Autor: “Eugénio Rosa”

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A baixa escolaridade dos patrões portugueses é um obstáculo à recuperação económica e ao desenvolvimento do país

Eugénio Rosa    09.Dic.16    Outros autores

A tão falada produtividade e competitividade das empresas depende muito da liderança, da organização e da inovação. E, na forma actual como são geridas, dependem da competência e da capacidade de quem as dirige e organiza, ou seja, do empresário. O baixíssimo nível de escolaridade da maioria dos patrões portugueses, inferior mesmo à dos trabalhadores, constitui certamente um obstáculo sério à recuperação económica e ao desenvolvimento do país.

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O combate à pobreza em Portugal ainda não passou de declarações de intenção

Eugénio Rosa    16.Nov.16    Outros autores

Durante o governo PSD/CDS e “troika” perto de meio milhão de portugueses, na sua esmagadora maioria pobres, perderem o direito a prestações sociais. Como consequência destes cortes o governo PSD/CDS reduziu, entre 2010 e 2015, a despesa com prestações sociais em 1.244,1 milhões €. Reduziu o défice orçamental à custa do aumento da pobreza. Em 9 meses de governo PS (Dez.2015-Set.2016) esta tendência de redução dos beneficiários de prestações sociais não foi invertida, reduzindo ainda o número de beneficiários de prestações sociais. Enquanto o governo se recusa também a conceder o aumento de 10€ aos reformados e aposentados com pensões mínimas, a Segurança Social acumula elevados excedentes. Segundo a “Síntese da execução orçamental mensal” divulgada pela DGO, no período de Jan-Set. 2016, a Segurança Social acumulou um excedente no montante de 1.152,9 milhões € que serviu para reduzir o défice orçamental.

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-um orçamento que amordaça as funções sociais do Estado e o investimento público para reduzir em mais de 33% o défice orçamental

Eugénio Rosa    06.Nov.16    Outros autores

Conhecido o OE-2017, as perspectivas são negativas. Os valores orçamentados para despesas com pessoal, para o SNS, para o ensino público e para a segurança social são insuficientes. Nem serão feitas a actualização das remunerações dos trabalhadores nem as novas contratações necessárias. As “Funções sociais do Estado” vão continuar a enfrentar grandes dificuldades para satisfazer necessidades essenciais dos portugueses. O investimento público será insuficiente. Os elevados encargos com divida pública sufocam o país. Tendo em conta que isto resulta de opções de fundo do PS, dificilmente o debate na especialidade se traduzirá em alterações significativas deste quadro.

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O OE-2017: um orçamento que não resolve o problema do crescimento económico, mas que não aumenta a carga fiscal

Eugénio Rosa    16.Oct.16    Outros autores

Foi apresentado o OE-2017. É a altura de procurar analisá-lo e identificar as suas insuficiências, aquilo a que dá resposta e aquilo a que não dá, coisa que a grande maioria dos comentadores encartados não desejará seriamente fazer.

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Uma politica fiscal democrática num contexto de crise e de chantagem da Comissão Europeia e do FMI

Eugénio Rosa    02.Oct.16    Outros autores

Algumas notas de reflexão importantes sobre política fiscal, num quadro em que se intensifica a pressão para que não apenas sejam mantidas as imposições da troika mas igualmente não sejam tocadas as profundas distorções e injustiças que elas agravaram.

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Desigualdade nos rendimentos em Portugal agrava injustiça existente

Eugénio Rosa    16.Sep.16    Outros autores

Eugénio Rosa recorda neste estudo que os rendimentos médios brutos das famílias que receberam entre 2’010 e 2014 250 000 euros ao ano é 142 vezes superior ao das famílias com menos de 5000 euros anuais. A desigualdade social aumentou portanto muito em Portugal durante o governo de Passos Coelho/Portas.

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Os desafios para a CGD

Eugénio Rosa*    02.Sep.16    Outros autores

«O conselho de administração da CGD que esteve em funções no período 2010/2016 vai ser substituído por uma nova administração».

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