Autor: “James Petras*”

Odiario

Colômbia, Médio-Oriente e Ucrânia
Acordos de paz? Ou rendição política

James Petras*    10.Abr.17    Colaboradores

«As negociações de paz presentes e passadas, baseadas no reconhecimento da soberania de um Estado independente ligado aos movimentos de massas, sempre terminaram com os Estados Unidos a romperem os acordos. Os genuínos acordos de paz são contrários à meta imperial de conquistar através da mesa de negociações o que não conseguiram ganhar através da guerra.»

Odiario
Odiario

Fim do pós-neoliberalismo
Ascensão da direita pura e dura.

James Petras*    29.Feb.16    Colaboradores

A subida da direita pura e dura ao governo é um corolária das «alianças “sectoriais” e questões da vida quotidiana substituíram a consciência de classe. Os sindicatos perderam a sua capacidade de promover a luta de classes a partir de baixo e até mesmo de influenciar os sectores mais populares. A classe trabalhadora ficou numa posição vulnerável e está enfraquecida para se opor à implacável contra-ofensiva neoliberal anti-reformista».

Odiario
Odiario

Decolagem da Wall Street: 2012 – 2013

James Petras*    31.Ago.13    Colaboradores

James Petras«Em 2013, os lucros capitalistas, especialmente no capital financeiro, crescem rapidamente enquanto a crise do trabalho continua, aprofunda-se e provoca a alienação política. Fora da América do Norte, especialmente na periferia europeia, o desemprego em massa e a degradação do nível de vida tem levado a protestos massivos e repetidas greves gerais.
Na primeira metade de 2013, os trabalhadores gregos organizaram quatro greves gerais de protesto contra o despedimento em massa de trabalhadores do setor público. Em Portugal, duas greves gerais levaram à exigência de demissão do primeiro-ministro e novas eleições. Em Espanha, a corrupção ao mais alto nível, a austeridade fiscal responsável por 25% de desemprego e a repressão levaram à intensificação da luta de rua e à exigência de queda do regime».

Odiario
Odiario

Líbia: Obama e a defesa da ‘rebelião’

James Petras*    28.Abr.11    Colaboradores

James PetrasAs dificuldades das forças “rebeldes” na Líbia apoiadas pelos imperialistas, apesar da sua enorme vantagem técnico-militar, deve-se a uma liderança traidora, ao seu papel de ‘colonialistas internos’ que invadem as comunidades locais e, acima de tudo, à destruição insensata de um sistema de bem-estar social que tem beneficiado milhões de líbios vulgares desde há duas gerações. A incapacidade de os “rebeldes” avançarem, apesar do apoio maciço do poder imperialista aéreo e marítimo, significa que a ‘coligação’ EUA-França-Inglaterra terá que reforçar a sua intervenção, para além de enviar forças especiais, conselheiros e equipas assassinas da CIA.

Odiario
Odiario

Os super-ricos do mundo

James Petras*    13.Abr.11    Colaboradores

James PetrasOs multimilionários prosperam e as desigualdades aprofundam-se quando as economias “recuperam”.

Odiario
Odiario

Egipto: Os movimentos sociais, a CIA e a Mossad

James Petras*    19.Mar.11    Destaques

James Petras“Em última análise, o fracasso da CIA e da Mossad em detectar e impedir a ascensão do movimento democrático popular põe em evidência a precariedade das bases do poder imperial e colonial. No longo prazo, não são as armas, os milhares de milhões de dólares, a polícia secreta e as câmaras de tortura que decidirão a história. As revoluções democráticas ocorrem quando a grande maioria de um povo se levanta e diz «basta», vai para as ruas, paralisa a economia, desmantela o Estado autoritário e exige a liberdade e as instituições democráticas, sem a tutela imperial ou a submissão colonial.”

Odiario
Odiario

Washington e as revoltas árabes:
Sacrificar ditadores mas salvar o Estado

James Petras*    12.Feb.11    Colaboradores

James Petras“… A maior parte dos comentadores e jornalistas despejam toneladas de tinta acerca dos «dilemas» da potência estadunidense, com a novidade dos acontecimentos egípcios e dos pronunciamentos políticos diários de Washington,” mas finge esquecer o longo e íntimo convívio das sucessivas administrações norte-americanas, indiferentemente de serem republicanas ou democratas, com as mais violentas e bárbaras ditaduras, incluindo a de Hosny Mubarak.
E se agora procuram fazer crer que sacrificam Mubarack, o que só acontecerá se as massas o impuserem, é só para salvar o Estado de classe que lhe permita a manutenção da sua política e do statu quo.

Odiario