Autor: “Agostinho Lopes ”

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De Pedrógão a Monchique

Agostinho Lopes    08.Ago.18    Outros autores

Repetiu-se e repete-se o que aconteceu depois de 2003 e 2005. Os governos, PS e PSD/CDS, que se seguiram legislaram, alteraram sobretudo legislação, e deixaram tudo na mesma na Floresta até que chegamos a 2017. Não ter nos anos que se seguiram incêndios florestais com as dimensões de 2003 e 2005 servia para louvar a acção governativa. Até que chegou a prova do algodão, isto é as tragédias de Pedrogão e das Beiras. O mais grave não é a falsidade da imagem que se pretende vender. É que tal posicionamento é o principal bloqueio à tomada das medidas necessárias. Esconde as enormes falhas e problemas da floresta. Disfarça as fragilidades do sistema de combate. Impede que se tomem as medidas necessárias. Oculta a impotência, auto-assumida por opção política, de sucessivos governos. E do actual também.

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Que pena eu tenho do interior…*

Agostinho Lopes    12.Ene.18    Outros autores

PSD e CDS andam preocupados com o interior. O sr. Presidente da República também. E o PS não lhes fica atrás. Preocupadíssimos. Preocupados, sobretudo, com as consequências negativas dos incêndios florestais para a sua imagem política, descobriram agora, novamente, o «interior». Descobriram que a desertificação económica e humana de vastas regiões do País é causa de incêndios. E vai daí, é um ver se te avias.

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Uma santa aliança contra a pequena propriedade florestal*

Agostinho Lopes    08.Ago.17    Outros autores

Quando os incêndios florestais atingem a dimensão da tragédia e as imagens dantescas invadem os ecrãs televisivos, é certo e sabido que se multiplicam as análises para iludir as responsabilidades político-partidárias daqueles que ao longo de quatro décadas conduziram a floresta portuguesa ao estado em que se encontra. Ocultar as responsabilidades de PS, PSD e CDS.

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A propósito do “Manifesto pela Democratização do Regime”
Fatal como o destino…*

Agostinho Lopes    05.Abr.13    Outros autores

As personalidades que subscrevem este “manifesto” ou são ingénuas, ou querem lavar as responsabilidades de PS, PSD e CDS pelas políticas dos últimos 37 anos, que conduziram Portugal ao desastre. Não se rompe o caminho de desastre sem romper com estas políticas e sem denúncia daqueles que as executaram. Pretender o contrário é ser cúmplice daquilo que se finge denunciar.

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