Autor: “Jorge Cadima”

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Vitória*

Jorge Cadima    05.Ago.17    Outros autores

A eleição da Assembleia Constituinte venezuelana e a sua tomada de posse ontem constituem uma importantíssima vitória. Não significa, é certo, o fim das ingerências do imperialismo e da violência fascista na Venezuela. Trump já anunciou novas sanções, pela ousadia de dar a voz ao povo. Querem mais sangue, mais Líbias, mais Sírias, mais Iraques. O coro mediático, em que no nosso país participam vozes que vão da extrema-direita ao BE, não irá calar-se. Mas a clara afirmação da dignidade e coragem dum povo que quer a paz e não quer ceder as conquistas da Revolução Bolivariana abre melhores perspectivas para os combates futuros.

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Eleições e terror*

Jorge Cadima    19.Jun.17    Outros autores

O referendo do Brexit e as recentes eleições exprimiram o descontentamento do povo britânico – uma das primeiras vítimas da ofensiva ‘neoliberal’ das últimas quatro décadas – com as políticas de empobrecimento da grande maioria e o obsceno enriquecimento duma pequena minoria, inseparáveis das políticas de guerra e terrorismo no plano mundial.

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Acordai!*

Jorge Cadima    07.May.17    Outros autores

A campanha belicista esconde um objectivo central: as eleições sul-coreanas de dia 9 de Maio, convocadas após os enormes protestos populares dos últimos meses, que derrubaram a presidente fantoche dos EUA.

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Mau começo*

Jorge Cadima    31.Mar.17    Outros autores

António Guterres, secretário-geral da ONU, censurou um relatório que denunciava o regime de apartheid construído por Israel, expressão institucionalizada da dominação e opressão que exerce sobre o povo palestino. Com a sua atitude, alinhou com o país que é o maior violador de resoluções da ONU e que o faz impunemente. Um secretário-geral na linha dos seus antecessores recentes, ou pior ainda.

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Um Estado*

Jorge Cadima    27.Feb.17    Outros autores

Há aspectos em que a política de Trump difere da dos seus antecessores apenas pela boçalidade com que exprime o que outros evitavam dizer. É o caso dos direitos do povo palestino, de cuja nação, no quadro da solução «dois estados» propugnada pela ONU, Trump se demarcou. O sionismo aplaude este encorajamento à sua política de anexação e genocídio. E o secretário-geral da ONU, Guterres, convidou para vice secretária-geral a mulher que era ministra da justiça de Israel na altura do massacre de Gaza em 2014.

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Ordem liberal*

Jorge Cadima    31.Ene.17    Outros autores

Está em marcha uma gigantesca operação de ilusionismo, para fazer crer que as tragédias e sofrimento que o capitalismo mundial seguramente trará aos povos (fosse quem fosse o presidente dos EUA) serão culpa apenas do inquilino de turno na Casa Branca. Está visto que tudo corria bem até agora: nem havia guerras, nem exploração e pobreza, nem a mais desavergonhada corrupção.

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Médio Oriente*

Jorge Cadima    18.Ene.17    Outros autores

Tentar compreender o que se passa no Médio Oriente sem ter em conta a natureza do imperialismo e as suas ambições hegemónicas é condenar-se a não perceber o essencial. O imperialismo caracteriza-se pela ‘necessidade’ de dominar o planeta e os seus recursos. A sua relação com o Médio Oriente é uma história de guerra, subversão, ingerência e dominação. Não é de hoje. Tem exactamente a mesma duração histórica que tem essa fase superior do capitalismo.

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