Autor: “ La Jornada (Editorial)”

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Colômbia:
Do desarmamento à paz

O cessar fogo e o acordo já feito com as FARC criaram condições para uma paz com justiça social, democracia verdadeira e prosperidade, condições desde sempre defendidas de boa-fé por aquela organização revolucionária.
Mas se as FARC têm cumprido escrupulosamente a sua parte no acordo, o governo tem, no mínimo, mostrado demasiado desleixo as suas obrigações acordadas, nomteadamente no que à garantia da terra dos campesinos, à libertação dos presos e à integração dos guerrilheiros e apoiantes farquianos na sociedade.
O editorial do diário mexicano La Jornada que hoje reproduzimos reflete estas preocupações.

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Egipto:
Contágio explosivo

Egipto - Pirâmides“… A lição inexorável para as diplomacias ocidentais, a estadunidense em primeiro lugar, é que devem rever profundamente e corrigir a prática diplomática de dar apoio a regimes tirânicos, a troco de um alinhamento com os seus interesses geopolíticos: se essa fórmula imoral foi num determinado momento conveniente para Washington e os seus aliados, é hoje claro que ela é insustentável e contraproducente, e que obstaculiza as perspectivas de democratização pacífica não só do Magrebe e no norte de África, mas em todo o mundo.”

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Afeganistão:
A ocupação insustentável

Afeganistão - ódio ao invasorSão diárias e cada vez mais evidentes as nulas possibilidades de os Estados Unidos e dos servis aliados da NATO saírem vitoriosas do Afeganistão. Até “…Hamid Karzai – cuja permanência no poder não se explica sem o apoio de Washington e que é considerado um títere da Casa Branca –, abre a perspectiva das nulas possibilidades de êxito para uma aventura bélica…”
O império não gosta, mas também não encontra saída para a sua substituição…

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EUA: Emigrantes, drogas e hipocrisia

Há pouco responsáveis estadunidenses reconheceram a importância do dinheiro da droga na recuperação dos bancos norte-americanos, agora, é o New York Times quem põe em causa a seriedade das leis e se «a prática governamental e empresarial [norte-americanas] não configuram uma gigantesca fraude à comunidade internacional e à própria opinião pública estadunidense».

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Afeganistão:
Fim da Ocupação, Já

“Tal como no Iraque, os verdadeiros beneficiários da invasão e da devastação do Afeganistão não foram os habitantes da nação agredida, mas os poderosos interesses corporativos da indústria militar estadunidense e europeia, que aproveitam a guerra a destruição e o sofrimento humano para gerar vultuosos lucros. Sobre isso, são significativos os contratos recentemente assinados entre a presidência de Barack Obama e a empresa Blackwater, por uma cifra calculada em 220 milhões de dólares para se encarregar da segurança no Afeganistão.”

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Israel: Selvajaria Tolerada

Não podem continuar os dois pesos e duas medidas. O terrorismo de Estado de que Israel dá sobejos e constantes exemplos não pode continuar impune.
“Se Washington e os países União Europeia permitem que fique impune a criminosa agressão, perpetrada em águas internacionais, contra embarcações civis que se dirigiam para Gaza numa missão humanitária, anularão com isso os seus discursos a favor de uma legalidade internacional, dos direitos humanos e da justiça, e o mundo avançará não para a civilização, mas para a selvajaria.”

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Chile: Triunfo do Pinochetismo

O aumento da popularidade de Sebastián Piñera, o bilionário candidato da extrema-direita, é um reflexo da aliança reflecte o descrédito dos tradicionais da burguesia – socialistas e democratas-cristãos –, e a crise moral e de valores e uma consequência da caminhada da social-democracia para a direita no país de Allende.
“Não há, certamente, elementos para considerar inevitável, nem sequer provável, uma vitória de Piñera na segunda volta; tudo indica, pelo contrário, que o campo progressista do espectro político chileno, dividido nas candidaturas de Marquez Enriquez-Ominami e de Jorge Arrate, cerrará fileiras com a aliança governante para impedir um cenário tão catastrófico como seria o da chegada do empresário ultra-direita ao Palácio La Moneda”.

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