Artículos de: Abril, 2013

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Entre a foice e o martelo
Marx vive

Se a obra de Marx se limitasse ao Manifesto do Partido Comunista ou a O Capital seria já uma realização gigantesca. Mas é muito mais ampla, porque nada de humano lhe era estranho; cada descoberta científica, cada argumento levantado por ele arma os explorados e todas as classes oprimidas contra os exploradores, contra a classe dominante, a classe burguesa. Estudar a sua obra integralmente, assimilar a dialéctica, é uma obrigação para os revolucionários que aspiram a mudar o mundo.

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Uma carta de ingerência na CGTP-IN

Américo Nunes*    08.Abr.13    Outros autores

Não têm faltado ao longo dos anos doutores a aconselhar a CGTP a mudar de orientação. Não admira que, com o recrudescimento da luta combativa do movimento sindical e o papel central que assume na luta de massas contra a actual situação, tais iniciativas recrudesçam também. Desta vez foram cinco sociólogos a condenar a Central por esta tomar a iniciativa de celebrar os 100 anos de Álvaro Cunhal.

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O legado de Chavez na Revolução Bolivariana (1)

No pensamento e na acção de Chávez fundem-se em turbilhão uma religiosidade profunda, quase dolorosa, com a consciência lucida de que a rutura dos mecanismos da exploração do homem seria impossível sem o choque frontal com o imperialismo. A opção bolivariana, transcorrido mais de um século e meio da morte do seu herói tutelar, exigia a destruição do capitalismo. E ele percebeu que na luta ciclópica a travar para atingir esse objetivo a única alternativa ao sistema de opressão hegemonizado pelos EUA é o socialismo.

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A propósito do “Manifesto pela Democratização do Regime”
Fatal como o destino…*

Agostinho Lopes    05.Abr.13    Outros autores

As personalidades que subscrevem este “manifesto” ou são ingénuas, ou querem lavar as responsabilidades de PS, PSD e CDS pelas políticas dos últimos 37 anos, que conduziram Portugal ao desastre. Não se rompe o caminho de desastre sem romper com estas políticas e sem denúncia daqueles que as executaram. Pretender o contrário é ser cúmplice daquilo que se finge denunciar.

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Em defesa da água pública

Luísa Tovar    04.Abr.13    Outros autores

Luisa TovarNesta intervenção, feita perante representantes dos grupos parlamentares na Assembleia da República, ficam claramente expostas as duas alternativas em confronto em relação à política da água: por um lado, a garantia da universalidade de fruição da água com segurança, equidade e conforto, implicando assegurar um fluxo de água, desde a origem até aos utentes, através da captação, transporte e distribuição e o retorno no sentido inverso, a devolução à natureza de caudais de água utilizada, integrando todas as pessoas e suas actividades no ciclo da água. Tal alternativa, que corresponde ao interesse geral, apenas é possível no quadro do sistema público.
Por outro lado, o objectivo de transformar a água em objecto de um chorudo negócio, alternativa que norteia todos os projectos de privatização, e que corresponde ao interesse das grandes transnacionais da água, funcionando em oligopólio.
Estas duas alternativas são mutuamente exclusivas: privatizar é degradar e liquidar o serviço público.

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Continua o escândalo do preço dos combustíveis em Portugal

Eugénio Rosa    03.Abr.13    Outros autores

As petrolíferas fizeram novo aumento de preços no início desta semana. Não lhes chega que, em Janeiro de 2013, o preço médio da gasolina 95 ou do gasóleo em Portugal fosse superior ao de 23 países da UE. A “troika” fala de “rendas excessivas”, mas nem ela, nem o governo, nem a Autoridade da Concorrência fazem seja o que for para acabar com este escândalo. As petrolíferas não embolsam só elevados lucros extraordinários. Ao contrário do que querem fazer crer, pagam menores taxas e impostos do que nos outros países da UE.

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Ler “O Capital”*

Filipe Diniz    02.Abr.13    Colaboradores

Quando a economia de casino que a especulação financeira alimenta entra em dificuldades, o sistema põe em prática a regra de ouro: socializar os prejuízos. Todos os meios servem: desde a “nacionalização” (como foi feito com o BPN), até à invocação de legislação “antiterrorista” (como Gordon Brown tentou fazer para congelar os activos do ICESAVE na Grã-Bretanha). Mas a solução/padrão na UE é o roubo aos trabalhadores e aos povos comandado pelas troikas.

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