Artículos de: Julio, 2018

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Fascismo: passado e presente*

Jorge Cadima    17.Jul.18    Outros autores

Tal como no Século XX, o actual ascenso da extrema-direita é expressão da profunda crise do sistema capitalista, que procura afirmar o seu poder e garantir a sua sobrevivência. O combate ao perigo do fascismo, com velhas e novas características, exige a compreensão da sua essência. Exige que não se ignorem as lições da História, ao mesmo tempo que se identificam características novas que o fascismo assume nos nossos dias.

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Ninguém tem a coragem de enfrentar a promiscuidade público-privado, o pior problema do SNS

Eugénio Rosa    16.Jul.18    Outros autores

A Comissão de Revisão da Lei de Bases da Saúde, nomeada pelo governo, apresentou recentemente uma proposta de nova lei de bases da saúde. Vários partidos já apresentaram também na AR propostas que, segundo os seus promotores, visam melhorar e mesmo resolver os problemas que enfrenta actualmente o SNS.

O SNS é, sem qualquer dúvida, uma das mais importantes conquistas da Revolução de Abril. Defendê-lo e consolidá-lo é um dever de todos os portugueses. No entanto, quem leia com atenção as propostas apresentadas conclui rapidamente que o problema mais grave que enfrenta actualmente o SNS, que põe em causa a sua sustentabilidade e existência - a promiscuidade público-privada - é ignorada ou então é encarada de uma forma envergonhada ou indirecta.

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Sobre o resultado das eleições presidenciais no México: recomposição da hegemonia burguesa

As eleições no México têm sido acompanhadas por algumas apreciações que atribuem ao seu resultado uma mudança no panorama político daquele país. Daí a grande oportunidade que tem apresentarmos a avaliação dos comunistas mexicanos. Não têm ilusões sobre o novo governo. Mas avaliam positivamente os muitos milhões que votaram nele, cuja vontade de mudança real não pode ser nem desmobilizada nem desencorajada.

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África comemora 100 anos de Mandela*

Em 2018, o Dia Internacional de Mandela assinala os 100 anos do seu nascimento, um momento para «reflectir sobre a sua vida e o seu legado e para responder ao seu apelo de fazer do mundo um lugar melhor», diz a UA. E a organização pan-africana aponta perspectivas mínimas: a luta contra a corrupção e uma zona africana de livre comércio.

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Haja paciência*

Anabela Fino    12.Jul.18    Outros autores

Figuras destacadas do PSD, PS e CDS andam muito preocupados com o “interior.” As mesmas forças políticas (e em muitos casos os mesmos responsáveis) que deixaram o interior mais pobre e vazio têm agora “propostas” e “defesa” desse mesmo interior. Há muito que se sabe que são gente a quem não falta desfaçatez. E já mostraram o que valem, seja no “interior” seja na “faixa costeira.”

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Brasil, uma classe dominante truculenta, reacionária e entreguista. Quem quiser se iludir, que pague o preço!

Edmilson Costa*    11.Jul.18    Outros autores

«As classes dominantes brasileiras têm uma singularidade que as torna mais truculentas, preconceituosas e autoritárias que as outras: são filhas legítimas da Casa Grande e do desrespeito permanente aos trabalhadores ao longo de nossa história. Esse fenômeno é resultado de um histórico de dominação e impunidade que vem desde os tempos da colônia, com a escravidão.. Os mais de 300 anos de trabalho escravo no Brasil (foi o último País a abolir a escravatura) deixaram marcas profundas na sociedade brasileira e, especialmente, nas classes dominantes.»

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As lutas prosseguem, ainda e sempre

Rémy Herrera    10.Jul.18    Outros autores

Em França as lutas em grandes sectores prosseguem, nomeadamente no sector ferroviário e no da energia. No sector ferroviário as greves assumiram novo agendamento, atingindo os momentos de maior fluxo de utentes no início das férias de Verão. No sector da energia há neste momento mais de 300 locais bloqueados. O governo e o patronato sonham que o Verão desmobilize as lutas. Mas irão verificar, na “rentrée”, que muito provavelmente regressarão com ainda mais cólera e mais vigor.

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