A obsessão do défice continua, impedindo a melhoria dos rendimentos de trabalhadores e pensionistas e o crescimento sustentado

Eugénio Rosa    04.Oct.17    Outros autores

O actual governo parece não conseguir encontrar o equilíbrio correcto entre controlo/redução do défice e a necessidade de melhorar os rendimentos dos trabalhadores e dos pensionistas e impulsionar o crescimento económico. Pressionado por Bruxelas e deslumbrado pelo comentário irónico do ministro das Finanças alemão de que “Centeno é o Ronaldo das finanças”, mostra uma crescente incompreensão para com trabalhadores e pensionistas. A análise da execução orçamental de Janeiro./Agosto de 2017 confirma esse facto, apesar das repetidas declarações do 1º ministro em contrário.

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