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Jean Salem, 1952-2018

Marxismo, uma filosofia da praxis para a revolução.

Jean Salem*    15.Ene.18

Chegou-nos a dolorosa notícia do falecimento de Jean Salem. Deixa-nos assim um ser humano excepcional, um dos grandes filósofos marxistas do nosso tempo, um combativo revolucionário cuja penetrante inteligência abarcava todas as expressões do que é humano. Alguém que, reflectindo profundamente acerca da felicidade sabia que ela é, em última análise, inseparável da ideia de revolução. De alguém cuja coerência e inteligência de pensamento e intervenção tinham granjeado admiração e respeito em todo o mundo. Um grande amigo de odiario.info.
No ano em que passa o bicentenário do nascimento de Marx, fica-nos este vazio do muito que ainda tinha a dizer-nos, mas também o rico património de reflexão criadora que nos lega. De entre os vários textos seus que publicámos revisitamos este, de 2013, e recuperamos palavras que acerca dele escrevemos: “o pensamento de Jean Salem é uma notável confirmação da vitalidade e actualidade do marxismo. Não de um marxismo académico, mas do marxismo reflectido por um académico que é também um revolucionário.”

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Nota dos Editores

Macron Presidente
O mal menor

Os Editores    08.May.17
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Nota dos Editores

Ventos de Guerra

Os Editores    13.Abr.17
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Álvaro Lins

Miguel Urbano Rodrigues    27.Mar.17

Álvaro Lins é uma das mais notáveis figuras da intelectualidade brasileira, uma grande figura de democrata, de antifascista, de combatente pela paz, de revolucionário. Embaixador em Portugal na segunda metade da década de 1950 – num período em que, com a cumplicidade das “democracias” ocidentais, o salazarismo sobrevivia à derrota do nazi-fascismo na II Guerra - foi pelo Portugal resistente e contra o salazarismo que orientou a sua actividade, numa acção solidária que prosseguiu depois de abandonar o cargo, em ruptura com Juscelino Kubitschek.

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Apelo-petição em vésperas do 100º aniversário da Revolução de Outubro

Por uma abordagem objectiva, aberta e contraditória da Revolução Russa
– Nem óculos “Brancos” sobre Outubro de 1917 nem a repetição de “Livros Negros” anticomunistas!

Na abordagem do 100º aniversário do 7 de Novembro de 1917, tudo se passa como se se tratasse – sobretudo para certos meios político-mediáticos, caucionados por certos universitários – de apresentar uma versão grosseiramente maniqueísta, tingida de encarniçamento anticomunismo, anti-bolchevique e anti-soviético.

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