Autor: “Pepe Escobar*”

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Projeto de Hillary, a rainha da guerra

Pepe Escobar*    24.Ago.16    Destaques

Pode alguém pensar que Hillary na Casa Branca seria menos perigosa para a humanidade do que Trump? A pergunta é pertinente. Hillary atuaria na presidência como fiel servidora da aliança dos EUA com Israel e a Arábia Saudita.
Pepe Escobar comenta neste polémico artigo os contatos secretos da Arábia Saudita com Israel, e reflete sobre a complexa estratégia que envolve as relações entre a Rússia, o Irão e a Turquia.
Oxalá as suas previsões assustadoras sejam desmentidas pelo rumo da História.

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Não vale a pena chorar pela União Europeia

Pepe Escobar*    01.Jul.16    Outros autores

Há uma receita de grande eficácia a que amiúde se recorria em Portugal nos anos negros do fascismo: «se não sabes onde te colocar olha para a posição dosfascistas: toma a posição contrária à deles e acertas».
Também hoje a Troika, a Comissão Europeia, o FMI, os jornais do dr. Balsemão, a RTP, a TVI… nos podem dizer que «as consequências geopolíticas do “Brexit” podem ser dramáticas». Mas a verdade é que para as encarar do ponto de vista da esquerda, do ponto de vista da classe trabalhadora, de todos os que não estão posicionados na estrutura de comando do capital, devemos lembrar-nos «que a UE nunca foi a “Europa dos Povos”».

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A China tem um plano para 2020

Pepe Escobar*    12.Abr.16    Outros autores

Neste texto, Pepe Escobar analisa algumas dos importantes objectivos da China contidos no 13º Plano Quinquenal. Todos esses objectivos confluem em dois objectivos centrais: duplicar o PIB da China em relação a 2010 até 2020 e 60 % do crescimento provir da inovação!
Estes objectivos foram definidos no quadro da presente crise estrutural do sistema do capital que, é afirmado urbi et orbe, se se avizinha de um novo agravamento no seu carácter universal, globalizada, temporalmente permanente e não cíclica, desenvolvendo-se de forma gradual, sem que se possa excluir«violentas convulsões»…
É neste cenário globalmente turbulento que Pequim se propõe unir a Ásia ligando-a também à Europa por intricada rede de ferrovias e infraestruturas, e enfrentar a hegemonia financeira dos Estados Unidos da América…!

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O míssil era de Putin!

Pepe Escobar*    21.Jul.14    Destaques

A tragédia do avião abatido sobre a Ucrânia tem duas interpretações: a de Washington e dos media ao seu serviço, que já sabem tudo: o que aconteceu, como aconteceu, e quem são os responsáveis. E a de outras fontes cuja informação começa a juntar as peças do acontecimento, que não tirou ainda conclusões, mas que começa a revelar dados muito significativos. Dados que podem talvez explicar a pressa do imperialismo em impor a sua versão.

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O modelo unipolar da ordem mundial fracassou

Pepe Escobar*    07.Jun.14    Outros autores

Tudo o que Washington conseguiu no Médio-Oriente em troca de uma década de guerras, intimidação incessante, péssimas sanções e biliões (milhões e milhões) de dólares desperdiçados foi perder terreno no plano económico. Os factos falam por si. A China está a comprar pelo menos metade da produção de petróleo do Iraque — e investe fortemente na sua infra-estrutura energética. A China investiu muito na indústria de mineração do Afeganistão — especialmente em lítio e cobalto. E obviamente tanto a China como a Rússia continuam a fazer negócios no Irão.

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Quem decide a política dos EUA,
“Bibi” o Ferrabrás ou o presidente Obama?

Pepe Escobar*    21.Mar.12    Outros autores

Pepe EscobarO mundo está refém dos caprichos de Israel, mesmo quando os mais de 120 membros dos Não-Alinhados (MNA) apoiam o direito do Irão de enriquecer urânio e os membros do BRICS, Rússia, China e Índia, bem como a Turquia, rejeitam o embargo ao petróleo dos EUA e a UE – uma verdadeira declaração de guerra económica – contra o Irão.

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A agenda árabe na Síria é muito clara

Pepe Escobar*    07.Feb.12    Outros autores - Serpa 2004

Pepe EscobarAs reaccionárias monarquias que comandam a Liga Árabe enviaram à Síria 160 observadores. Mas o relatório que estes elaboraram desmente a versão com que a NATO, tal como fez na Líbia, vem preparando a intervenção directa. O relatório afirma categoricamente que não houve repressão letal e organizada por parte do governo sírio contra os manifestantes pacíficos. Em vez disso, fala de bandos suspeitos como responsáveis das mortes dos civis sírios e de cerca de mil efectivos do exército sírio, através da utilização de tácticas letais tais como a colocação de bombas em autocarros civis, em comboios que transportavam diesel, em autocarros da polícia e em pontes e canalizações.

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