Autor: “ Agostinho Lopes ”

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Chove em Caracas*

Agostinho Lopes    07.Feb.19    Outros autores

É necessário prosseguir incansavelmente a denúncia: o que está em curso na Venezuela é um golpe de Estado, inteiramente idêntico a tantos outros que os EUA têm levado a cabo. Se tivesse sucesso o resultado seria, como no Chile, uma ditadura fascista, o massacre de quem resistisse, a destruição dos direitos do povo, a completa submissão do país. O governo do PS e as forças políticas – do CDS ao BE - que apoiam o seu alinhamento com o golpe assumem também a responsabilidade por essa tragédia em perspectiva.

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Vacas

Agostinho Lopes    15.Dic.18    Outros autores

As recentes patacoadas do ministro do Ambiente sobre a “redução da produção pecuária” para reduzir a emissão bovina de “gases com efeito de estufa” seriam cómicas se não fossem tão graves. E não é por não aguentarem qualquer análise séria. É por serem mais uma expressão de completa subserviência face ao que os grandes interesses estrangeiros ditam ao país.

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O apelo eleitoral da CIP

Agostinho Lopes    19.Nov.18    Outros autores

Poderia julgar-se que o grande patronato não tem muitas razões para se queixar. Mas isso seria ignorar o que lhe está a massa do sangue: não ceder nem um cêntimo nem um direito aos trabalhadores. Estão incomodados com a actual situação. E, dadas as fraquezas de PSD e CDS, só vêm uma solução: maioria eleitoral para o PS. Fica esclarecido.

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Esclarecedor dos resultados da privatização da EDP*

Agostinho Lopes    13.Oct.18    Outros autores

É notável e esclarecedora a apresentação «Electricidade: sobrecustos, rendas e concorrência», do Prof. Abel Mateus, primeiro presidente da Autoridade da Concorrência (2003/2008), realizada a 11 de Setembro de 2018 na Comissão Parlamentar de Inquérito às «Rendas Excessivas». Constituiu uma viva e contundente crítica à política de direita levada a cabo no sector eléctrico (mas não só) por sucessivos governos do PS, PSD e CDS.

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Monchique e «a excepção»*

Agostinho Lopes    21.Ago.18    Outros autores

Todo o discurso do 1.º Ministro e do Ministro da Administração Interna é uma encenação e a melhor demonstração do que não fizeram nem vão fazer. O Governo não está a responder aos problemas cruciais da floresta portuguesa. E não é a questão de que não se pode fazer tudo num ano. Ninguém de bom senso o exige. Mas pelo caminho encetado nem daqui a 50 ou 100 anos estará feito.

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De Pedrógão a Monchique

Agostinho Lopes    08.Ago.18    Outros autores

Repetiu-se e repete-se o que aconteceu depois de 2003 e 2005. Os governos, PS e PSD/CDS, que se seguiram legislaram, alteraram sobretudo legislação, e deixaram tudo na mesma na Floresta até que chegamos a 2017. Não ter nos anos que se seguiram incêndios florestais com as dimensões de 2003 e 2005 servia para louvar a acção governativa. Até que chegou a prova do algodão, isto é as tragédias de Pedrogão e das Beiras. O mais grave não é a falsidade da imagem que se pretende vender. É que tal posicionamento é o principal bloqueio à tomada das medidas necessárias. Esconde as enormes falhas e problemas da floresta. Disfarça as fragilidades do sistema de combate. Impede que se tomem as medidas necessárias. Oculta a impotência, auto-assumida por opção política, de sucessivos governos. E do actual também.

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Que pena eu tenho do interior…*

Agostinho Lopes    12.Ene.18    Outros autores

PSD e CDS andam preocupados com o interior. O sr. Presidente da República também. E o PS não lhes fica atrás. Preocupadíssimos. Preocupados, sobretudo, com as consequências negativas dos incêndios florestais para a sua imagem política, descobriram agora, novamente, o «interior». Descobriram que a desertificação económica e humana de vastas regiões do País é causa de incêndios. E vai daí, é um ver se te avias.

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