Autor: “António Santos ”

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Kavanaugh, o privilégio também chora*

António Santos    08.Oct.18    Outros autores

A estratégia do Partido Democrata nos EUA é conhecida de todos: cercar Trump de escândalos e litígios legais para derrotá-lo nas eleições de 2020 ou, caso seja necessário, removê-lo judicialmente antes disso. O problema é que a grande vingança democrata pelo caso Monica Lewinsky está a abrir brechas que não são apenas bipartidárias mas de classe.

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Greve paralisa hotéis de Chicago*

António Santos    21.Sep.18    Outros autores

O multimilionário norte-americano Warren Buffet declarou algures que “a luta de classes existe, e nós estamos a ganhá-la.” Acontece que mesmo nos EUA seria impossível uma luta de classes unilateral, porque não há exploradores sem explorados. Todas as semanas vamos tendo notícias das suas lutas, em muito diversos campos da actividade. E, tarde ou cedo, serão os Warren Buffet quem perderá.

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Dança com o Diabo*

António Santos    10.Sep.18    Outros autores

A estratégia do Partido Democrata nos EUA consiste em despolitizar a luta contra Trump e reduzi-la a ataques publicitários e judiciais, vencendo assim as eleições deste ano para as duas câmaras do Congresso e passando o ónus da destituição para uma investigação liderada por Robert Mueller. Perante a rápida emergência do fascismo nos EUA, o PD mostra-se ora titubeante, ora medroso, ora desinteressado, ora ineficaz.

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Greve com paredes de vidro*

António Santos    28.Ago.18    Outros autores

Nos arranha-céus de Chicago, muitos deles sedes de empresas que se situam no núcleo central do capital monopolista dos EUA, travou-se uma greve vitoriosa dos lavadores de janelas. Durou quatro semanas. O patronato tentou recorrer a fura-greves, mas não foi difícil impedi-los: é que é necessária a experiência e a coragem de um “super-herói” para exercer esta perigosíssima profissão. Tal como para conduzir uma greve vitoriosa - dirigida por um sindicato - nos EUA.

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Triplica o número de idosos falidos nos EUA*

António Santos    14.Ago.18    Outros autores

Nas extremas desigualdades verificadas na sociedade estado-unidense o grupo social dos trabalhadores idosos veio juntar-se aos outros grupos sociais marginalizados e condenados à miséria: negros, hispano-americanos, desempregados de todas as etnias. Desde 1991, triplicou o número de pessoas com mais de 65 anos que se declaram falidas e incapazes de fazer face a dívidas crescentes. Tal como na crise de 1929 teriam que trabalhar até morrer, se tivessem a sorte de ter trabalho.

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Trump reforça controlo sobre Supremo Tribunal*

António Santos    20.Jul.18    Outros autores

A nomeação de Brett Kavanaugh para o Supremo Tribunal dos EUA tem um significado quase simbólico. Não se trata apenas de alguém que perfilha todos os pontos de vista mais reaccionários sobre a sociedade. É um homem que no tribunal da relação de Washington DC, tendo-lhe passado pelas mãos centenas de conflitos laborais de todas as espécies e feitios, conseguiu a proeza de ter proferido cem por cento das sentenças a favor das entidades patronais. Os trabalhadores americanos têm mais um inimigo num dos mais altos lugares do Estado.

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Campos de concentração nos EUA*

António Santos    03.Jul.18    Outros autores

Nos EUA, onde boa parte do sistema prisional é negócio privado, a repressão e o aprisionamento da emigração ilegal é igualmente um chorudo negócio. De costa a costa estão a ser construídos campos de concentração. A emigração, nos EUA como em outros países, é mais um pretexto para eliminar direitos e para aumentar ainda mais a exploração e a precariedade dos trabalhadores, sejam eles legais ou ilegais.

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