grandes sucessos do discurso hegemónico foi desviar a indignação, da classe empresarial para o governo que implementa os programas que os empresários planifica. Com todas as suas falhas, o governo está em certa medida sob o controle e influência do povo, ao contrário do sector empresarial. É muito vantajoso para o mundo dos negócios fomentar o ódio aos burocratas pedantes do governo e afastar das pessoas a ideia subversiva de que o governo poderia transformar-se num instrumento da vontade popular, um governo de, por e para o povo.»

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John Pilger: “fiz este filme para romper o silêncio sobre a guerra nuclear”

Investigaction.net    06.Dic.16    Outros autores

Vai nestes dias ser estreado em vários países europeus o novo filme de John Pilger “A próxima guerra contra a China”. Trata-se de uma nova denúncia das duas guerras que os EUA empreendem: a guerra da propaganda, já em curso, e a agressão militar, cujas peças estão já no terreno.

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Rede de Propaganda

Dois úteis artigos recordando a actividade da CIA, praticamente desde a sua fundação, na manipulação da informação nos EUA, nomeadamente através da inclusão de jornalistas e editores nas suas folhas de pagamento. Não será de modo nenhum especulativo afirmar que essa manipulação se ampliou à escala global, e não admira que o mesmo suceda com as folhas de pagamento. Não é isso, afinal, que se sente quando se lêem ou ouvem certos jornalistas e comentadores no nosso país?

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‘O Estado brasileiro parece desintegrar-se’, diz o historiador Luiz Alberto Moniz Bandeira

Chico Castro Jr.    04.Nov.16    Outros autores

A biografia do prestigiado académico brasileiro Luiz Alberto Moniz Bandeira é a de um homem que acompanhou, viveu e – enquanto historiador – investigou as lutas pelo progresso dos povos da América Latina e a evolução da situação mundial no decurso do séc. XX. Vivendo há 20 anos fora do Brasil, a distância não prejudica, e talvez amplie, uma visão admiravelmente lúcida e informada da situação no seu país e no mundo.

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