Autor: “Georges Gastaud”

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Macron injuria o «irreformável» povo francês
o que esconde este nervosismo?

Georges Gastaud*    25.Sep.17    Colaboradores

Macron, apesar do apoio dos donos de 90% dos media franceses, do voto do PS e do PCF no bolso na segunda volta das últimas eleições presidenciais, a pretexto de uma barragem anti-fascista, de ter bênção dos padrinhos do euro-atlantismo não consegue, no entanto, esconder o seu profundo nervosismo…

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Apelo-petição em vésperas do 100º aniversário da Revolução de Outubro

Por uma abordagem objectiva, aberta e contraditória da Revolução Russa
– Nem óculos “Brancos” sobre Outubro de 1917 nem a repetição de “Livros Negros” anticomunistas!

Na abordagem do 100º aniversário do 7 de Novembro de 1917, tudo se passa como se se tratasse – sobretudo para certos meios político-mediáticos, caucionados por certos universitários – de apresentar uma versão grosseiramente maniqueísta, tingida de encarniçamento anticomunismo, anti-bolchevique e anti-soviético.

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Um livro de Lenine que fala de hoje… e de amanhã

Georges Gastaud    22.Nov.16    Destaques

Escrito em 1916, há cerca de cem anos, o estudo magistral de Lenine intitulado O Imperialismo, estado superior do capitalismo, continua de uma actualidade extraordinária. O imperialismo tornou-se tão reaccionário, não só no plano militar, como nos planos económico, político, ambiental, cultural que é incompatível a médio, ou mesmo a curto prazo, com a sobrevivência da civilização, e até com a sobrevivência da humanidade.

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Para um “Independentismo”
Progressista e Consequente

Georges Gastaud*    25.May.16    Outros autores

A crise estrutural do sistema do capital e a sua não superação no atual quadro tem trazido ao debate, cá e por toda a Europa, a saída do UE e do Euro. Se é de saudar as denúncias feitas e as alterações que se verificam nas propostas de Jean-Luc Mélechon, elas não podem esconder as profundas diferenças existentes.
Pois, entende Georges Gastaud, «a soberania da nação não é negociável: ela toma-se. Sair da UE, do euro, da NATO, as três principais amarras supranacionais e atlânticas de onde derivam todas as outras grilhetas que nos estrangulam não poderia portanto, em princípio, estar sujeito a negociação; o simples facto de negociar sobre isso já significa que a França… não existe, que depende de outros… para ser independente, e que, na melhor das hipóteses é uma província recalcitrante do império europeu a um passo de se tornar a “União Transatlântica”».

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Viva a Comuna!

Evocar hoje a Comuna de Paris, cujo 145º aniversário do seu início se comemorou a 26 de Março, não é apenas o relembrar de um facto histórico passado do proletariado francês.
Comemorar o aniversário da Comuna é também, nos nossos dias, a reafirmação do ideal comunista e o reconhecimento de que «(…) uma luta sem tréguas das massas, mesmo por uma causa desesperada, é indispensável para a educação ulterior dessas próprias massas, para as preparar para a luta futura».

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André Glucksmann, do anticomunismo «de esquerda» (sic) ao exterminismo reaganiano

Georges Gastaud [1]    13.Nov.15    Colaboradores

No coro de elogios publicado nos media nacionais sobre o pensamento do falecido «nouveau philosophe» Glucksmann não há uma nota discordante. Apenas a sua evocação pelo “socialista” Francisco Assis ajudou a compreender porquê. Trata-se de mais um ex.maoista cuja trajectória para a direita é sustentada num anticomunismo fanático. O de um filósofo que preferia uma hecatombe nuclear total à sociedade socialista.

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Reflexões sobre a «via pacífica para o socialismo»

Georges Gastaud*    09.Oct.15    Destaques

Recebemos este texto de Georges Gastaud, amigo de odiario.info. Tratando-se de um texto escrito já há sete anos, há nele referências de conjuntura que perderam actualidade. Mas as questões de ordem teórica e ideológica que aborda são actuais, e são centrais para todos aqueles que se empenhem sinceramente na luta pelo socialismo.

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