Artículos de: 13 Junio 2018

Odiario

As contas da CGD mostram uma recuperação reduzida e mais aparente do que real

Eugénio Rosa    13.Jun.18    Outros autores

A CGD é ainda a maior instituição financeira a operar em Portugal, essencial para o desenvolvimento do país, é a única que ainda é pública, em que o único accionista é o Estado, e cujas sucessivas recapitalizações, muitas delas para cobrir enormes prejuízos resultantes de actos de má gestão têm sido feitas com receitas de impostos pagos por todos os portugueses. É portanto de toda a justiça e necessário que a CGD preste contas não só ao accionista Estado, mas também aos portugueses, porque são estes que pagam os actos de má gestão. A actual gestão, desde o despedimento de trabalhadores ao encerramento de agências, da cedência a exigências da UE à redução efectiva do negócio bancário, mantém a CGD numa via que prejudica as suas responsabilidades de banco público.

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