Autor: “Catarina Casanova”

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“O movimento é tudo, o objectivo final é nada” ou a traição dos trabalhadores e do socialismo

Catarina Casanova    25.Oct.16    Outros autores

A sobrevivência das ideias de Bernstein ultrapassa de longe a sua validade que, se não era nenhuma há um século, ainda menor é nos dias de hoje. A razão dessa sobrevivência é de classe. Ideias pequeno-burguesas, reflectem hoje como antes os temores e a impotência histórica dessa camada.

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Os oportunismos segundo Lenine

Catarina Casanova    18.Sep.16    Outros autores

Recordar ensinamentos de Lenine é sempre útil. Catarina Casanova, citando textos do revolucionário russo e de Álvaro Cunhal, afirma neste artigo que o reformismo é uma degenerescência da burocracia que atribui prioridade à luta parlamentar, gerando expectativas sem fundamento na «colaboração com partidos democráticos».

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Eurocomunismo e Reformismo

Catarina Casanova*    17.May.16    Outros autores

Em qualquer das suas máscaras, sempre os reformistas se apresentaram sob o propósito de defender, aprofundar ou de adequar a luta pelo socialismo às novas realidades, à modernização das estruturas revolucionárias por forma a corresponderem a evolução dos tempos.
Foi sempre assim, cá e lá fora, nas instituições nacionais e supranacionais, em países capitalistas e em países que se reclamavam da construção do socialismo.
O resultado foi sempre o contrário dos propósitos anunciados.

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Eurocomunismo ou o render dos ideais

Catarina Casanova*    05.May.16    Outros autores

Neste texto, Catarina Casanova dá uma primeira explicação do como e do porquê o Partido Comunista Francês escorrega, plano inclinado abaixo, até à situação em que se encontra. Desde logo, salta à vista como é que o CC do Comité Central do PCF numa reunião de dois dias, 5 e 6 de Dezembro de 1968, se substituiu ao Congresso e aprova, com o título de «Por uma democracia avançada, por uma França socialista» a tese de que «pacificamente, o capitalismo transformar-se-ia em socialismo pela acção de massas dos “partidos democráticos” dentro do quadro legal».

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Centrismo ou linha revolucionária

Catarina Casanova*    13.Abr.16    Destaques

«A dimensão da investida do capital exige um Partido que esteja à altura não apenas daquilo que já foi, do que é, mas do que virá a ser. Ou seja, se por um lado os comunistas têm de defender e reforçar as conquistas de Abril, por outro lado têm que assumir o seu papel de vanguarda dirigindo as massas na ruptura com o capitalismo, tendo como objectivo a revolução socialista.»

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Ser Docente/Investigador no país da austeridade

Catarina Casanova    29.Sep.15    Outros autores

A política de sucessivos governos para o Ensino Superior e a Investigação criou no nosso país um quadro cerceador da democratização e do desenvolvimento, medíocre, burocrático e gritantemente subfinanciado. Se, por absurdo, um tal quadro tivesse sido generalizadamente aplicado há século e meio, teria inviabilizado alguns dos mais notáveis avanços da ciência, e teria mantido o Ensino Superior amarrado aos interesses e concepções do “ancien régime”.

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