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Marx e o trabalho - algumas notas a pensar no presente*

Manuel Gusmão    12.May.17

«Marx é actual porque continuamos a viver não só numa sociedade de classes, mas numa sociedade em que o capitalismo se mantém como o modo de produção e de reprodução social dominante, embora em configurações concretas que Marx não conheceu.»

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Encontros que a memória guarda* - Um livro do Embaixador Alfredo Duarte Costa

Miguel Urbano Rodrigues    27.Abr.17

Quando do falecimento de Fidel Castro, odiario.info publicou um belo texto do ex. embaixador de Portugal em Cuba, Alfredo Duarte Costa sobre a figura do grande revolucionário. Socialista de esquerda, é um homem de carácter, intelectualmente íntegro, condição que lhe permite compreender, admirar, e construir fortes relações de entendimento e amizade com homens e mulheres cujas trajectórias pessoais e opções políticas e ideológicas são divergentes das suas. O livro agora publicado é disso testemunho.

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A guerra Afegã forjada por Svetlana Alexievich

Miguel Urbano Rodrigues    21.Abr.17

A editora Elsinor promove o livro “Rapazes de Zinco, A geração Soviética Caída na Guerra do Afeganistão” afirmando que é um livro que «oferece uma visão única e poderosa da realidade da Guerra do Afeganistão». Mas o que efectivamente oferece é deturpação histórica e reaccionarismo anti-soviético.

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Atualidade de Mariategui

Miguel Urbano Rodrigues    11.Abr.17

José Carlos Mariategui, fundador do Partido Comunista Peruano, é saudado como o introdutor do marxismo na América Latina. Não pode afirmar-se, com justeza, que o seu marxismo fosse inteiramente fiel à base filosófica do materialismo histórico. Mas essa limitação não afecta minimamente a grandeza e o significado da sua obra

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Colômbia, Médio-Oriente e Ucrânia
Acordos de paz? Ou rendição política

James Petras*    10.Abr.17

«As negociações de paz presentes e passadas, baseadas no reconhecimento da soberania de um Estado independente ligado aos movimentos de massas, sempre terminaram com os Estados Unidos a romperem os acordos. Os genuínos acordos de paz são contrários à meta imperial de conquistar através da mesa de negociações o que não conseguiram ganhar através da guerra.»

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Um ministro invisível*

Filipe Diniz    09.Abr.17

Se os que vivem do seu trabalho ou da sua pensão são as primeiras vítimas das políticas “de austeridade”, ao indigente sector da Cultura tem cabido o segundo lugar. O governo do PS devolveu à Cultura o estatuto de ministério. Mas os meios de que este ministério dispõe (orçamentais, humanos, técnicos) mantiveram-se ao nível da anterior secretaria de Estado. E nas políticas seguidas as diferenças são igualmente difíceis de encontrar.

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Da Ditadura genocida à concentração e miserabilização actual

Julio C. Gambina    06.Abr.17

Há 41 anos, um golpe militar instaurou na Argentina a ditadura mais sangrenta da sua história. Mas os interesses que esses militares defenderam através da mais bárbara repressão e de um violentíssimo terrorismo de Estado tiveram e têm continuidade no quadro constitucional posterior a 1983. São os interesses do grande capital, contra os interesses e direitos e contra a acção organizada dos trabalhadores e do povo.

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