Artículos de: Marzo, 2013

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O descalabro económico e social em Portugal

Eugénio Rosa    24.Mar.13    Outros autores

Os desvios que se verificam entre as previsões que serviram de base à elaboração do Orçamento do Estado de 2013 e as previsões que resultaram da 7ª avaliação da “troika” de Mar.2013 são enormes. A nível do PIB a quebra aumenta 130%; no consumo privado a diminuição é de 59,1%; no investimento a quebra é 81% superior à prevista no OE-2013; a quebra na procura interna é 41,4% superior à prevista no OE-2013; a diminuição na taxa de crescimento das exportações atinge 77,8%, podendo dizer-se que vão praticamente estagnar em 2013; a destruição de emprego aumenta 129,4% relativamente à taxa prevista no OE-2013. O cenário macroeconómico do OE-2013 é fantasioso, tal como as quebras nas receitas fiscais e nas contribuições para a Segurança Social em Jan.2013 - inferiores às de Jan.2012 em 82,8 milhões € - acabam de confirmar.
Interromper este caminho de desastre é cada vez mais urgente, por muito que esse facto incomode os cálculos do PS.

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Contas que contam*

Anabela Fino    23.Mar.13    Outros autores

Anabela FinoUm dos aspectos mais elucidativos da situação a que o país chegou é a pesporrência com que os Ulrich e os Belmiro de Azevedo se pronunciam sobre o preço do trabalho e sobre a pobreza dos outros. Eles e as suas empresas, cujas fortunas e lucros foram acumulados à custa da sobreexploração do trabalho alheio, não estão ainda satisfeitos: o modelo que desejam é o do trabalho escravo.

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Venezuela: o futuro imediato

Tariq Alí*    22.Mar.13    Outros autores

Os bolivarianos propuseram um programa político que desafiou o consenso de Washington e os seus postulados de neoliberalismo em casa e guerras no estrangeiro. Foi essa a razão principal do denegrimento de Chávez, que continuará muito para além da sua morte. Os seus inimigos não o deixarão descansar em paz. ¿E os seus partidários? Eles, os pobres do continente e de outros lugares, vê-lo-ão como um líder político que, contra muitas adversidades, prometeu e entregou direitos sociais; como alguém que lutou e venceu.

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“Ostalgia” (1), horror global e renovação das lutas
Sobre a Revolução de Outubro de 1917

Jean Salem    21.Mar.13    Destaques

“Podemos dizer que a questão do balanço do período histórico iniciado com a Revolução Soviética e com a chegada de Lenine ao poder continua a estar manifestamente em aberto. Podemos dizer que regressará em breve uma reabilitação mais que parcial de Outubro de 1917 e do “socialismo real” com a renovação das lutas e a restauração da esperança”.

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A nova propaganda é liberal. A nova escravidão é digital.

John Pilger    20.Mar.13    Outros autores

A “mensagem” de hoje, de grotesca desigualdade, injustiça social e guerra, é a propaganda de democracias liberais. Em qualquer avaliação de comportamento humano, isto é extremismo. Quando homens como Hugo Chávez desafiam tal comportamento, são insultados com má-fé; e o seu sucessor será subvertido pelos mesmos fanáticos do American Enterprise Institute, Harvard’s Kennedy School e de organizações de “direitos humanos” que se apropriaram do liberalismo americano e sustentam sua propaganda. O historiador Norman Pollack chama a isto “fascismo liberal”.

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Síria: verdades e factos sobre o conflito

CPPC    19.Mar.13    Outros autores

Procurando contrariar as mentiras divulgadas pela torrente de contra informação acerca do que se passa e do que está em causa na Síria, o Conselho Português para a Paz e Cooperação produziu o documento que publicamos. É um importante contributo para a alargada e urgente denúncia da agressão que EUA e seus aliados da NATO e na região infligem ao povo sírio.

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Liberdade de Imprensa/Liberdade de Empresa*
Censura e Manipulação

César Príncipe    18.Mar.13    Colaboradores

A Liberdade de Empresa sobrepôs-se à Liberdade de Imprensa. Os grupos económicos assumiram o encargo político de triar os mensageiros e assessorar a gover(nação) e, amiúde, certa oposição, parceira da alternância, além de alienar a psicologia colectiva e desincentivar a democracia participativa, regendo-se pela máxima romana: o mínimo de pão e o máximo de circo.

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