Autor: “Anita Leocadia Prestes”

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Brasil: a transição da Ditadura Militar para uma democracia tutelada pelos militares. Causas, consequências e ensinamentos

Neste importante artigo é feita uma análise sucinta do golpe civil-militar de 1964 no Brasil, da ditadura militar que se estabeleceu no país e de sua evolução para um regime de tipo fascista. É abordada a crise do regime ditatorial e a sua institucionalização iniciada nos anos 1970 e concluída com a promulgação da Constituição de 1988. São examinadas as causas e as consequências do regime de democracia tutelada pelos militares que se formou no país como resultado da institucionalização promovida sob a égide do Alto Comando do Exército. Registam-se a permanência dessa democracia tutelada nos governos do PT e os seus desdobramentos: a deposição do governo Dilma Rousseff pelo golpe jurídico-parlamentar de 2016, a eleição de Jair Bolsonaro e as dificuldades para o avanço da luta antifascista no país.

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Três regimes autoritários na história do Brasil Republicano: o Estado Novo (1937-1945), a Ditadura Militar (1964-1985) e o regime actual (a partir do golpe de 2016)

«Com a eleição de Jair Bolsonaro para a presidência da República, o Alto Comando do Exército – expressão do poder militar consagrado na Constituição de 1988 - volta a assumir o protagonismo que tivera durante a ditadura militar. A evolução do actual regime de excepção que vem sendo implantado no país aponta para tendências que indicam a possibilidade de sua transformação em ditadura fascista.»

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A respeito do suposto positivismo de Luiz Carlos Prestes

É bastante comum a afirmação de que Luiz Carlos Prestes teria sofrido influências positivistas tanto no âmbito familiar quanto na Escola Militar, onde cursou engenharia militar. Neste artigo são apresentados factos e argumentos que desmentem tal afirmação, feita muitas vezes com o objetivo de denegrir a imagem de Prestes, de pôr em causa a sua adesão às ideias de Marx, Engels e Lénine.

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Brasil: existe ameaça fascista?

A experiência histórica mundial revela que as classes dominantes têm sempre preocupação com a possibilidade de uma insurgência popular e tratam de adoptar medidas preventivas para salvar o regime capitalista, mesmo quando não existe a ameaça iminente da revolução. O fascismo é uma arma à qual os sectores mais reacionários do capital financeiro recorrem para assegurar os seus interesses. O panorama europeu actual é revelador nesse sentido.

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Para onde vamos: socialismo ou barbárie?

O retrocesso produzido pelos golpistas na vida nacional não deve obscurecer a responsabilidade dos governos do PT pela situação hoje presente no Brasil. O “partido dos trabalhadores” transformou-se numa versão brasileira da social-democracia europeia, com a diferença de que os conflitos sociais no Brasil, resultado de desigualdades extremas, não têm solução, mesmo que temporária, no quadro do capitalismo, como aconteceu com o “estado do bem-estar social”, criação dos partidos social-democratas na Europa. Experiência esta hoje falida, como é do conhecimento geral.

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Homenagem a Olga Benário Prestes, minha mãe
(Por ocasião do 80º aniversário da sua extradição para a Alemanha nazi)

Anita Leocadia Prestes    11.Sep.16    Destaques

Este belo texto de Anita Prestes de homenagem a sua mãe foi amplamente divulgado no Brasil por prestigiados órgãos de comunicação social.

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As posições revisionistas (oportunistas) do Marxismo, o reformismo burguês e a situação no Brasil de Hoje

Anita Leocadia Prestes*    14.Oct.15    Destaques

O legado de Luiz Carlos Prestes, ao apontar para a necessidade de considerar possíveis formas de transição ou de aproximação ao poder revolucionário, que venha a abrir caminho para a revolução socialista, constitui uma contribuição valiosa para as forças de esquerda que hoje estão empenhadas na luta por transformações profundas da sociedade brasileira, na luta por mudanças que não sirvam aos desígnios dos políticos das classes dominantes, interessados em que “tudo mude para que tudo permaneça como está”.

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