Epidemias e confinamento de classe. Do mesmo barro a mesma lama

Em Madrid, como em Lisboa, a pandemia aponta para uma geografia cujos traçados não são apenas urbanos: as fronteiras de classe são ao mesmo tempo sociais e territoriais. Os antecedentes madrilenos desta segregação têm uma história de mais de um século, e têm características diferentes dos da AML. Mas traduzem-se na mesma realidade: a pandemia não “toca a todos por igual”, e ser pobre é o maior “grupo de risco”.

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