Autor: “Ángeles Maestro”

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Errejón/Carrillo, pedir perdão nº 2

Ángeles Maestro    17.Oct.18    Colaboradores

Em Espanha, a trajectória de Podemos é cada vez mais semelhante à do Syriza grego. A diferença é que um revelou a sua verdadeira face no exercício do poder e o outro apenas vem trabalhando para que a classe dominante o aceite. Iñigo Errejón, um destacado dirigente de Podemos, veio pedir desculpa por radicalismos passados. Afinal, não criticam o regime saído da “Transição” de 77/78. Apenas querem “actualizá-lo.”

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E o génio escapou-se da garrafa…
Uma imagem da Revolução Bolivariana da Venezuela em Março de 2018

Ángeles Maestro*    02.Abr.18    Colaboradores

«Há uma guerra aberta contra o povo venezuelano e diz-nos directamente respeito. O silêncio ou a passividade são cúmplices necessários do crime.» A solidariedade com o povo venezuelano, objecto de uma agressão e de uma campanha de manipulação mediática em enorme escala não é apenas um dever internacionalista. É parte da luta anti-imperialista hoje vital para o futuro da humanidade.

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Os comunistas ante o buraco negro do nacionalismo espanhol

Ángeles Maestro    16.Nov.17    Outros autores

No confronto suscitado pela situação na Catalunha tem-se verificado um chocante alinhamento público entre dirigentes e ex. dirigentes da IU e do PCE e o nacionalismo espanhol herdado do franquismo. Do ponto de vista político e ideológico e do ponto de vista de classe constitui uma capitulação que prolonga a verificada no processo da Transição dos anos 70.

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A NATO e os refugiados: a mão que embala o berço

Ángeles Maestro*    15.Sep.15    Colaboradores

A direita e a extrema-direita assumem-se tal como são face à actual crise dos refugiados. Mas é igualmente chocante o discurso das formações que se movimentam na órbitra de Podemos, incluindo a Esquerda Unida: manifestam-se solidários e humanitários com estas vítimas das agressões imperialistas, mas foram antes incapazes de condenar essas agressões, e continuam a fazer silêncio sobre elas.

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Estamos em guerra

Ángeles Maestro*    19.Jun.15    Colaboradores

Para o grande capital o importante é a “estabilidade”. Jean Claude Juncker, actual Presidente da Comissão Europeia, disse: «Sabemos o que temos que fazer, mas não sabemos é como ser reeleitos depois de o fazer» Afirmação inquietante, porque se não é provável que mudem as suas políticas a pergunta é o que farão quando não tiverem os votos que as apoiem. E em situações de crise tão profundas como a actual, quando a possibilidade do sistema amortecer a luta de classes através de concessões sociais é praticamente nula, o fascismo e a guerra expandem-se.

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História recente e perspectivas da estratégia do imperialismo no Médio Oriente*

Ángeles Maestro**    10.Jun.12    Colaboradores

Ángeles MaestroTal como Lénine escreveu já há quase um século, «as relações de dominação [imperialista] e a violência ligada à dita dominação: eis a característica distintiva na fase contemporânea do desenvolvimento do capitalismo».
Esta importante comunicação de Angeles Maestro dá-nos um aprofundado panorama da actual ameaça imperialista global. Para as organizações políticas e sociais revolucionárias, hoje como noutras épocas de grande crise em que as classes dominantes perdem qualquer resquício de legitimidade, a luta pela emancipação de classe e de género e pela libertação nacional, no quadro de uma poderosa unidade e solidariedade anti-imperialista apresenta-se como a única alternativa à barbárie.

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As incógnitas do 15M vão-se clarificando. Do movimento apolítico resta cada vez menos. Os elogios mediáticos dão lugar à repressão.

Ángeles Maestro    25.Ago.11    Colaboradores

Ángeles Maestro“Foi a primeira grande manifestação contra a igreja católica e os poderes – públicos e privados – que a sustentam de que as gerações actuais se recordam. A exuberância de imaginação e humor é impossível de retratar. “

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