Artículos de: Junio, 2015

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Vasco Gonçalves, sempre connosco

Os grandes patrões da comunicação social silenciam a figura de Vasco Gonçalves, falecido há 10 anos. Continuam a ter medo dele porque sabem que ele está presente, no meio dos trabalhadores, em todas as lutas que estes travam contra a ditadura do grande capital financeiro e contra as suas políticas atentatórias da dignidade dos povos.

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Não esquecer Luuanda de Luandino Vieira*

Manuel Gusmão    22.Jun.15    Outros autores

Numa época em que o branqueamento do fascismo progride em vários lugares do mundo, nomeadamente em países da Europa de Leste e central, o grupo parlamentar do PCP apresentou uma moção para que não se esqueça, saudando a coragem cívica de que deram mostras os escritores portugueses. Assim a AR, ao votar favoravelmente esta iniciativa do PCP, homenageou a Direcção da SPE e saudou a Associação Portuguesa de Escritores como digna sucessora da Sociedade violentamente extinta em 1965.

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30 anos da assinatura do Tratado de Adesão à CEE

A política de direita que há quase quatro décadas tem sido praticada por PS, PSD e CDS é inseparável do processo de integração capitalista europeu. Uma e outro são faces de uma mesma opção de classe, contrária aos interesses e aspirações do povo português, e alimentam-se mutuamente. As forças políticas portuguesas que suportaram e suportam o processo de integração capitalista são as mesmas que desde 1976 procuram reverter muitas das conquistas económicas, sociais e políticas da Revolução de Abril.

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Conspirações*

Jorge Cadima    20.Jun.15    Outros autores

Jorge CadimaComeçam a surgir documentos que confirmam o que quem conheça o banditismo visceral do imperialismo há muito suspeitava: que, tal como antes a Al-Qaeda, o Isis é uma criação dos serviços secretos imperialistas em conluio com Israel e a Arábia Saudita.

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Estamos em guerra

Ángeles Maestro*    19.Jun.15    Colaboradores

Para o grande capital o importante é a “estabilidade”. Jean Claude Juncker, actual Presidente da Comissão Europeia, disse: «Sabemos o que temos que fazer, mas não sabemos é como ser reeleitos depois de o fazer» Afirmação inquietante, porque se não é provável que mudem as suas políticas a pergunta é o que farão quando não tiverem os votos que as apoiem. E em situações de crise tão profundas como a actual, quando a possibilidade do sistema amortecer a luta de classes através de concessões sociais é praticamente nula, o fascismo e a guerra expandem-se.

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Nos EUA a polícia assassina duas pessoas por dia

Tal como era de esperar, o quadro de candidaturas presidenciais nos EUA é sombrio. Apesar de Obama representar uma política bélica e Hillary Clinton ser uma continuação da política beligerante, há candidatos republicanos que querem aprofundar e ir mais além do que existe actualmente. E os dois candidatos - sem possibilidades - representantes da ala supostamente progressista no Partido Democrata, Elizabeth Warren, que ataca Wall Street, e o auto-intitulado socialista, Bernie Sanders, um demagogo populista, são ambos fiéis apoiantes da política imperialista.

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É possível no Brasil de hoje, a partir das condições atuais, avançar rumo ao socialismo?

Os trinta anos decorridos após a transição pactuada da ditadura militar para um regime de democracia restrita não possibilitaram a superação da regressão havida nos 21 anos anteriores no que se refere à criação das condições subjetivas para a revolução no Brasil. Percebemos a ausência de lideranças revolucionárias e de partidos políticos enraizados nos sectores populares e habilitados a conduzir amplas massas rumo a transformações profundas da sociedade brasileira. Entre as forças consideradas de esquerda imperam o voluntarismo ou o reformismo.

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