Artículos de: Febrero, 2018

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Cuidado com a propaganda de guerra dos EUA contra a Coreia!

Deirdre Griswold    28.Feb.18    Outros autores

O aparelho mediático do imperialismo, com os grandes media dos EUA à cabeça, tornou-se um instrumento de antecipação e promoção da guerra. Quer justificando as agressões, quer caricaturando e desumanizando os alvos a abater. A distorção da realidade da RPDC tem tantos anos como a agressão e a ocupação. Mas esses media podiam ao menos comparar a taxa de alfabetização na Coreia do Norte e nos EUA: 100% na RPDC, 86% nos EUA, situação que o alto nível de iliteracia torna ainda muito pior. Se o dinheiro que os EUA gastam no seu aparelho de guerra fosse gasto na educação e na saúde, o povo dos EUA estaria bem melhor, e os outros povos também.

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Colheita de fome*

António Santos    27.Feb.18    Outros autores

Nos EUA, uma das mais desiguais sociedades do mundo, mais de 46 milhões de pessoas recorrem diariamente ao Programa de Assistência Nutritiva Suplementar para não passarem fome. Além de pobres, são tratados com suspeita pelo bipartido que governa o país: os democratas queriam obriga-los a fazer testes para detectar consumo de drogas, partindo do princípio que gastam em droga o dinheiro que não têm para comer. Com Trump, sofrem um novo passo atrás. A proposta de alimentação a fornecer não contém um único produto fresco e não é passível de escolha.

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Ácido sulfúrico não pára a História

M. Costa    26.Feb.18    Outros autores

Numa altura em que recrudesce a ofensiva neocolonizadora em África, conduzida tanto por velhas potências coloniais como pelos EUA – a grande potência imperialista que nasceu de uma colónia - é útil recordar alguns factos históricos e alguns dos bárbaros crimes anteriormente cometidos pelas potências colonizadoras. E quem foram e são os aliados dos povos africanos na sua luta de libertação.

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Pequenos passos

O diálogo entre PS e PSD, após o congresso deste, deve ser acompanhado com o maior interesse. Fala-se agora muito dos riscos de “um novo bloco central”, mas há que ter cuidado com tal terminologia. Em primeiro lugar, esse “centro” situa-se bastante à direita. Depois, a convergência de orientações em matérias de fundo entre PS e PSD nunca deixou de se verificar. Veja-se por exemplo a votação e os argumentos do PS quanto à questão da renacionalização dos CTT.

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Violência e conflito

Mauro Luis Iasi    23.Feb.18    Outros autores

O governo golpista de Temer colocou o Rio de Janeiro sob intervenção militar, a pretexto do combate ao tráfico de droga. Mas a operação não atinge um único dos elementos fulcrais da em que esse tráfico assenta: nem o financiamento e a dispendiosa e sofisticada estrutura; nem os cúmplices colocados em postos-chave dos governos, do sistema judicial, do exército, da polícia; nem os esquemas de branqueamento de capitais. Nenhuma operação no Rio de Janeiro que termine sem prender o Governador do Estado e o presidente da Assembleia Legislativa pode ser levada a sério.

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Como Cuba revela toda a mediocridade do Ocidente

Viktor Dedaj    22.Feb.18    Outros autores

A propósito de comentários sobre Cuba em media franceses, uma interessante reflexão acerca da integração de intelectuais “de esquerda” no leque das opiniões toleradas pelos grandes meios de comunicação social. Fundamentalmente, para a generalidade destes, se é a mediatização que os torna assim, ou se é por serem assim que são mediatizáveis.

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A CGD apresentou lucros, mas há motivos para preocupação

Eugénio Rosa    19.Feb.18    Outros autores

Como a CGD apresentou resultados positivos de 52 milhões € em 2017, os media e o próprio presidente da República vieram felicitar a administração presidida por Paulo Macedo pelo êxito alcançado. Mas os números não justificam tanta festa. As contas divulgadas pela CGD revelam que o resultado positivo foi conseguido fundamentalmente à custa: (1) De um corte muito significativo nos juros pagos aos depositantes; (2) Do aumento das comissões liquidas obtidas, o que determinou para muitos depositantes um corte no seu capital já que não recebem juros ou recebem quase zero pelos depósitos; (3) De um elevado montante de mais-valias obtidas com a venda de títulos, ou seja, receita aleatória; (4) De resultados líquidos positivos da actividade internacional (que a Comissão Europeia quer que se seja vendida). E a concessão de crédito e também os depósitos diminuíram em 2017, o que não pode deixar de causar legitimas preocupações.

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