Artículos de: Abril, 2014

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O meu país não é deste Presidente, nem deste Governo

Publicamos o discurso de Alexandra Lucas Coelho na cerimónia de entrega do prémio APE pelo seu romance E a Noite Roda. Para além de um belo texto sobre a escrita literária, é também uma vigorosa e indignada denúncia das políticas e dos medíocres personagens políticos que hoje mais directamente protagonizam o encaminhamento do país para o desastre.

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Vasco Gonçalves
O mais insigne capitão de Abril e timoneiro da revolução

M. Duran Clemente*    09.Abr.14    Outros autores

A acção do MFA, sendo o resultado duma experiência de organização e unidade de jovens capitães que emerge, se consolida e se organiza, é com as armas nas mãos do povo-soldado que faz o 25 de Abril e no seu desenvolvimento cresce a aliança Povo-MFA. A partir dessa alvorada luminosa, do “Renascer da Esperança”, Vasco Gonçalves, na missão que lhe é incumbida, é quem melhor interioriza o Programa do MFA.

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Entrevista com João Ferreira, cabeça de lista da CDU às eleições para o Parlamento Europeu

“Esta União Europeia é irreformável”

O candidato da CDU explica como Portugal deve preparar a saída do euro Esse cenário central no
seu discurso depende de uma condição
um Governo patriótico e de esquerda. Mas não basta uma maioria de esquerda não há possibilidade de alternativa tendo o PS votações de 30 ou 40%”.

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Princípios de propaganda*

Filipe Diniz    07.Abr.14    Colaboradores

A máquina propagandística do governo PSD-CDS funciona a todo o vapor. Não há trafulhice ou processo de desinformação que não adopte. Mas tem às vezes falhas consideráveis, e tem sobretudo a teimosa realidade a desmenti-la todos os dias.

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Nota dos Editores

Vento de golpe na Venezuela

Os Editores    05.Abr.14    Editores
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10 factos chocantes sobre os EUA*

António Santos    05.Abr.14    Outros autores

Os EUA são hoje a potência imperialista hegemónica. E quanto melhor os povos de todo o mundo conheçam a potência que, queiram ou não e estejam onde estiverem, afecta de algum modo as suas vidas, melhores condições terão para lhe fazer frente. E não pode existir luta progressista que não seja firmemente anti-imperialista.

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A pantomina triunfalista de Ollie Rehn e a tragédia da Grande Depressão espanhola: o desemprego cresce 26%.

William K. Black*    04.Abr.14    Outros autores

O falcão “austeritário” Rehn entende que os governos não podem incorrer em défices, sob pena de consequências terríveis. Haveria quatro problemas insuperáveis se Rehn definisse os governos deste modo. Primeiro, foi a crise que causou os défices orçamentários, e não os défices os causaram a crise. Segundo, as nações da UE incorrem tipicamente em défices. Terceiro, não é por ai que vem mal ao mundo. Mas o quarto erro é o pior. Não há nada moralmente superior numa nação que disponha de superavit orçamentário.

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