Artículos de: Julio, 2015

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Crónica em tempo de guerra

Avelãs NunesO exemplo recente da Grécia mostra que, no quadro da UEM, não tem qualquer viabilidade nenhum programa sério de renegociação e reestruturação da dívida soberana, por mais insustentável que seja essa dívida. Nesta ‘Europa’ agora dividida em credores e devedores, os primeiros recusam qualquer possibilidade de reestruturação da dívida que asfixia os devedores.

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É o lobo, é o lobo!

Mauro Luis Iasi    24.Jul.15    Colaboradores

Nos termos atuais, para a burguesia inviabilizar o governo do PT, basta o deslocamento do PMDB para um bloco de oposição. Não tendo outra alternativa no horizonte imediato que não manter o rumo, Dilma tenta se manter firme no timão exercendo a arte de fazer de conta que não é com ela, enquanto caminha decididamente para a catástrofe. Para se manter cede aos interesses do capital e mergulha ainda mais na tentativa insana de manter a base aliada que se desfaz sob seus pés. Esta tática permite sobreviver no campo imediato, mas tudo indica que fortalece as condições da futura derrota eleitoral.

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Passos Coelho mente sobre o desemprego e sobre o emprego

Eugénio Rosa    23.Jul.15    Outros autores

Não há mentira a que o governo PSD-CDS não recorra para demonstrar os sucessos da sua política. Agora (com a ajuda do IEFP) manipulam os dados do desemprego, e aldrabam sobre a “criação de emprego”.

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A concepção leninista da táctica

João Vilela    22.Jul.15    Outros autores

Quando o que se decide no plano da táctica escamoteia os princípios, dissimula os princípios, mente acerca deles ou os substitui por ardis retóricos que não preparam as massas para as suas tarefas históricas, reduzindo a sua compreensão dos problemas ao imediatismo, aquilo que se cria é um movimento absolutamente desarmado, porque cego sobre a dimensão e dificuldade do trabalho que lhe cumpre fazer.

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Africom instala-se no Sul de Espanha*

Carlos Lopes Pereira    21.Jul.15    Colaboradores

Assiste-se em Espanha a um comprometimento bélico sem precedentes. A ditadura fascista forjou uma aliança com os Estados Unidos cedendo as bases militares de Torrejón, Saragoça, Morón de la Frontera e Rota. Após o fim do franquismo, Madrid entregou-se à OTAN, primeiro com a UCD de Adolfo Suarez, depois com o PSOE de Felipe Gonzalez e José Luís Zapatero. O PP de Aznar e Mariano Rajoy eliminou os escassos impedimentos negociados com a OTAN e introduziu a Espanha na sua estrutura militar.

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Crime do Imperialismo no coração da Europa

Rui Namorado Rosa    20.Jul.15    Colaboradores

Por estes dias o imperialismo “comemora” os 20 anos do massacre de Srebenica. Desencadeia tragédias como o do desmembramento da República Federal Socialista da Jugoslávia, no que mais do que guerra civil foi sobretudo uma agressão militar estrangeira em grande escala. E comemora os crimes que nelas são cometidos, pelos quais é o primeiro e o maior responsável.

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CIA, MI6 e Mossad tentam desestabilizar a Venezuela a partir da Guiana

O imperialismo norte-americano encara de há muito a América Latina como seu “patio traseiro” (“backyard”) e não tolera que aí possam desenvolver-se tendências progressistas e anti-imperialistas. Mas a conspiração activa contra esses processos envolve outras potências e aliados, incluindo o regime sionista de Israel. A luta anti-imperialista só pode ser eficaz se compreender a natureza do imperialismo tal como Lénine a definiu.

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