Artículos de: Octubre, 2016

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Shimon Peres, destacado político Israelita, responsável por crimes contra a humanidade, morre aos 93 anos

Os Editores    03.Oct.16    Outros autores

Levantou-se um coro de elogios a propósito do falecimento de Shimon Peres. Figura muito destacada do sionismo, Peres foi um dos mais altos responsáveis e defensores dos crimes cometidos em nome da política colonial e genocida do estado de Israel. É portanto necessário contrapor a verdade histórica ao elogio e branqueamento do personagem que os media internacionais levam a cabo.

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Na Índia, a maior greve geral do mundo: 180 milhões cruzaram os braços

Vijay Prashad*    03.Oct.16    Outros autores

No dia 2 de Setembro espalhavam-se na Ásia notícias sobre a maior greve geral que já havia ocorrido no continente. Dias depois, os números: 180 milhões de trabalhadores paralisaram os seus trabalhos e cruzaram os braços na Índia. Trata-se da maior paralisação da classe no mundo.

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Uma politica fiscal democrática num contexto de crise e de chantagem da Comissão Europeia e do FMI

Eugénio Rosa    02.Oct.16    Outros autores

Algumas notas de reflexão importantes sobre política fiscal, num quadro em que se intensifica a pressão para que não apenas sejam mantidas as imposições da troika mas igualmente não sejam tocadas as profundas distorções e injustiças que elas agravaram.

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Para que nos servem os arquivos?

Silvestre Lacerda    01.Oct.16    Outros autores

A exposição “Regresso das Bandeiras” contribuiu para manter viva a memória colectiva das gentes do Barreiro. Uma memória forte e que por isso mesmo resiste aos branqueamentos que lhe querem fazer. A memória, apesar da sua razão de ser reforçar a ideia de continuidade com o passado, vive constantemente refazendo o seu próprio passado e funciona segundo um processo combinatório de imagens passadas baseado na persistência e na mudança incessante. A continuidade histórica reside precisamente na reorganização constante dessas imagens do passado associada à investigação e conhecimento do passado e à preservação e salvaguarda dos arquivos.
A memória colectiva torna-se necessária como construção ideológica para dar um sentido de identidade ao grupo, à comunidade, à nação. Para dar sentido de futuro ao longo historial de resistência e luta da classe operária.

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