Autor: “Abril Abril”

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Dos armazéns cheios no super de La Urbina à «linha vermelha» de Santos Silva

Abril Abril    29.Sep.18    Outros autores

Perante a tentativa de instrumentalizar a comunidade madeirense a viver na Venezuela por parte do governo PS e pela voz do seu MNE, há que repor alguns factos. Um, que nessa comunidade há pessoas (a maioria) que vivem do seu trabalho e que querem ver prosperar o seu país de adopção, e outros (poucos e abastados) que se integram na campanha de sabotagem económica ali em curso. Outro, que Santos Silva se comporta não como um político responsável, mas como mais um porta-voz da ingerência externa contra aquele país.

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As escolas da democracia, que nem sempre o são

Abril Abril    27.Sep.18    Outros autores

No sector da Educação um dos traços mais nefastos da política de direita de sucessivos governos foi a destruição da gestão democrática das escolas dos ensinos básico e secundário. Foi assim amputada uma das mais importantes componentes formativas dos jovens. A situação actual não é apenas a do desincentivo de qualquer forma de participação activa. É a de sucessivos exemplos de repressão política sobre jovens que, muito justamente, procuram organizar-se a fazer-se ouvir.

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Migrantes venezuelanos, guerra económica e manipulação mediática

Abril Abril    29.Ago.18    Outros autores

É notícia diária o fluxo migratório de venezuelanos. As autoridades bolivarianas não negam as dificuldades no país, às quais procuram fazer frente num contexto de hostilidade e guerra económica e mediática, interna e externa. Haverá certamente outros países da América Latina com problemas económicos e sociais igualmente graves ou piores ainda. Mas o único que suscita uma desproporcionada atenção e uma distorcida informação é a Venezuela.

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Terras «com dono conhecido» também ardem

A tragédia dos incêndios florestais repetiu-se, como se repetirá sempre enquanto não forem revertidas as políticas que os potenciam: desinvestimento em meios públicos de prevenção e combate; política florestal subordinada aos interesses das grandes indústrias a montante; ruína da agricultura familiar. E, também, que não se enverede pelo equacionamento de falsos problemas, como as «terras sem dono conhecido», ou de falsas soluções como o «banco de terras» em que PS e BE convergem (e em que a direita só o não faz por razões de táctica conjuntural).

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