Autor:Procurar por “Miguel Urbano Rodrigues”
O governo do PS participa
Activamente em guerras coloniais
Miguel Urbano Rodrigues
Neste artigo Miguel Urbano Rodrigues denuncia o discurso hipócrita que pretende justificar guerras de agressão imperiais como as do Iraque e do Afeganistão, sublinhando que traz à memória o discurso do fascismo em defesa da guerra colonial. Acusa o governo do PS de participar activamente na guerra do Afeganistão e apela ao povo para que exija nas ruas a retirada das tropas portuguesas que ali são cúmplices da estratégia criminosa do imperialismo norte-americano.
Em defesa das FARC
Miguel Urbano Rodrigues
Neste artigo Miguel Urbano Rodrigues critica a hipocrisia dos grandes do capital ao prestarem homenagem ao actual presidente da Colômbia e lamenta a atitude assumida por Hugo Chávez em Santa Marta.
O presidente da Venezuela não foi coerente com a sua politica anti-imperialista. Durante anos sugeriu que às FARC fosse reconhecido o estatuto de organização beligerante; agora cede às pressões de um criminoso como Juan Manuel Santos que vê na guerrilha revolucionaria colombiana um grupo de terroristas.
Crise, luta e esperança
Miguel Urbano Rodrigues
A História ensina-nos e hoje, a vida confirma-o uma vez mais: não há impérios eternos.
No entanto, é inevitável que a actual crise civilizacional “conduzirá ao desmoronar do capitalismo ou a uma era de barbárie”. Generalizar a compreensão do presente momento histórico por um sempre crescente número de pessoas é uma tarefa imperativa que nenhum revolucionário pode recusar.
A mentira na História
e a compreensão da crise
Miguel Urbano Rodrigues
“Nunca antes a humanidade dispôs de tanta informação; mas em época alguma esteve tão desinformada. Nesta era da informação instantânea, as forças do capital estão conscientes de que a transformação da mentira em verdade é cada vez mais imprescindível à sobrevivência do capitalismo.”
Vasco Gonçalves, O General do Povo
Miguel Urbano Rodrigues
No 5º aniversário da morte do General Vasco Gonçalves, Miguel Urbano Rodrigues, um dos seus grandes amigos, evoca o General do povo que, em apenas 15 meses como Primeiro-Ministro, ganhou lugar destacado na exigente e reduzida galeria dos imperecíveis da História profunda do povo português.
O povo da Grécia
Luta pela Humanidade
Miguel Urbano Rodrigues
Neste artigo Miguel Urbano Rodrigues chama a atenção para o agravamento da crise mundial do capitalismo. A dívida externa dos EUA, a maior do mundo, ultrapassa já o PIB do país e continua a aumentar. Obama, negando compromissos assumidos, nomeou para postos chave da Administração alguns dos principais responsáveis pela crise financeira.
Numa segunda parte, reflecte sobre os acontecimentos da Grécia, sublinhando que nestas semanas o povo da Helada luta pela humanidade inteira num combate em que o Partido Comunista da Grécia se assume como vanguarda revolucionária da classe operária, na melhor tradição leninista.
A Barbárie fascista no III Reich
E o apagamento da História
Miguel Urbano Rodrigues
Neste texto, Miguel Urbano Rodrigues fala-nos dum tempo, o presente, “em que na República Checa tentam proibir o Partido Comunista, e em Riga a direita desfila prestando homenagem aos letões que combateram nas SS de Hitler contra a União Soviética, a imprensa «bem pensante», que se apresenta como democrática e anti-comunista, mantém um silêncio praticamente total sobre os crimes do fascismo”.
E conclui com uma pergunta: “Como é possível que dezenas de milhões de norte-americanos manifestem apreço pela política do governo neofascista da Colômbia, aceitem passivamente o bloqueio a Cuba e expressem simpatia pela histérica campanha contra a Ilha socialista transformada, de repente, em assunto do dia?”
Para onde vai a Argélia?
