Autor: “Pepe Escobar”

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O futuro da UE está em jogo na Catalunha

Pepe Escobar    11.Oct.17    Outros autores

Um dos aspectos menos destacados da situação na Catalunha diz respeito ao comportamento da UE, inteiramente alinhada com Rajoy e aprovando a repressão policial que este desencadeou. Seria fácil imaginar a reacção da UE se o drama na Catalunha estivesse a acontecer em terras eurasiáticas distantes e “bárbaras”. O pacífico referendo na Crimeia foi condenado como “ilegal” e ditatorial, ao passo que um ataque violento contra a liberdade de expressão de milhões de pessoas vivendo na UE é tolerado.

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Coreia do norte: O Fogo, a Fúria e o Medo

Pepe Escobar*    23.Ago.17    Outros autores

Estará mesmo a República Popular da Coreia a desenvolver armamento que lhe permita atacar os EUA, o Japão ou a Coreia do Sul? Será Kim Jong-un o destrambelhado que o retrato que dele é dado no Ocidente pretende fazer crer?
“A atual narrativa é inquietantemente semelhante ao critério dos «suspeitos do costume». São os mesmos que atacaram o Iraque e que querem atacar o Irão porque estaria a um passo da «construção da arma nuclear».
A Coreia do Norte tem biliões de dólares de riqueza por explorar. Nas sombras destas manobras há corporações perfeitamente identificadas que esperam beneficiar com o festim depois de destruir outro país”.

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Na dúvida, bombardear a China

Pepe Escobar    02.Ago.17    Outros autores

Militares dos EUA com altas responsabilidades – encorajados pelo Partido da Guerra em Washington - voltam a falar da utilização de armamento nuclear como se tal fosse algo de normal. Que militares dos EUA se sintam de mãos livres tem precedentes e – como o provam as iniciativas do General MacArthur na Coreia – esses precedentes mostram que há muito a recear.

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Projeto de Hillary, a rainha da guerra

Pepe Escobar*    24.Ago.16    Destaques

Pode alguém pensar que Hillary na Casa Branca seria menos perigosa para a humanidade do que Trump? A pergunta é pertinente. Hillary atuaria na presidência como fiel servidora da aliança dos EUA com Israel e a Arábia Saudita.
Pepe Escobar comenta neste polémico artigo os contatos secretos da Arábia Saudita com Israel, e reflete sobre a complexa estratégia que envolve as relações entre a Rússia, o Irão e a Turquia.
Oxalá as suas previsões assustadoras sejam desmentidas pelo rumo da História.

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Não vale a pena chorar pela União Europeia

Pepe Escobar*    01.Jul.16    Outros autores

Há uma receita de grande eficácia a que amiúde se recorria em Portugal nos anos negros do fascismo: «se não sabes onde te colocar olha para a posição dosfascistas: toma a posição contrária à deles e acertas».
Também hoje a Troika, a Comissão Europeia, o FMI, os jornais do dr. Balsemão, a RTP, a TVI… nos podem dizer que «as consequências geopolíticas do “Brexit” podem ser dramáticas». Mas a verdade é que para as encarar do ponto de vista da esquerda, do ponto de vista da classe trabalhadora, de todos os que não estão posicionados na estrutura de comando do capital, devemos lembrar-nos «que a UE nunca foi a “Europa dos Povos”».

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A China tem um plano para 2020

Pepe Escobar*    12.Abr.16    Outros autores

Neste texto, Pepe Escobar analisa algumas dos importantes objectivos da China contidos no 13º Plano Quinquenal. Todos esses objectivos confluem em dois objectivos centrais: duplicar o PIB da China em relação a 2010 até 2020 e 60 % do crescimento provir da inovação!
Estes objectivos foram definidos no quadro da presente crise estrutural do sistema do capital que, é afirmado urbi et orbe, se se avizinha de um novo agravamento no seu carácter universal, globalizada, temporalmente permanente e não cíclica, desenvolvendo-se de forma gradual, sem que se possa excluir«violentas convulsões»…
É neste cenário globalmente turbulento que Pequim se propõe unir a Ásia ligando-a também à Europa por intricada rede de ferrovias e infraestruturas, e enfrentar a hegemonia financeira dos Estados Unidos da América…!

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Massacre de 13 de Novembro em Paris: Cui Bono ?

Pepe Escobar    17.Nov.15    Outros autores

Os antecedentes de grandes ataques terroristas no continente europeu ou norte-americano justificam que não se confinem as análises às hipóteses (e às «certezas») oficiais. Não é necessário para isso enveredar por elaboradas teorias da conspiração. É o que já é conhecido sobre a articulação entre os diferentes serviços secretos do imperialismo e os grupos terroristas que o aconselha.

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