Artículos de: Mayo, 2021

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A Resistência ao fascismo dentro dos quarteis do regime

Armando Myre Dores    31.May.21    Outros autores

Faleceu há poucos dias Armando Myre Dores. Odiario.info, homenageando essa figura de inabalável resistente e de comunista, publica um estudo seu sobre a resistência ao fascismo e contra a guerra colonial dentro dos próprios quartéis do regime. Uma resistência que deu um significativo contributo para o 25 de Abril de 1974, e ao desencadeamento de um processo – até aos dias de hoje - em que Myre Dores foi exemplar participante.

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Porque nunca diminui o orçamento do Pentágono

Mandy Smithberger    29.May.21    Outros autores

180Seguindo a moda de uma imprensa dominante embevecida que celebra os primeiros 100 dias de Biden, uma coisa deve ser destacada: estes 100 dias foram um bodo para o Pentágono. Melhor dizendo, continuaram a ser. Uma gigantesca fatia do orçamento dos EUA (ao qual se acrescentam ainda copiosos fundos secretos) é para a “defesa”, ou seja para a guerra. Guerra que vai sendo cada vez mais real no próprio país, com umas forças policiais que o Pentágono militarizou e se comportam “como em qualquer país ocupado”.

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Desfaçatez ou ignorância?

Para os neoliberais - que agora querem apresentar-se como “liberais” – qualquer fraude política ou ideológica serve. Agora querem fazer crer que a estagnação da riqueza produzida (desde 2000), a subida exponencial do desemprego (ainda mais, dos trabalhadores considerados subutilizados*) a estagnação salarial e os maus salários são resultado…do socialismo. O «socialismo» que, desde a década de 80 do século passado, nomeadamente com a intervenção do FMI e a integração na UE, domina pelo visto este país. De Soares a Costa, de Cavaco a Passos Coelho, tudo «socialistas».

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Escombros

Jorge Cadima    22.May.21    Outros autores

A heroica resistência do povo palestiniano e o grande movimento de solidariedade internacional gerado conduziram a um cessar-fogo na Faixa de Gaza. Mas mesmo a palavra cessar-fogo é inadequada quando são tão dramaticamente desiguais as forças e os meios em presença. O que estava em curso era mais uma ofensiva genocida do sionismo, e o facto de ser interrompida nada garante. Já dura há 73 anos. E tão criminosas como esta ofensiva são a cumplicidade e a hipocrisia dos EUA e da UE (incluindo Portugal). É significativo que a cada vez mais arrogante extrema-direita portuguesa e europeia se tenha colocado inteiramente ao lado do Estado terrorista de Israel.

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Triunfo da esquerda no Chile: foram abertas “as grandes avenidas”

Attilio Boron    21.May.21    Outros autores

Nas eleições do passado fim de semana no Chile as forças populares e democráticas obtiveram um grande sucesso. Serão largamente maioritárias na Convenção Constitucional, e a direita nem sequer conseguiu o terço de representantes com que contava para bloquear uma nova constituição que ponha fim ao pinochetismo. As grandes lutas de massas (quase insurreccionais) de Outubro de 2019 tiveram expressão determinante na votação popular.

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Terra, Alentejo em Odemira

Agostinho Lopes    19.May.21    Outros autores

A propósito da situação em Odemira, não têm faltado vozes de reaccionários a tentar baralhar o que está à vista: que a liquidação da Reforma Agrária produziu um imenso latifúndio de exploração e de agressão ambiental. Não faltou um dos principais responsáveis por esse crime, António Barreto, hoje ainda mais próximo da extrema-direita do que estava na altura, o que já não era pouco.

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Com a gestão Paulo Macedo, uma CGD mais frágil

Eugénio Rosa    18.May.21    Outros autores

O mandato da administração de Paulo Macedo na CGD já terminou. De imediato os seus defensores de Paulo Macedo na comunicação social procuraram fazer passar que a sua gestão tinha sido um êxito, e que esta administração tinha salvo a CGD. Adiantam que o governo tenciona reconduzir esta administração para novo mandato (2021/2024). Todavia, os próprios relatórios e contas da CGD apontam um panorama muito menos lisonjeiro: um Activo mais reduzido, menos crédito concedido às famílias e à economia, quota de mercado mais reduzida, num sector vital onde o domínio estrangeiro aumentou devido à perda de posição da CGD, menos trabalhadores e menos agências, ou seja, uma CGD mais frágil. Trata-se de um banco público e, quando é mal gerido, as consequências são suportadas pelos contribuintes. E é ainda um dos poucos bancos de capital totalmente português a operar em Portugal.

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