Miguel Urbano Rodrigues
Miguel Urbano Rodrigues conheceu Argel em 1953 quando era a capital de uma colónia mascarada de parcela da França. Neste artigo, após uma breve visita, escreve sobre a Argélia do início do século XXI, um país atormentado mas fascinante cujo presente não corresponde à esperança suscitada por uma luta heróica pela independência.
Homenagem a Georges Labica
Na Universidade de Argel
Miguel Urbano Rodrigues
Publicamos hoje a comunicação apresentada em Argel por Miguel Urbano Rodrigues no Colóquio Internacional de Homenagem a Georges Labica, promovido pela Universidade daquela cidade.
Sócrates, até quando?
Miguel Urbano Rodrigues
“Como explicar que o povo que foi sujeito da Revolução de Abril tenha hoje como Primeiro-ministro, transcorridos 35 anos, uma criatura como José Sócrates? Como podem os portugueses suportar passivamente há mais de cinco anos a humilhação de uma política autocrática, semeada de escândalos, que ofende a razão e arruína e ridiculariza o Pais perante o Mundo?”
A politica da Adminitração Obama
Ameaça a Humanidade
Miguel Urbano Rodrigues
“Aquilo que parecia impossível há um ano está a acontecer: a política externa de Obama é mais agressiva e perigosa para a Ásia, África e América Latina do que a de George Bush. Mas essa realidade não se tornou ainda evidente para as grandes maiorias, influenciadas pela campanha de âmbito mundial que apresenta o presidente dos EUA como um político progressista e um defensor da paz.
Os actos desmentem-lhe, porém, as promessas e a oratória”.
A nova estratégia golpista
dos EUA na América Latina
Miguel Urbano Rodrigues

“O desfecho do golpe nas Honduras chamou a atenção para a nova estratégia golpista dos Estados Unidos na América Latina.
É transparente que Washington, recorrendo a processos diferentes dos tradicionais, conseguiu o que pretendia: afastar um presidente progressista democraticamente eleito e substitui-lo por gente da sua inteira confiança.
Essa vitória do imperialismo não deve ser subestimada porque se integra numa estratégia ambiciosa, que visa a neutralizar, sem pressas, o movimento de contestação dos povos da América Latina à dominação dos EUA”.
A Batalha de Kursk
e a falsificação da História
Miguel Urbano Rodrigues
Salvo raríssimas excepções, os historiadores militares da burguesia omitem qualquer referência à batalha de Kursk, “ a maior batalha da História, de importância decisiva para o desfecho da II Guerra Mundial. “A omissão não resulta de ignorância. Tornar pública a verdade sobre Kursk pulverizaria os mitos forjados por Hollywood sobre a participação dos EUA na II Guerra e arrancaria a máscara à moderna historiografia norte-americana, tirando-lhe credibilidade”.
Obama em Oslo: O discurso da hipocrisia Imperial
Miguel Urbano Rodrigues
No discurso pronunciado na cerimónia de recebimento do Prémio Nobel, Barack Obama “Apresentou o apocalipse afegão como um «guerra necessária» travada em defesa da humanidade. Falou de «promessa de tragédia», reconhecendo, pesaroso, que nas guerras «uns matam, outros morrem». Omitiu que a tragédia desencadeada no coração da Ásia não é promessa, mas monstruosa realidade. E omitiu também que é a sua gente, cumprindo ordens criminosas, quem mata e os «outros» quem morre”.
“O discurso farisaico de Obama em Oslo, aclamado pelos sacerdotes do sistema opressor, seus cúmplices, configurou uma ofensa à inteligência e dignidade dos povos agredidos, explorados e humilhados pelo imperialismo”.
A estrategia de Obama na Ásia Central
instaura a barbárie e grava o terrorismo
Miguel Urbano Rodrigues
“O presidente Barack Obama, cuja eleição suscitou a nível planetário uma grande esperança, foi distinguido com o Premio Nobel da Paz, mas a sua intervenção na Historia, contrariando um discurso humanista, não tem contribuído para combater e superar a crise de civilização existente.
Ocorre o contrário. A sua estratégia no Médio Oriente e na Ásia Central instaura a barbárie e agrava o terrorismo”.