Artículos de: Junio, 2014

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Ensaio crítico sobre o novo governo de Bachelet

“Progressismo transformista”, neoliberalismo maduro e resistências sociais emergentes*

O panorama chileno parece muito longe da “revolução”. Mas a mudança de época é inegável: uma mudança carregada de nuvens, indefinição e contradições. Vendo os países vizinhos, como a Bolívia, a Argentina, o Equador, nos quais a crise de legitimidade do modelo neoliberal se transformou em crise de hegemonia com grandes mobilizações e rupturas institucionais, a elite chilena procura enviar um cenário semelhante.

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Perigoso e agressivo apodrecimento*

Filipe Diniz    23.Jun.14    Colaboradores

A demissão do governo PSD/CDS é urgente. Mas não há que esquecer que na sua acção desastrosa - que junta à destruição económica e social a provocação institucional - é apenas uma peça de um sistema mundial que, no auge do seu poder, atinge igualmente o auge da sua degradação.

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Liberdade para Huber Ballesteros

George Mavrikos    21.Jun.14    Outros autores

George Mavrikos, secretário-geral da FSM pede no plenário da 103ª Assembleia da OIT liberdade para Huber Ballesteros e mais de 9500 presos políticos na Colômbia

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Como actua a contra-insurreição dos Estados Unidos

Carlos Fazio*    20.Jun.14    Outros autores

Entre as similitudes do fascismo clássico com os regimes de George W. Bush e Barack Obama, López y Rivas destaca a componente militarista das cruzadas neocoloniais actuais, a fé cega na tecnologia bélica, o favoritismo concedido às grandes corporações do chamado complexo militar-industrial, o ultranacionalismo, o racismo genocida que aniquila povos inteiros e o social darwinismo resultante da imposição a ferro e fogo das políticas neoliberais.

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O que os meios de comunicação não nos dizem sobre o Iémen
Uma guerra sangrenta que parece não existir

Para os meios de comunicação ocidentais o Iémen só existe de cada vez que a Al-Quaeda ameaça os interesses do Ocidente ou quando as tribos indignadas — frustradas pela violência, tanto norte-americana como do governo central e os anos de abandono — dinamitam um oleoduto. Para além desse silêncio, há um Iémen e uma história iemenita: os da guerra, da intervenção ocidental, da corrupção, da divisão, do desemprego, do terrorismo, da pobreza e da revolução. São todos aspectos da mesma história e continuarão a formar a lógica singular da razão porque o Iémen está imerso nesta crise terrível.

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O povo colombiano votou pela solução política do conflito social e armado

A segunda volta das eleições presidenciais na Colômbia deu a vitória ao presidente em exercício, JM Santos. Foi uma eleição disputada entre dois candidatos da direita. Mas esse facto não deve ocultar um dado político da maior importância: pela primeira vez na história da Colômbia a questão da Solução Política do conflito armado foi o ponto central do debate eleitoral. E a votação de Santos tem o peso de um plebiscito pela paz.

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