Autor: “Gabriel Brito*”

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Virgínia Fontes: “DirectasJá é muito pouco diante das nossas necessidades”

Gabriel Brito*    12.Jun.17    Outros autores

A historiadora brasileira Virgínia Fontes analisa a situação do seu país como «um cenário dantesco» de ingovernabilidade. O golpe contra Dilma resulta de circunstâncias contraditórias, envolvendo posições e situações diversas que «geraram uma es¬pécie de bolha empresarial-mediática-jurídica-parlamentar em torno de um gangue parlamentar». Temer irá provavelmente cair, mas a bandeira das “DirectasJá” é insuficiente como base de construção de uma verdadeira saída para a complexa situação existente.

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Entrevista com Paulo Pasin

“2017 pode definir o futuro de gerações no Brasil”

Gabriel Brito*    21.Mar.17    Outros autores

«Todas as reformas e medidas deste governo têm como objectivo central fazer com que os trabalhadores e pobres paguem a conta da crise do sistema capitalista. Já aprovaram a limitação dos gastos sociais por duas décadas (saúde, educação, moradia, transporte colectivo, moradia popular etc.), penalizando os mais pobres. Agora querem aprovar a Reforma Previdenciária, Reforma Trabalhista, a terceirização ampla, geral e irrestrita.»

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Entrevista a Ricardo Antunes, Correio de Cidadania, 9.09.2011

Luta pelos direitos do trabalho é hoje vital diante da crise geral do capitalismo

Ricardo AntunesA crise financeira global vem sendo invariavelmente ‘remediada’ pelas mesmas medidas ortodoxas e neoliberais que levaram ao colapso. O Correio da Cidadania entrevistou o sociólogo Ricardo Antunes, que analisou o momento de rebeliões vivido em diversos países e continentes e as suas respectivas singularidades.

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Entrevista a Ricardo Antunes
Profundidade da crise coloca
desafios cruciais para a classe trabalhadora

Ricardo Antunes
“Que sistema e modo de vida queremos? Isso nos obriga a discutir o princípio do trabalho, se ele se estrutura no capital ou na humanidade. Se for na humanidade, deve desestruturar o capital. Também devemos discutir que relação metabólica queremos. É um completo equívoco no meu entender imaginar que podemos ter uma vida transformada sob o comando da propriedade privada. Assim, coloquemos novamente em discussão o sentido da propriedade privada. Ela tem como conseqüência o enriquecimento de menos de 1% da população, enquanto mais de 90% fica despossuída.”

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Entrevista a Atílio Boron
Afirmada, Revolução Cubana
Requer rompimento com imobilismo social e burocrático

Valéria NaderSão muitos os inevitáveis destinos de os futurólogos predizem para Cuba e a sua revolução, de acordo com as suas opções políticas. Nesta entrevista, o sociólogo argentino Atílio Borón conclui que o povo cubano tem consciência plena que uma derrota da revolução seria um retorno ás condições do século XIX.

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