Autor: “Pepe Escobar”

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Na dúvida, bombardear a China

Pepe Escobar    02.Ago.17    Outros autores

Militares dos EUA com altas responsabilidades – encorajados pelo Partido da Guerra em Washington - voltam a falar da utilização de armamento nuclear como se tal fosse algo de normal. Que militares dos EUA se sintam de mãos livres tem precedentes e – como o provam as iniciativas do General MacArthur na Coreia – esses precedentes mostram que há muito a recear.

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Projeto de Hillary, a rainha da guerra

Pepe Escobar*    24.Ago.16    Destaques

Pode alguém pensar que Hillary na Casa Branca seria menos perigosa para a humanidade do que Trump? A pergunta é pertinente. Hillary atuaria na presidência como fiel servidora da aliança dos EUA com Israel e a Arábia Saudita.
Pepe Escobar comenta neste polémico artigo os contatos secretos da Arábia Saudita com Israel, e reflete sobre a complexa estratégia que envolve as relações entre a Rússia, o Irão e a Turquia.
Oxalá as suas previsões assustadoras sejam desmentidas pelo rumo da História.

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Não vale a pena chorar pela União Europeia

Pepe Escobar*    01.Jul.16    Outros autores

Há uma receita de grande eficácia a que amiúde se recorria em Portugal nos anos negros do fascismo: «se não sabes onde te colocar olha para a posição dosfascistas: toma a posição contrária à deles e acertas».
Também hoje a Troika, a Comissão Europeia, o FMI, os jornais do dr. Balsemão, a RTP, a TVI… nos podem dizer que «as consequências geopolíticas do “Brexit” podem ser dramáticas». Mas a verdade é que para as encarar do ponto de vista da esquerda, do ponto de vista da classe trabalhadora, de todos os que não estão posicionados na estrutura de comando do capital, devemos lembrar-nos «que a UE nunca foi a “Europa dos Povos”».

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A China tem um plano para 2020

Pepe Escobar*    12.Abr.16    Outros autores

Neste texto, Pepe Escobar analisa algumas dos importantes objectivos da China contidos no 13º Plano Quinquenal. Todos esses objectivos confluem em dois objectivos centrais: duplicar o PIB da China em relação a 2010 até 2020 e 60 % do crescimento provir da inovação!
Estes objectivos foram definidos no quadro da presente crise estrutural do sistema do capital que, é afirmado urbi et orbe, se se avizinha de um novo agravamento no seu carácter universal, globalizada, temporalmente permanente e não cíclica, desenvolvendo-se de forma gradual, sem que se possa excluir«violentas convulsões»…
É neste cenário globalmente turbulento que Pequim se propõe unir a Ásia ligando-a também à Europa por intricada rede de ferrovias e infraestruturas, e enfrentar a hegemonia financeira dos Estados Unidos da América…!

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Massacre de 13 de Novembro em Paris: Cui Bono ?

Pepe Escobar    17.Nov.15    Outros autores

Os antecedentes de grandes ataques terroristas no continente europeu ou norte-americano justificam que não se confinem as análises às hipóteses (e às «certezas») oficiais. Não é necessário para isso enveredar por elaboradas teorias da conspiração. É o que já é conhecido sobre a articulação entre os diferentes serviços secretos do imperialismo e os grupos terroristas que o aconselha.

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A Rússia estreia os seus misseis de cruzeiro na Síria

Pepe Escobar    21.Oct.15    Outros autores

A intervenção russa na Síria suscitou desorientação e objecções no Pentágono e na NATO. Por um lado, foram utilizados mísseis de longo alcance e de grande precisão cujas capacidades desconheciam. Por outro lado, foram em alguns dias atingidos mais alvos do Estado Islâmico do que a “coligação ocidental” atingira em mais de um ano.

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Integração euro-asiática contra o império do Caos

Pepe Escobar    23.Ene.15    Outros autores

Na estratégia global dos diferentes blocos político-económicos e político-militares em evolução, cada interveniente joga com os argumentos mais fortes que possui. Enquanto a China e a Rússia, por exemplo, apostam no o seu potencial energético e económico e na sua capacidade de investimento, o imperialismo norte-americano aposta no seu esmagador poder militar e no controlo que ainda detém sobre o sistema financeiro global. Uma questão central para o futuro próximo será quais as alianças que uma estratégia e outra conseguirão estabelecer e consolidar.

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