O caminho da fome

Gustavo Noronha*    20.Sep.17

«…o ajuste liberal introduzido por Dilma e Levy em 2015 já comprometiam significativamente o orçamento das políticas públicas voltadas para o campo e a floresta, os números do fanatismo ultraliberal do atual governo mostram o trailer de um filme de terror».

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Quem governa os EUA?
A elite do poder no tempo de Trump

James Petras*    19.Sep.17

«Os estadounidenses têm muito que aprender e desaprender. A nossa vantagem estratégica pode residir no facto de a vida política nos Estados Unidos não poder piorar – realmente batemos no fundo e, salvo uma guerra nuclear, só podemos olhar para cima».

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Falsa questão

João Ramos de Almeida*    17.Sep.17

«Defender, pois, uma atomização da negociação laboral representa, sim, um desequilíbrio brutal na relação já de si desequilibrada entre o lado empresarial e o dos trabalhadores, que terá expectáveis consequências sociais gravosas, fruto de um esmagamento das remunerações e condições de trabalho, fortemente pressionados por um nível elevado de desemprego. Baixas remunerações aumentam a emigração jovem, que aumenta o envelhecimento da população, que desequilibra as contas públicas»…

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A dissertação de EVO sobre a verdade

Carlos A. Villalba*    15.Sep.17

“Só entre o ano de 1503 e 1660 chegaram a S. Lucas de Barrameda 185 mil kilos de ouro e 16 milhões de kilos de prata provenientes da América». Que «devem ser considerados como o primeiro de muitos outros empréstimos amigáveis da América, destinados ao desenvolvimento da Europa”.

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Cristiano Ronaldo, a mulher não é uma fábrica

Kajsa Ekis Ekmans*    14.Sep.17

O texto que hoje publicamos é uma justa e fortíssima denúncia das barrigas de aluguer, que começa na coisificação da mulher em máquina de fazer crianças e acaba na violação dos mais elementares direitos da criança.
Normalmente, fala-se deste contrato de compra e venda «como um modo de ter filhos e não como uma maneira de os perder» quando é isso que na realidade acontece.

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A Revolução também foi Feminista

Flávia Biroli*    13.Sep.17

«As confluências entre o horizonte socialista das transformações e a busca da emancipação das mulheres, neles presentes, ainda servem para lembrar eventuais desavisados que revoluções engajam mulheres e homens e que transformações sociais profundas não existem sem que se coloque em xeque a conformação de diferentes dimensões da vida».

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Dez anos depois do começo da grande recessão

Michael Roberts*    12.Sep.17

Dez anos depois do rebentar da crise que originou a Grande Depressão em que ainda estamos mergulhados, acumulam-se indícios de a tímida recuperação que se verifica, dará lugar, mais cedo que tarde, a um novo período depressivo.

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Altice - Tudo bons rapazes

O Tornado*    11.Sep.17

Com 16 anos de vida, o conglomerado de empresas e dívidas que dá pelo nome de Altice, entrou em Portugal apadrinhada pelo ex-ministro Pires de Lima (os bons espíritos sempre se encontram…) em 2012, com um daqueles negócios apenas ao alcance dos prestidigitadores de dinheiro.
Os 5 anos da Altice em Portugal são uma pequena antecipação da barbárie a que estas e outras personificações do capital nos pretendem conduzir.

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Ventos de guerra e luta pela paz

Jorge Cadima    08.Sep.17

«A guerra sempre foi intrínseca ao imperialismo. Hoje, como noutras fases de crise aguda, o ‘partido da guerra global’ ganha força.
Mas a guerra não é inevitável.
Está nas mãos dos povos afastar a catástrofe para onde o grande capital os conduz, erguendo-se para derrotar os senhores da guerra e da miséria».

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Recomeçaram os desaparecimentos na Argentina

Carlos Aznárez*    07.Sep.17

Foi em 1 de agosto passado que Santiago Maldonado desapareceu quando participava solidário com o povo Mapuche numa manifestação de reivindicação das suas terras ocupadas pela Benetton.
Um grande movimento de solidariedade para com povo Mapuche, de indignação e de preservação da memória vem crescendo contra o terrorismo de Estado na Argentina

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Relatório central ao Congresso Fundacional do novo partido político

Os Editores    06.Sep.17

As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia–Exército Popular (FARC-EP), no Congresso Fundacional do novo partido político, realizado na Colômbia de 28 de agosto a 1 de setembro de 2017, deram origem ao partido político Força Alternativa Revolucionária do Comun (FARC).
Foi o culminar de um longo processo de 53 anos de luta armada, a que se seguiu um igualmente longo período de conversações que se iniciou em Havana a partir de fevereiro de 2012.
Odiario.info, mesmo depois de a UE e os governos dos países que a compõem, em obediência à pressão dos EUA terem deixado de reconhecer as FARC como uma força libertadora e aderido ao conceito de Washington que esta era uma organização terrorista, sempre se solidarizou com a guerrilha heroica criada em Maquetália, em 1964. Quando se anunciou o início das negociações de paz, odiario.info afirmou que ninguém podia condenar a heroica organização que, ao longo de mais de meio século tinha conduzido a luta armada libertadora na Colômbia, mas já então reconheceu que a linguagem já não era a mesma. E quando se perdem as palavras, as ideias já se terão ido antes…
Por isso, frases como «Além de sujeitos políticos para a transformação revolucionária do nosso país, somos homens e mulheres que requeremos passar para uma base económica que permita garantir o nosso sustento diário e responder às aspirações que temos de bem-estar e bom viver ao lado das nossas famílias», só o tempo esclarecerá o verdadeiro significado do que agora pretendem dizer.

Para um melhor esclarecimento dos nossos leitores acompanhamos o texto com o símbolo escolhido para o novo partido.

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Crise Estados Unidos - Coreia do Norte
Entrevista com Robert Charvin*

«Maltratar um povo (…) é provocar que no seu seio surja aquilo que poderia designar-se com «efeito cidadela». Assediados por todos os lados e por todos os meios, ameaçados de agressão militar, colocados em dificuldades económicas, desacreditados na opinião internacional pelos poderes mediáticos, esses povos não podem senão ter uma reacção defensiva feita de um patriotismo virulento, de uma feroz mobilização, de um monolitismo sem falhas. Toda a crítica, numa situação de beligerância crónica, não pode senão ser traição!»

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